Links da semana

Quem passar até o final do mês nas Lojas Saraiva dos shoppings Anália Franco (São Paulo), Iguatemi (Campinas) ou Rio Sul (Rio de Janeiro) encontrará um aparelhinho laranja inusitado entre os tablets e laptops.

E a Penguin-Companhia não foi a única que resolveu trazer de volta as máquinas de escrever: a Flavorwire juntou fotos de 19 autores posando com esses instrumentos que já foram fundamentais para seu trabalho.

Bernardo Carvalho é o novo colunista do Blog do IMS. Ele escreverá semanalmente sobre sua temporada em Berlim. Enquanto isso, a troca de correspondências entre Daniel Galera e André Conti está chegando ao fim.

A equipe do Pipoca e Nanquim falou sobre Filosofia no videocast da semana passada, e um dos quadrinhos mencionados foi Ordinário, de Rafael Sica.

Emma Straub escreveu um artigo na revista Slate sobre os clientes que vão às livrarias à procura de romance.

No Meia Palavra, Caetano Galindo escreveu um artigo instigando todos a ler a obra de David Foster Wallace. No mesmo site, o Luciano resenhou Às avessas, de Joris-Karl Hyusmans, o Tiago comentou Os últimos dias de Tolstói, e o Felippe falou sobre Do fundo do poço se vê a lua, de Joca Terron.

Antônio Xerxenesky defendeu a necessidade de uma literatura brasileira fantástica no Suplemento de Pernambuco.

A Maria Fernanda, do PublishNews, conta como foi a experiência de visitar a casa de José Saramago.

O Danilo, do blog O Jovem Pensante 2.0, resenhou Olhai os lírios do campo, de Erico Verissimo. A Flora, do blog re.verb, falou sobre Nas profundezas do bosque, de Amós Oz.

O The Independent fez uma lista com as melhores e piores mães da ficção, e Sophie Portnoy foi alvo de críticas.

O Yuri, do blog Livrada!, falou sobre Operação Massacre, de Rodolfo Walsh. O Ronaldo criou em seu blog um quadrinho inspirado no conto “Uma análise da obra de Hebert Quain”, de Jorge Luis Borges.

Um artigo do New York Times explica que os captchas, aquelas letrinhas distorcidas usadas para verificação na internet, ajudam o Google Books a decifrar o conteúdo de livros escaneados.

O gato diz adeus, de Michel Laub, enfrentou Outra vida, de Rodrigo Lacerda, no 6º jogo da Copa de Literatura Brasileira.

Ian McEwan respondeu perguntas de seus leitores — inclusive uma sobre o tema de seu próximo livro.

Hagamenon Brito resenhou Só garotos, de Patti Smith, em seu blog Pop Head. O Pedro, do blog Bulldozers and Dirt, falou sobre E os hipopótamos foram cozidos em seus tanques, de Jack Kerouac e William Burroughs.

Josélia Aguiar publicou mais duas estantes afetivas esta semana: a de Carola Saavedra e a de Daniel Galera.

Kelvin Falcão Klein resenhou Jakob von Gunten, de Robert Walser, para o jornal O Globo. O Fábio, do blog da Blooks, falou sobre A história do amor, de Nicole Krauss.

Maurício Santana Dias, tradutor responsável pelas nossas edições de O príncipeColeção de areia, entre outras, dará um curso no Centro Universitário Maria Antônia sobre os desafios da tradução literária.

6 Comentários

  1. Swing disse:

    Adorei o artigo do Caetano Galino, professor que nos presenteia às vezes falando de Ulysses no twitter.

    Renata Swing

  2. Muito legal.
    Só Deus sabe o quanto foi importante pra mim a maquina de escrever nas antigas!

    Adriano Santos
    Trabalho com: Router CNC
    São Paulo – SP

  3. […] enquanto vamos vencendo essas batalhas diárias, venho informar a vocês que nosso blog foi citado numa postagem no site da Companhia das Letras. Pode até ser uma citação simples, mas pra nós que temos gastado tempo com o blog tem sido algo […]

  4. Quero essa máquina pra mim! Mas melhor que a máquina é o que aparece datilografado no papel. Amei o inusitado da coisa. Que ideia brilhante.
    De todas as fotos de escritores com suas máquinas, sem dúvida alguma a melhor é a de John Cheever. Que foto. O escritor tem uma expressão inesquecível.
    Adorei o artigo do Caetano Galino, professor que nos presenteia às vezes falando de Ulysses no twitter. Talento excepcional pra unir Ulysses e microblog. É uma delícia lê-lo.
    Também gostei do artigo de Antônio Xerxenesky – reflexão interessante – e da resenha sobre “Jakob von Guten”.
    Obrigada.

  5. Carol disse:

    Que saudade da minha maquina de escrever!! Adorei a idéia.

  6. Realmente o Caetano instigou grande parte dos leitores do Meia a lerem DFW. Muitas pessoas perguntando sobre livros, novidades ou por qual começar.

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