Semana duzentos e setenta e cinco

Companhia das Letrinhas

O coelhinho que queria dormir, Carl-Johan Forssén Ehrlin (Tradução de Eduardo Brandão)
Assim como acontece com muitas crianças, o coelho Roger está cansado mas não consegue dormir. A mamãe coelho então resolve levar o pequeno até o Senhor dos Bocejos, que sabe exatamente o que fazer para resolver o problema. Por meio de uma história simples, mas contada com as palavras e a entonação certa, o terapeuta sueco Carl-Johan Forssén Ehrlin ajuda os adultos a conduzirem as crianças a um estado de relaxamento que vai ajudá-las a adormecer com tranquilidade – tanto de noite quanto na soneca diurna, transformando a hora de dormir em um momento prazeroso para toda a família. Publicado inicialmente de forma independente, este livro virou febre nos Estados Unidos e Inglaterra, alcançando o primeiro lugar na lista da Amazon. Testado por milhares de pais e aprovado por seus filhos, o método revolucionário de Ehrlin vai trazer um final feliz agora também para o dia de muitos brasileiros.

Objetiva

Bateau Mouche – Uma tragédia brasileira, Ivan Sant’Anna
Perplexidade e indignação marcaram o primeiro dia de 1989. Na véspera, cerca de 150 pessoas saíram da enseada de Botafogo a bordo do Bateau Mouche IV em direção à praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para assistir aos fogos de artifício. No caminho, o barco naufragou, matando mais de cinquenta pessoas. Decisões equivocadas, negligência e falta de fiscalização foram alguns dos motivos que levaram o Bateau ao seu trágico destino. O número de mortos só não foi maior porque um iate e uma traineira conseguiram salvar quase cem náufragos. Num meticuloso trabalho investigativo, Ivan Sant’Anna reconstitui as causas do acidente, recuperando as dramáticas histórias daqueles que passaram pelo terrível episódio.

Meu livro do Rio, Luiz André Alzer e Bruno Drummond
Dos shows a partidas de futebol marcantes, passando pelas melhores dicas para visitar pontos turísticos clássicos ou nada convencionais,Meu livro do Rio vai do Leme ao Pontal permeado por uma farta lista de curiosidades. É um guia? Um almanaque? Um diário? Meu livro do Rio é um pouco disso tudo. Pode ser útil para o leitor conhecer um cantinho novo da cidade. Ou para redescobrir um velho lugar. Pode revelar curiosidades, ajudar a desempatar dúvidas ou simplesmente proporcionar uma leitura agradável. E, quem sabe, ainda vai ajudar a organizar anotações, fotos e outros cacarecos que ficam espalhados (e perdidos) em blocos, celulares e redes sociais. Meu livro do Rio tem o jeitão carioca. É irreverente e despretensioso, mas com um olhar aguçado sobre a cidade. Só não tem a pretensão de ser definitivo. Cada um pode completar, discordar ou rabiscar como achar melhor. Se tudo correr bem, depois de algum tempo as páginas estarão bem diferentes, com a cara do leitor.

Suma de Letras

Doctor Who – Cidade da Morte, Douglas Adams e James Goss (Tradução de Regiane Winarski)
Paris, 1979. O Doutor leva Romana para um dia de folga, mas, enquanto almoçam em um dos charmosos cafés da cidade, o tempo parece saltar, deslizando alguns segundos para trás. Intrigado, o Doutor não demora a identificar uma rachadura no espaço-tempo. Em outro canto da capital francesa, o conde Scarlioni patrocina perigosas — e caríssimas — experiências com o tempo. Para isso, decide roubar a Mona Lisa e revendê-la. Um plano ousado, ainda mais quando os Senhores do Tempo descobrem que ele tem não apenas uma, mas sete Mona Lisas escondidas no porão: e todas são verdadeiras. Com a ajuda do detetive Duggan, especialista em esmurrar pessoas, o Doutor e sua companion precisam deter os planos do elegante e misterioso conde Scarlioni — e das onze versões dele! —, para que a humanidade tenha chance de sobreviver.

Alfaguara

João e os 10 pés de feijão, José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
O conto de fadas “João e o pé de feijão” é de origem inglesa e foi publicado pela primeira vez no início do século XIX. Desde então, ganhou inúmeras versões e adaptações. Neste livro, há todo tipo de feijão mágico. Rosinha, roxinho, preto, bolinha, vermelho… Mas não é só isso. Dependendo da qualidade do feijão, os destinos de João, sua mãe e o gigante tomam rumos bem diferentes. Um parque de diversões, um casamento inusitado, um besouro gigante, sete vaquinhas coloridas e até um desfecho triste, mas muito triste, compõem essas criativas reinterpretações da clássica história infantil. Você só tem que escolher seu feijão predileto para saber aonde essa aventura vai te levar.

2 Comentários

  1. admin disse:

    Obrigado, Lucas! Já corrigimos no post. :)

  2. Lucas disse:

    Uma correção importante. É Douglas Adams, e não Douglas Abrams!

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