Links da semana

Curiosidades:

  • Túmulo de Oscar Wilde em Paris será protegido contra beijos (Folha)
  • Você nasceu para escrever. E agora? (Todoprosa)
  • E se escritores como Virginia Woolf, Geoffrey Chaucer e Raymond Chandler tivessem escrito livros de culinária? (The Independent)
  • Cases de iPhone para fãs dos clássicos (Almir de Freitas)
  • 37 bibliotecas incríveis (Livros e afins)
  • Os computadores podem ajudar você a achar o livro que deseja ler? (PublishNews)
  • O site Daily Routines juntou respostas de vários escritores e artistas sobre suas rotinas diárias.

Entrevistas:

  • Misha Glenny, autor de Mercado sombrio: “Nós nem sempre nos damos conta de como nossa vida ficou dependente da tecnologia de computadores. É uma coisa que temos que começar a entender. Proteger-se é reduzir risco.” (Estadão)

Resenhas:

  • O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald: “São poucos autores que conseguem captar o espírito da sua própria época com tanta destreza e de uma forma tão interessante.” (Bell, Nem um pouco épico)
  • Teatro, de Bernardo Carvalho: “As falsidades bem ensaiadas, os estudados simulacros, as melhores atuações de atores sobre o palco (como diz um bolero antigo) deleitam do começo ao fim. Fazia tempo que não lia algo tão instigante e provocador.” (Aguinaldo, Livros que eu li)
  • Não há nada lá, de Joca Reiners Terron: “O Apocalipse seria um mundo sem livros? Sem a literatura e toda a carga de pensamentos e reflexões e influências que ela traz? Para as personagens de Joca Reiners Terron e, concordo, para mim, um mundo sem a literatura é inimaginável.” (Taizze, Meia Palavra)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “é uma daquelas histórias grandes que não precisam de infinitos plot twists e enredos complicadíssimos para se garantir. É simples, como a infância. Exatamente por isso que é tão tocante. (Cherry, Nem um pouco épico)
  • Nêmesis, de Philip Roth: “o novo livro de Roth mostra justamente o ponto onde a literatura jamais poderá ser superada por qualquer outra mídia ou suporte narrativo.” (Noah, Mais 1 livro)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Tudo em Asterios Polyp foi cuidadosamente planejado: o layout das páginas, o estilo e técnicas de ilustração empregadas, a escolha e utilização da paleta de cores, o desenho da tipografia e balões específicos de cada personagem, a capa, o papel em que foi impresso.” (Liber, Universo HQ)
  • 28 contos e A crônica dos Wapshot, de John Cheever: “Apenas quando um homem doma a intransigência profunda das palavras, ele se torna de fato um escritor. John Cheever é um desses homens que sabe dobrar, torcer, aplainar palavras” (Paula Cajaty, Rascunho)

Um Comentário

  1. […] Imagem: Blog da Companhia das Letras […]

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