Links da semana

Essa semana, Rafael Coutinho lançou um teaser de Mensur, projeto solo ao qual está se dedicando desde o lançamento de Cachalote, e que está previsto para sair pela Quadrinhos na Cia. em 2012. Em seu blog, Rafael explicou um pouco mais a história.

O suplemento literário do Estadão, Sabático, completou um ano, e pra comemorar você pode ler algumas das principais matérias publicadas durante o período.

João Paulo Cuenca foi a Portugal lançar O único final feliz para uma história de amor é um acidente, e participou do programa Ah, a literatura!

No Meia Palavra, o Lucas resenhou Suor, de Jorge Amado, a Taize comentou Maus, de Art Spiegelman, e a Ingrid leu Os combates de Aquiles, de Mano Gentil. O Felippe falou sobre Uma questão de loucura, de Ismail Kadaré, Uma certa paz, de Amós Oz, e O homem sentimental, de Javier Marías.

O Arthur, do blog O leitor comum, foi no lançamento de Ordinário em Curitiba e aproveitou para entrevistar Rafael Sica.

Carlo Carrenho, do PublishNews, fez um post explicando que a falência da Borders não reflete a situação de todas as livrarias.

O programa Milênio, da GloboNews, entrevistou Louis Begley, autor de O caso DreyfusSchmidt libertado, entre outros.

O Rafael Kalebe, do blog O Espanador, comentou Cozinha confidencial, de Anthony Bourdain. O Rafael Menezes, do mesmo site, falou sobre Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift.

Ronaldo Bressane, da Revista Alfa, selecionou alguns trechos de As entrevistas da Paris Review.

Sidney Gusman, editor do Universo HQ, conversou com o Pipoca e Nanquim e mostrou sua coleção de 35 mil quadrinhos.

O Yuri, do blog Livrada!, falou sobre A mulher que escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar, e Uma casa para o sr. Biswas, de V.S. Naipaul.

Um levantamento mostrou que 39% dos estudantes brasileiros possui no máximo 10 obras literárias em casa, e que jovens que convivem com livros têm melhor desempenho na escola.

Rodrigo Levino escreveu para o Veja Meus Livros sobre quadrinhos inspirados no cotidiano. João Francisco, do blog Mundo Próprio, falou sobre a ficção autobiográfica de J.M. Coetzee.

Giovanna Dealtry resenhou Vergonha, de Salman Rushdie, para o jornal O Globo. O Ramon, do Ambrosia, comentou 2666, de Roberto Bolaño.

O artista Ward Shelley desenhou um mapa incrivelmente detalhado da história da ficção científica.

O Felipe, do blog Mais 1 Livro, falou sobre Dez dias que abalaram o mundo, de John Reed. O Carlos, do blog Sociologia do Absurdo, comentou A sangue frio, de Truman Capote.

Josélia Aguiar, do Painel das Letras, falou sobre os títulos iniciais que quase acabaram batizando alguns clássicos, como Trimalchio in West Egg (O grande Gatsby) e The last man in Europe (1984). A casa que inspirou O grande Gatsby, aliás, corre o risco de ser demolida.

O trailer do novo livro de Michel Laub, Diário da queda, ficou pronto, e você pode assisti-lo em nosso canal do YouTube.

2 Comentários

  1. Resenhei em meu blog “Mecanismos Internos”, de J.M.Coetzee.

  2. Adriana de Godoy disse:

    O link com trechos das entrevistas da Paris Review está demais. Li o livro e não me canso de dar muita risada…esses escritores que amamos e suas insuperáveis respostas.
    Algumas são antológicas.
    Hemingway: É fácil para o senhor mudar de um projeto literário para outro, ou o senhor continua até o fim aquilo que começa? O fato de ter interrompido trabalho sério para responder estas perguntas prova que sou tão burro que deveria ser severamente castigado. E serei, não se preocupe.
    Borges: Antes de eu ir embora, o senhor se importaria de assinar meu exemplar de Labyrinths? Com prazer. Ah, sim, conheço esse livro. Tem meu retrato — mas eu realmente me pareço com isso? Não gosto desse retrato. Não estou sombrio demais? Abatido? Obscuro? Pesado? Essa sobrancelha…
    Auden: E tem esse seu novo poema, “Talking to Mice” [“Falando aos ratos”]. O senhor tem algum rato mitológico de sua preferência? Mitológico! Mas a que diabos você se refere? Existe algum, além do Mickey Mouse? Você deve estar querendo dizer ratos ficcionais!

    O entrevistador às vezes fala cada uma, mas imagina a cara da pessoa quando ouve uma resposta dessas…A do Hemingway é imbatível. Dá uma rascada só…é hilário demais. Por essas e outras nós os amamos.

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