Links da semana

Curiosidades:

  • Por que os homens deveriam ler mais ficção? (Papo de homem)
  • “Rumo aos 40 anos de idade, o escritor gaúcho Michel Laub tornou-se um dos mais importantes valores ascendentes da literatura brasileira do século XXI.” Perfil de José Castello sobre nosso autor e colunista. (Valor Econômico)
  • Heranças em forma de livros: que livros da sua juventude você gostaria que seus filhos lessem? (Literalmente falando)
  • Cristiane Costa fala sobre as dores e delícias de ser mediadora dos debates da Flip.
  • O design de fontes na era digital (Deutsche Welle)
  • A ficção que sente vergonha: texto de José Castello sobre a crítica literária (Valor Econômico)
  • Bernard Quaritch, uma livraria de raridades digna de ficção (O Globo)
  • Chegou a hora de ler Ulysses? Talvez, mas sem estresse. (Todoprosa)
  • A Folha comparou trechos de Ulysses nas três traduções brasileiras disponíveis.
  • O editor André Conti conversou com a Rádio Batuta sobre Ulysses.
  • Lira Neto conversou com Josélia Aguiar sobre a memorabilia que acabou reunindo enquanto escrevia a biografia de Getúlio Vargas (Livros Etc)

Notícias:

  • A nova adaptação de O grande Gatsby ganhou seu primeiro trailer. Leonardo DiCaprio, Carey Mulligan e Tobey Maguire interpretam os personagens principais.
  • No blog da FlipJosé Luis Peixoto conta sobre as duas vezes em que participou do festival, e anuncia que estará presente na edição deste ano para ler na íntegra seu primeiro livro.
  • Um professor de Tocantis usa a literatura para discutir a diversidade sexual e combater a homofobia (Terra)

Entrevistas:

  • Alan Riding, autor de Paris, a festa continuou: “Minha preocupação é com a presença do Estado, que é muito forte na França e acaba limitando a liberdade criativa do artista. Nós já vimos isso na Alemanha, na União Soviética, no Brasil e em Cuba. O artista precisa ter um elemento de perigo na vida para poder criar. Não deve haver limites nem arestas para a criação artística.” (O Globo)
  • Martín Kohan, autor de Segundos fora: “Em vez do relato linear e ordenado das histórias totais, pensei em uma história desmontada, no sentido em que se desmonta um quebra-cabeças, que tem de ser reconstituído. Por isso se sobrepõem na história diversos tipos de investigação: histórica, jornalística, policial, como tentativas para remontar um enredo e um significado que tivessem sido feitos em pedaços.” (Mundo Livro)
  • Lira Neto, autor de Getúlio: “Getúlio tinha uma relação muito particular com o tempo. Nunca apressava os acontecimentos. Muitas vezes, passou por hesitante, cauteloso em demasia, não raro por medroso. Mas esse era um dos traços definidores de sua ação política. Era um observador astuto do cenário que o rodeava. Só entrava em ação quando conseguia fazer uma leitura completa da conjuntura, sopesando possibilidades e riscos.” (Zero Hora)

Resenhas:

  • O que deu para fazer em matéria de história de amor, de Elvira Vigna: “Elvira Vigna é a melhor ficcionista brasileira viva que só um reduzido número de leitores ouviu falar: há mais de uma década escreve romances sólidos e criativos, cada um deles diferente do anterior.” (Vinicius Jatobá, Estadão)
  • Em casa, de Bill Bryson: “Em cada página aprendemos duas ou três coisas interessantes, da etimologia de palavras inglesas aos fatos mais triviais. Ele parte de uma visita à sua própria casa para traçar uma ampla história da vida privada.” (Cora Rónai)
  • Coração de tinta, de Cornelia Funke: “entrou para a lista de livros mais do que favoritos! Cornelia Funke escreve de forma doce, fluída e quase poética. Estou encantada.” (Juh, Livros e blablablá)
  • Getúlio, de Lira Neto: “Lira usou o talento de repórter investigativo para recriar os passos de Getúlio, num texto que cativa o leitor — o início da revolução é narrado como um thriller.” (Mariana Timóteo, O Globo)
  • Elogiemos os homens ilustres, de James Agee e Walker Evans: “As 61 fotos em preto e branco de Evans mostram  toda a experiência vista e vivida pelos dois autores e emocionam os leitores que se dispuserem a imaginar a situação de miséria do outro.” (Carla, Blog da Parlare)
  • O Diabo e Sherlock Holmes, de David Grann: “os eventos narrados parecem ter sido escolhidos a dedo para mostrar o que o ser humano tem de mais peculiar. São 12 textos que abordam os mais variados temas, que vão desde a morte de um especialista em Sherlock Holmes até a caçada por uma lula gigante.” (Anica, Meia Palavra)
  • Por isso a gente acabou, de Daniel Handler e Maira Kalman: “Enquanto esperava por um romance meigo e sutil, deparei-me com uma paixão avassaladora, rebelde e descontrolada como é a própria adolescência, mas bem longe de ser utópica ou romântica. Realista, na verdade, em seu tom mais agudo.” (Ana, Na parede do quarto)

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