Qual é seu clássico favorito?

Como explicou o editor André Conti em sua coluna da semana passada, a primeira etapa do trabalho realizado pelo selo Penguin-Companhia é a escolha dos livros que serão editados.

Pensando nisso, nós gostaríamos de saber: qual é o seu clássico favorito?

Deixe um comentário neste post com o título do seu livro clássico preferido, até as 23h59 do dia 19 de abril. No dia 20 sortearemos 2 comentários, e os respectivos autores poderão escolher um dos clássicos que a Penguin-Companhia lançou em março: Às avessas, de Joris-Karl Huysmans, ou Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.

319 Comentários

  1. Wênya disse:

    Difícil escolha…
    Cem anos de solidão, GG Márquez
    Vidas Secas, Graciliano Ramos

  2. Júnior Moreira de Souza disse:

    “Grande Sertão: Veredas” do Guimarães Rosa.

  3. Pamela Cabral disse:

    a fera na selva – henry james

  4. A obra de Shakespeare é a mais clássica dos clássicos, e dentro dela, sem dúvida, Hamlet estará sempre entre qualquer lista. Pra ser clássico é preciso viver como clássico e Hamlet encena uma das maiores questões do homem!

  5. Anna Paula Haddad disse:

    O Vermelho e o Negro, de Henri-Marie Beyle mais conhecido como Stendhal.
    Dentre tantos que eu amo, este é um dos que estão fortes na minha memória.

  6. Nathalia Albuquerque Eleuterio disse:

    Acho que posso colocar 1984, né? incrível, incrível!

  7. Tiago A. disse:

    ‘O Vermelho e o Negro’, de Stendhal.

  8. Neandro Thesing disse:

    Bah, um que me incomodou por muito tempo foi o Fausto, na versão do Goethe. É, pode ser esse…

    “Viva o povo brasileiro” do João Ubaldo pode ser considerado clássico? Também um dos meus preferidos – e bastante desprezado, por sinal.

  9. “Os irmãos Karamázov”. Esse livro arremata a obra do Dostoievski. Nela, por se tratar de um livro de maior fôlego, os tipos criados pelo autor nos outros livros se repetem e aparecem de forma mais desenvolvida – para evitar dizer “conclusiva”.

  10. para mim o melhor entre os melhores, sempre poético, sempre instigante, sempre enigmático: DOM CASMURRO, Machado de Assis.

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