Links da semana

Curiosidades:

  • Comemorações em 2012 marcam o centenário do nascimento de Jorge Amado: obra do escritor baiano vai ser tema de mostra no Museu da Língua Portuguesa (Estadão)
  • 9 coisas que você não sabia sobre Jane Austen (Huffington Post)
  • Awesome people reading: fotos de pessoas conhecidas lendo livros, jornais e revistas
  • 12 autores que se recusam a escrever em computadores (AOC)
  • Volta ao mundo em (mais de) 80 livros: escolha um país e receba uma dica de leitura! (Educar para crescer)
  • The joy of books: uma animação mostra o que acontece na livraria durante a noite (YouTube)
  • Capitães da areia em videogame: 7 jogos inspirados no livro de Jorge Amado, inclusive um para facebook (Vá ler um livro)

Entrevistas:

  • Rubens Figueiredo, autor de Passageiro do fim do dia: “O trabalho do escritor também pode ser encarado como uma tradução. Imagens, impressões, emoções, expectativas, idéias, na maioria das vezes, não se apresentam em forma de linguagem verbal. O escritor tenta traduzi-las em seu idioma, em palavras, frases, parágrafos. A rigor, a tradução faz parte de toda prática da língua, mesmo em nosso cotidiano mais corriqueiro.” (Saraiva Conteúdo)
  • Orhan Pamuk, autor de O romancista ingênuo e o sentimental: “Escrever um romance é se identificar com pessoas. Não apenas o seu tipo de pessoa, mas com pessoas que são muito diferentes de você.” (Época)
  • Lourenço Mutarelli, autor de Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente: “Eu queria uma coisa mais libertária, uma coisa mais experimental. Acho que a gente tem que recuperar um pouco o experimental, no bom sentido. O fato de você se profissionalizar é muito perigoso. É muito perigoso você se acostumar no que dá certo e ficar fazendo isso. Mas eu não quero isso, quero experimentar, no melhor sentido. ‘Experimentar’ fica uma coisa meio… quero ter prazer no que eu faço e ter surpresa ou sei lá. Eu não quero fazer o que sei fazer. Eu não sei fazer nada, mas não quero aprender a fazer nada também.” (RioComicon)

Adaptações:

Concursos e promoções:

  • O blog Nem um pouco épico, que organiza o Desafio Clássico, vai sortear um kit com 2 livros da Penguin-Companhia.

Resenhas:

  • Zuckerman acorrentado, de Philip Roth: “A inteligência, o humor e a ironia espetaculares de Roth por si só já me captariam a atenção para a série, mas há algo ainda mais encantatório: os temas. Os temas das narrativas envolvendo Zuckerman são irresistíveis para mim: a ambivalência familiar, as dificuldades com as mulheres, o desafio às tradições, o afã contracultural, os limites e as possibilidades da ficção autobiográfica, etc.” (Sergio Vilas-Boas, Jornal Rascunho)
  • Elogiemos os homens ilustres, de James Agee e Walker Evans: “A série memorável e pioneira de reportagens produzidas por Evans e Agee na década de 1930 retratou a vida dura das famílias de agricultores no sul e no sudeste dos Estados Unidos, levadas à miséria pelos reflexos econômicos do crash de 1929 da Bolsa de Valores de Nova York.” (José Antônio, Semióticas)
  • Noites das mil e uma noites, de Naguib Mahfouz: “Mahfouz nos presenteia com uma prosa direta, simples, coerente e bela. Acontecimentos se sucedem rapidamente em capítulos breves, mas que têm muito a nos dizer — sobre a cultura árabe e sobre nós mesmos.” (Camila, Livros abertos)
  • Madame Bovary, de Gustave Flaubert: “O que faz de Madame Bovary um clássico não é a história, mas como ela é contada. Cada frase tem um significado, e foi cuidadosamente pensada pelo autor. Flaubert faz praticamente um estudo psicológico de cada um de seus personagens, e os torna reais e realistas, sem julgá-los, ou melhor, deixando o julgamento a cargo do leitor.” (Kika, Meia Palavra)
  • Claraboia, de José Saramago: “O mosaico construído pelo narrador, que se constitui a partir da rotina dos moradores de um simplório prédio de Lisboa, no início dos anos 1950, já permite que vislumbremos muitas das ideias que José Saramago retomaria em textos futuros.” (revista Macondo)