Links da semana

João Paulo Cuenca esteve na Campus Party ontem para falar sobre literatura e mídias sociais. No sábado será a vez de Rafael Coutinho participar do evento, junto com Rafael Grampá e Rafael Alburquerque, em mesa-redonda sobre o cenário nacional dos quadrinhos.

O Pipoca e Nanquim entrevistou o quadrinista Caeto, e agora está sorteando dois exemplares de Memórias de elefante autografados por ele.

O Eduardo, do blog Arte faz parte, resenhou Nada me faltará, de Lourenço Mutarelli. O Jackson, do blog The Body Electric, falou sobre Cosmópolis, de Don DeLillo.

O jornal espanhol La Vanguardia entrevistou Carolina López, viúva de Roberto Bolaño.

No Meia Palavra, a Cleonice resenhou A Odisséia de Penélope, de Margaret Atwood, o Felippe falou sobre A arte de produzir efeito sem causa, de Lourenço Mutarelli, o Tiago escreveu sobre Elias Canetti e suas autobiografias, e o Luciano comentou De repente, nas profundezas do bosque, de Amós Oz.

O Portal R7 entrevistou Paulo Henriques Britto sobre a tradução do clássico Viagens de Gulliver. O Cassionei, do blog Porém, ah, porém, escreveu sobre esse clássico de Jonathan Swift.

O Breno, do blog Perplexivo, recomendou Anarquistas, graças a Deus, de Zélia Gattai. O Guilherme, do blog Touro bengala, falou sobre Seu rosto amanhã, de Javier Marías, enquanto o Guilherme, do blog Página Virada, falou sobre A era da empatia, de Frans De Waal.

A editora portuguesa Cotovia estreou um blog, e um livro lançado na Argentina conta que Jorge Luis Borges quase foi atropelado por causa de uma brincadeira de Guillermo Cabrera Infante.

O Pedro, do blog Letras in.verso e re.verso, falou sobre O amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence. A Rafa resenhou no blog Psychobooks o livro O palácio de inverno, de John Boyne.

O jornal El País perguntou a vários autores por que eles escrevem. No meio das explicações de escritores como Antonio Muñoz Molina e Javier Marías, aparece a resposta direta de Umberto Eco: “Porque gosto”.