Links da semana

Curiosidades:

  • Quem é melhor: Tolstói ou Dostoiévski? Oito experts em literatura russa dão sua opinião (The Millions)
  • Precisa-se de novos críticos literários: Pedro Almeida critica a pouca atenção que os suplementos literários dão à literatura comercial (PublishNews)
  • Ilan Brenman, autor de diversos livros infantis, foi ao Programa do Jô para falar sobre literatura e o politicamente incorreto. Veja o programa aqui.
  • A ONG Worldreader deu ereaders para estudantes de Ghana, e percebeu aumentos significativos nos índices de leitura das crianças (GigaOm)
  • Madame Bovary resumido em um gráfico (PWxyz)
  • Julgue um livro pela capa: assista à conferência TED de Chip Kidd, um dos mais famosos capistas americanos.
  • 12 bibliotecas móveis impressionantes (Flavorwire)
  • 10 prédios inspirados em livros (Flavorwire)
  • John Updike sugere 6 regras para critícos literários (Bibliotecário de Babel)
  • O Instituto Moreira Salles promoveu um bate-papo sobre Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Assista a íntegra dessa conversa entre Flávio Pinheiro e Matinas Suzuki Jr.
  • 10 instalações construídas com livros (Flavorwire)
  • Já pensou como seria um reality show tipo America’s Next Top Model… com escritores? O Entertainment Weekly tentou imaginar um programa assim.
  • Thomas Pynchon completou 75 anos dia 8, e o Mais1Livro preparou um especial sobre esse autor recluso.
  • Ecologicamente incorreto: comparações feitas por Nick Moran mostram que um ereader teria que ser usado por 5 anos para causar um impacto ecológico menor que os livros impressos (The Millions)
  • Um papo sobre literatura, cinema e quadrinhos com Lourenço Mutarelli (Saraiva Conteúdo)

Notícias:

  • O poeta Simon Armitage resolveu aproveitar as Olimpíadas para propor uma reunião de poetas de todos os países que participam da competição — e Paulo Henriques Britto foi escolhido para representar o Brasil.
  • Brooklyn, de Cólm Tóibin, virará filme com roteiro de Nick Hornby e Rooney Mara no papel principal (Hollywood Reporter)
  • Inundação na Biblioteca Nacional causou danos maiores do que os anunciados pela instituição (O Globo)
  • A HBO resolveu não produzir o seriado inspirado em As correções, que teria Ewan McGregor e Maggie Gyllenhaal no elenco (Omelete)
  • Uma parte da obra de Laerte foi perdida após um assalto à casa do cartunista (G1)
  • O lançamento do filme Cosmópolis foi adiantado para 13 de julho no Brasil, e mais dois clipes foram divulgados (Omelete)
  • Orhan Pamuk inaugurou na Turquia o Museu da Inocência, espaço que aparece no seu romance de mesmo nome, e que reúne objetos dos personagens fictícios. Veja algumas fotos.
  • Com obras atreladas a um certo estigma de exotismo, escritores brasileiros portugueses, angolanos e moçambicanos tentam conquistar igualdade no mercado editorial internacional (Gazeta do Povo)

Entrevistas:

  • Alex Bellos, autor de Alex no País dos Números: “No colégio, eu era bom em inglês e matemática. Todos falavam que a aula de inglês é mais criativa, porque é algo que nós lemos e escrevemos histórias. Mas a matemática é ainda mais criativa. Você tem de inventar uma linguagem própria para solucionar um problema.” (Link)
  • Ali Smith, autora de A primeira pessoa e outros contos: “Ficção significa todos os possíveis eus. E se pensarmos em apenas uma pessoa, tantos eus habitam essa pessoa. Então, cada eu é nós, você, ele, ela, eles.” (Estadão)

Resenhas:

  • Contra o dia, de Thomas Pynchon: “é o exemplo máximo da prosa descontrolada do misterioso autor, um dos principais nomes da literatura norte-americana contemporânea” (Antônio Xerxenesky, Bravo!)
  • Patrimônio, de Philip Roth: “No esforço de registrar o sofrimento do pai e também a própria tristeza de perdê-lo, Roth faz um tributo ao homem que o criou.” (Irinêo Baptista, Gazeta do Povo)
  • Segundos fora, de Martín Kohan: “É difícil imaginar um livro que tenha tratado de forma tão fidedigna os eventos de uma luta de boxe, assim como tenha sido tão respeitoso e vibrante ao abordar as minúcias da música clássica. Da mesma forma, como todo bom romance policial, um livro capaz de deixar a resolução do mistério literalmente na última folha e sem perder a tensão narrativa é um feito notável.” (Gustavo, Amálgama)
  • Festa no covil, de Juan Pablo Villalobos: “São pequenos detalhes narrados com sutileza e inocência que  vão delimitando uma vida que aparenta ser normal, mas é moldada por armas, cadáveres e vinganças.” (Clícia, Silêncio que eu tô lendo)
  • Uma morte em família, de James Agee: “seus trechos poéticos têm o dom de encantar e surpreender o leitor, especialmente quando mesclados com um tema tão doloroso e delicado quanto a morte.” (Camila, Livros abertos)
  • A magia da realidade, de Richard Dawkins: “Seu objetivo é mostrar que a realidade de cada fato natural é mais maravilhosa que a história mítica inventada para explicá-lo.” (Amanda, O espanador)
  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “O alemão não queria uma entrevista, uma fotografia ao lado do ídolo, um autógrafo, nada disso. Queria apenas ouvi-lo tocar Ho-ba-la-lá em seu violão.” (Zema, Musa Rara)