Semana setenta e três

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Os lançamentos da semana são:

O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald (Tradução de Vanessa Barbara)
Considerado um dos livros mais importantes do século XX, O grande Gatsby é um consagrado sucesso de público e crítica. Em quase cem anos de sua publicação, teve adaptações para cinema, teatro e ópera e arrebatou milhares de fãs, entre eles, J.D. Salinger. O protagonista deste romance é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. O livro é narrado pelo aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Passa a conviver com a prima, Daisy (por quem Gatsby é apaixonado), o marido dela, Tom Buchanan, e a golfista Jordan Baker, todos integrantes da aristocracia tradicional. Na raiz do drama, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza. Leia os posts que a tradutora Vanessa Barbara fez sobre o livro.

O anel mágico da tia Tarsila, de Tarsila do Amaral
Este livro não foi escrito pela Tarsila pintora modernista, mas por sua sobrinha, que tem o mesmo nome e ganhou, quando pequena, o anel de brilhantes da tia. Em O anel mágico da tia Tarsila, ela mistura realidade e ficção para apresentar, de maneira atraente às crianças, a vida e a obra de uma das maiores artistas brasileiras. Na história, ao pôr o anel que herdou da tia, Tarsilinha a encontra em diferentes momentos: brincando na fazenda onde passou a infância; estudando no colégio de freiras; em Paris, aluna de Fernand Léger; depois, casada com Oswald de Andrade… Nas diversas passagens, Tarsila aparece trabalhando em seus quadros mais famosos, que ocupam páginas inteiras do livro, e Tarsilinha trava amizade com alguns dos personagens das obras. No final, uma cronologia esmiúça a vida da pintora, e apresenta outras das suas obras mais importantes. Um retrato único, feito por quem conviveu afetivamente com a própria Tarsila do Amaral e também com os seus quadros.

Sombras no asfalto, de Luís Dill
Para Coralina, uma jovem de 16 anos, acordar era um processo lento e penoso. Mas, um dia, ela desperta e não há nada disso, apenas o ronco do motor de um caminhão. Cora se vê sozinha em um quarto de motel de beira de estrada, com um buquê de rosas vermelhas, uma sacola cheia de dinheiro e uma perna mecânica em cima da cama. O telefone do quarto toca e uma voz desconhecida aconselha- a a correr, fugir pela janela. Ao longo desse dia anormal, Coralina vai contar com a ajuda de um casal de idosos e de um garoto da sua idade, todos com atitudes suspeitas. Como em todo bom romance policial, a resposta para esse grande mistério é completamente surpreendente e chega apenas no final. E, no caso de Sombras no asfalto, diz respeito a uma questão típica da adolescência.

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