DW Ribatski

Sonho

Por DW Ribatski

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DW Ribatski nasceu em Curitiba em 1982. É artista plástico, ilustrador e quadrinista. Já colaborou com diversas publicações, como o caderno Ilustríssima da Folha de S.Paulo e a revista Superinteressante, entre outras. Nas HQs, publicou Campo em branco (Quadrinhos na Cia., 2013), Como na quinta série (Balão Editorial, 2012), La naturalesa (coleção MIL, Cachalote/Barba Negra, 2011), Vigor Mortis (Quadrinhofilia/Zarabatana Books, 2011, com José Aguiar e Paulo Biscaia) e Dois (Roax Press, 2013). Contribui para o blog com uma coluna mensal de quadrinhos.
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Fogo

Por DW Ribatski

Não posso dizer que fiquei leve ao fazer essa HQ, mas algo urge em sair FORA, certo?

DWR.

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DW Ribatski nasceu em Curitiba em 1982. É artista plástico, ilustrador e quadrinista. Já colaborou com diversas publicações, como o caderno Ilustríssima da Folha de S.Paulo e a revista Superinteressante, entre outras. Nas HQs, publicou Campo em branco (Quadrinhos na Cia., 2013), Como na quinta série (Balão Editorial, 2012), La naturalesa (coleção MIL, Cachalote/Barba Negra, 2011), Vigor Mortis (Quadrinhofilia/Zarabatana Books, 2011, com José Aguiar e Paulo Biscaia) e Dois (Roax Press, 2013). Contribui para o blog com uma coluna mensal de quadrinhos.
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O machete

Por DW Ribatski

Este conto faz parte do livro 50 contos de Machado de Assis, selecionados por John Gledson.

Machadão é um dos meus autores favoritos, e este conto que abre a coletânea é muito interessante pela contemporaneidade que exala. A mulher do tocador de violino erudito o larga pelo tocador de machete (cavaquinho). O tema, que poderia ter tom chistoso, é retratado por ele de uma forma amargurada, na perda de espaço e voz do antigo com a chegada do novo. A história é uma boa analogia, se pensarmos, da chegada do funk carioca como forma muito mais popular que o samba e o pagode, por exemplo.

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Candy Says

Por Dw Ribatski

Lou Reed e Velvet Underground são dos meus artistas favoritos. Esta HQ é a letra de “Candy Says”, “traduzida” como todas as suas outras músicas por Christian Schwartz e pelo meu conterrâneo curitibano Caetano W. Galindo (que também traduziu Ulysses do Joyce, saque a responsa) no magnífico livro Atravessar o fogo, lançado pela Companhia das Letras em 2010, três anos antes de sua morte. Recomendo, obviamente, a audição da canção durante a leitura.

Lembrei por causa dessa letra de uma música do Clinic, quarteto de Liverpool (sim!), que começa com uma referência, a música se chama “Distortions” e trouxe também boas lembranças de outros tempos.

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DW Ribatski nasceu em Curitiba em 1982. É artista plástico, ilustrador e quadrinista. Já colaborou com diversas publicações, como o caderno Ilustríssima da Folha de S.Paulo e a revista Superinteressante, entre outras. Nas HQs, publicou Campo em branco (Quadrinhos na Cia., 2013), Como na quinta série (Balão Editorial, 2012), La naturalesa (coleção MIL, Cachalote/Barba Negra, 2011), Vigor Mortis (Quadrinhofilia/Zarabatana Books, 2011, com José Aguiar e Paulo Biscaia) e Dois (Roax Press, 2013). Contribui para o blog com uma coluna mensal de quadrinhos.
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História da vida privada

Por DW Ribatski

Novamente um texto que assusta por sua semelhança com nossa realidade mesmo se passando há milênios atrás.

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Quadrinização de História da vida privada — Vol. 1.

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DW Ribatski nasceu em Curitiba em 1982. É artista plástico, ilustrador e quadrinista. Já colaborou com diversas publicações, como o caderno Ilustríssima da Folha de S.Paulo e a revista Superinteressante, entre outras. Nas HQs, publicou Campo em branco (Quadrinhos na Cia., 2013), Como na quinta série (Balão Editorial, 2012), La naturalesa (coleção MIL, Cachalote/Barba Negra, 2011), Vigor Mortis (Quadrinhofilia/Zarabatana Books, 2011, com José Aguiar e Paulo Biscaia) e Dois (Roax Press, 2013). Contribui para o blog com uma coluna mensal de quadrinhos.
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