Links da semana

266. The Realist Novel and the Experimental Novel

Notícias:

  • Lemony Snicket expressou apoio ao movimento Occupy Wall Street enviando 13 observações sobre o tema (OccupyWriters)
  • Na semana que vem, o Omelete e a Fnac promovem um festival voltado para a cultura pop, principalmente quadrinhos. Haverá um bate-papo com Lourenço Mutarelli. (KingCon 2011)

Adaptações:

  • A adaptação de O grande Gatsby com Leonardo DiCaprio ganhou uma data de estreia: 25 de dezembro de 2012 (Omelete)
  • “Lisbeth tem que ser como ET: estranha, mas cativante.” Leia uma matéria da Vogue com David Fincher e Rooney Mara.
  • Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios está na programação da 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
  • Foi divulgado um novo trailer de As aventuras de Tintim, desta vez com ênfase na ação e na aventura (UniversoHQ)

Entrevistas:

  • Jeffrey Eugenides sobre seu novo romance, The marriage plot, que a Companhia lança no 1° semestre do ano que vem: “Quando a narrativa deixou de ser puramente uma réplica de um romance do século 19 e tornou-se um romance sobre uma jovem obcecada com romances do século 19, e sobre o que tal obsessão faz com suas expectativas amorosas, o livro avançou um século. Tornou-se contemporâneo, passou a soar contemporâneo, e me permitiu escrever sobre várias coisas que eu não tinha conseguido abordar antes, como religião e Madre Teresa, maníaco-depressivos, o sistema de classes das universidades do leste americano na década de 1980, Roland Barthes, J.D. Salinger, a Oração de Jesus, e Talking Heads.” (The Millions)
  • Lygia Fagundes Telles, autora de Passaporte para a China: “Não existe gênero menor, existem escritores menores. Rubem Braga, Carlos Drummond, Clarice Lispector foram grandes cronistas. E não é fácil ser cronista, tem de ter inspiração, uma palavra que saiu da moda, mas em que eu acredito muito.” (O Globo)

Curiosidades:

  • J.G. Ballard geograficamente decodificado: um mapa com todos os lugares citados nos livros do escritor (Casmurros)
  • Para celebrar os 450 anos do falecimento de Claude Garamont, os franceses criaram um site especial com diversas informações sobre o tipógrafo e sua criação, a fonte Garamond.
  • Conheça a bela Biblioteca Pública do Acre (Livros e Afins)
  • “Hoje ninguém mostra os livros que tem na estante para nos dizer quem é.” Isabel Coutinho entrevista Erroll McDonald, editor da Random House que levou Fernando Pessoa e Mário de Andrade aos EUA. (Ciberescritas)
  • O mundo literário codificado: escritores, editores e críticos tentam decifrar alguns dos clichês usados em textos sobre livros (Almir de Freitas)
  • Anica sugere: adote um tradutor favorito e vá atrás do que ele já traduziu (Meia Palavra)

Resenhas:

  • Dois irmãos, de Milton Hatoum: “Se é o melhor livro da década passada, não sou capacitado para responder. Mas, certamente, é dos melhores livros que li nas últimas três décadas, desde que aprendi a ler.” (Fernando, crimineliber)
  • O anexo, de Sharon Dogar: “Os medos dos personagens foram transmitidos de tal forma que se tornaram meus.” (Junior, Coolture News)
  • Alguém para correr comigo, de David Grossman: “O modo como Grossman reconstruiu a Cidade Sagrada é sutil, ele utiliza como matéria prima as camadas mais profundas da vida da conflituosa cidade, coisas que passam invisíveis não só para os turistas, como também para a maioria de seus habitantes.” (Luciano, Meia Palavra)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “Com a narrativa simples, o autor consegue conquistar o público juvenil, e com a profundidade do enredo amizade, bullying, quebra de promessas, perdas e como lidar com elas ele vai cativar os leitores um pouco mais maduros.” (Mariana, Psychobooks)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “A história é tão ingênua, tão simples e, ao mesmo tempo, tão profunda… Uma mistura de inocência com nonsense, que faz da leitura uma agradável viagem pela mente infantil.” (Nanie’s World)
  • Zuckerman acorrentado, de Philip Roth: “Ao ler o conjunto das primeiras narrativas de Zuckerman fica ainda mais evidente o talento de Roth: erguer um herói em tempos sombrios e fazer com que sua trajetória percorra os grandes traumas do século 20 nos EUA. Mais que um símbolo de grandeza, Zuckerman é antes de tudo um homem, abandonado pelos deuses, vivendo no deserto do presente.” (Pedro, Mundo Livro)
  • Herzog, de Saul Bellow: “Moses E. Herzog sofre porque sua mulher o traiu com seu melhor amigo. Ele decide se agarrar às boas lembranças de amantes antigas e procurar conforto em outras mulheres, enquanto dá pitaco na vida de quase todo mundo à sua volta, do seu psicólogo ao presidente, de um vendedor de roupas a suas ex-mulheres, por meio de cartas que nunca serão entregues.” (Tiago, VIP)
  • Desonra, de J.M. Coetzee: “Desonra lida com uma porção de conflitos, que dizem respeito não somente à África do Sul, mas outros países e, em alguma medida, a realidade contemporânea.” (Lucas, Meia Palavra)
  • Os últimos soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais: “os ataques eram dos mais variados tipos, desde incursões ‘inofensivas’ ao território cubano, onde aviões sobrevoavam a ilha e jogavam panfletos das organizações anticastristas, até atentados terroristas a hotéis e praias turísticas.” (Iris, Literalmente falando)

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