Links da semana


(Ilustração de Kate Beaton)

Curiosidades:

  • Os melhores livros de todos os tempos, segundo votação de 125 escritores famosos (The Atlantic)
  • 9 vídeos inspirados nas cosmicômicas de Italo Calvino (Almir de Freitas)
  • Uma almofada idealizada para facilitar a leitura no sofá ou na cama (Livros e afins)
  • Faça um teste e veja com qual poema de qual heterônimo pessoano você se identifica (Educar para crescer)
  • O dia em que Roberto Bolaño decidiu ser romancista: novos documentos explicam por que ele trocou os poemas pelos romances. (Revista Ñ)
  • 10 escritores listam seus livros favoritos (Flavorwire)
  • The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore: um curta-metragem sobre o poder dos livros está concorrendo ao Oscar! (Bibliophile)
  • Dois sites que reúnem fotos de tatuagens com inspirações literárias: Contrariwise e The word made flesh
  • Em uma carta de 1922, F. Scott Fitzgerald informa seu editor que quer começar a escrever uma história bela, simples e extraordinária — é a primeira menção ao romance que viraria O grande Gatsby. (Letters of Note)
  • Os 11 mandamentos que Henry Miller escreveu para si mesmo. (Lists of Note)

Notícias:

  • Notas sobre Gaza, de Joe Sacco, será adaptado para o cinema (Vá ler um livro)
  • O Alufá Rufino ganhou o Premio Casa de las Américas na categoria Literatura Brasileira.
  • Faleceu hoje Wislawa Szymborska, poetisa polonesa que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1996 (Mundo Livro)

Entrevistas:

  • Ruy Castro: “E qual a diferença da literatura para com os jornais? É que, no livro, você descobre que os personagens pensam, sentem, amam, odeiam — enfim, têm uma rica vida interior. Parecida com a sua.” (Jornal Rascunho)

Resenhas:

  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Com um humor raro e refinado, fez de sua reportagem uma saborosa história, em que mistura pesquisa bibliográfica, entrevistas e impressões sobre João Gilberto, o Rio, o Brasil e sobre si mesmo.” (Gonçalo Junior, Valor Econômico)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Um artista, seja qual for seu gênero de expressão, não pode nunca se acomodar. Nem no fracasso, nem no sucesso. E David Mazzucchelli, para nosso deleite, não se acomodou. O que encontraremos em Asterios desafia qualquer conceito pré estabelecido em quadrinhos.” (Lillo, Quadro a quadro)
  • As coisas, de Georges Perec: “O que importa não é o que acontece ao casal, mas o seu aprendizado das regras da vida moderna, das aspirações adequadas, dos índices de distinção e de pertencimento social sem os quais as pessoas não eram — não são — ninguém.” (Luciano Trigo, G1)
  • A maldição da pedra, de Cornelia Funke: “Cornelia me surpreendeu. A autora criou todo um mundo cheio de elementos sobrenaturais e fantásticos, nele colocou os nossos velhos conhecidos contos de fadas — mas não da maneira que são contados pra gente e sim de uma forma tão singular que o leitor tem a impressão de que os ‘verdadeiros’ contos são os de Cornelia.” (Dana, Feed your head)
  • A vida de Joana d’Arc, de Erico Verissimo: “Érico é muito feliz ao retratar a história de Joana d’Arc de maneira tão delicada e íntima, tanto que por vezes temos a sensação de enxergarmos os fatos pelos olhos da menina ingênua, forte e temente a Deus. Através da habilidade do escritor gaucho, até mesmo os momentos de maior angústia durante as guerras e o trágico desfecho tornam-se tocantes.” (Roberto, Meia Palavra)
  • Reparação, de Ian McEwan: “Leiam para serem levados por uma trama que vai fazê-los suspirar, chorar e aprender um pouco mais sobre o sentimento humano.” (Diego, Feed your head)

Deixe seu comentário...





*