Links da semana

Acima você vê Luiz Schwarcz autografando um exemplar de Linguagem de sinais para Lygia Fagundes Telles, ontem na Livraria Cultura. Obrigado a todos que compareceram, aos poucos acrescentaremos mais fotos do evento no nosso álbum do Picasa.

No site do New York Times, você pode assistir uma cena da adaptação cinematográfica de Não me abandone jamais, de Kazuo Ishiguro, com comentário do diretor. A adaptação de Ciências morais, de Martín Kohan, estreou em Cannes, e você pode ver o trailer aqui.

Os organizadores do Rio Comicon divulgaram a data do evento de quadrinhos — 9 a 14 de novembro — e confirmaram duas participações internacionais. O site da MTV americana reproduziu uma entrevista feita em 2001 com o quadrinista Will Eisner após o ataque ao World Trade Center.

O Fernando, do Amálgama, resenhou A vitória de Orwell, de Christopher Hitchens. No Meia Palavra, o Tiago conta que descobriram que Dom Pedro II tentou traduzir as Mil e uma noites — direto do árabe!

O Leandro, do Ensaios de um Ababelado, falou sobre O menino que odiava mentira, de M.J. Hyland, e a Michelle, do Interrogação, leu Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luiz Ruffato.

blog Listas Literárias dá 10 dicas de coisas para fazer com livros — algumas menos recomendadas que outras —, e o site The Word Made Flesh coleciona imagens de tatuagens com temas literários.

No blog O Espanador, você pode ler resenhas de Do fundo do poço se vê a lua, de Joca Terron, e de O Palácio de Inverno, de John Boyne. Lima Neto, do blog Lugar das Palavras, também leu O Palácio de Inverno.

Um revista de 2006 reproduz os conselhos de Roberto Bolaño àqueles que pretendem escrever contos. E em seu blog, o escritor espanhol Antonio Muñoz Molina fala sobre seu respeito pelo húngaro Sandor Marái.

O site americano Whichbook promete ajudar você a escolher sua próxima leitura a partir de características da narrativa, dos personagens e até mesmo pelo local onde a história se passa.

A Andréia, do Guia de Leitura, resenhou A mulher de Jerusalém, de A.B. Yehoshua. A Sheila, do Potterish, leu Persépolis, da iraniana Marjane Satrapi, e a Marina falou em seu blog do livro Mau começo, de Lemony Snicket.

O site The Millions comenta que, numa época em que se fala tanto no suposto vício em textos curtos que a internet pode gerar, os livros grandes parecem estar na moda.

O Wall Street Journal anunciou que passará a produzir um caderno literário semanal, e tanto a Raquel Cozer, do Sabático, quanto o Sérgio Rodrigues, do Todoprosa, comentaram essa boa notícia.

Um Comentário

  1. A revista americana publicou a tradução do texto de Bolaño em 2006, mas o texto original é de, salvo engano, 1997. Até porque em 2006 o escritor já estava morto.

    Abraços,
    Lucas

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