Links da semana

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[Estão abertas as inscrições para a seleção de blogs parceiros da Companhia das Letras. Para participar, basta preencher o formulário.]

Curiosidades:

  • Para os fanáticos por pontuação: o que o seu sinal favorito diz sobre sua personalidade (Bryan Thomas Schmidt)
  • Lev Grossman fala sobre os prazeres e perigos de ler andando (TIME)
  • As peças de Shakespeare foram importantes não apenas para a literatura, mas também para a criação de uma identidade britânica, defende o historiador Simon Schama (Financial Times)
  • Assista a 10 curta-metragens inspirados em contos (Flavorwire)
  • Ebooks infantis interativos podem ser divertidos, mas não ajudam na instrução das crianças: pesquisadores descobriram que as animações distraem os pequenos leitores, e como resultado eles não absorvem tantos detalhes da narrativa (The Guardian)
  • Milton Hatoum indica 5 livros que falam de amor (Educar para crescer)
  • Depois de Madame Bovary, é a vez de Crime e castigo ser resumido em apenas um gráfico (PWxyz)
  • 10 cartuns literários para animar sua leitura (Listas Literárias)
  • Cinco videogames populares inspirados em livros (Paste Magazine)
  • “Que livro eu deveria ler para as garotas me acharem atraente?” A Paris Review tenta responder esta questão.
  • Carola Saavedra escreveu um conto com o tema “Música em tempos de guerra e paz” para a Revista Osesp, leia aqui.
  • Casos de amor na literatura: uma lista de casais formados por escritores, inclusive alguns que não deram muito certo… (O Espanador)
  • Escolha qual livro da Patricia Highsmith combina mais com você: a ferramenta recomenda um título de acordo com suas preferências de cenário e tipo de crime.

Notícias:

  • Como preparação para o Bloomsday, que acontece neste sábado, o Meia Palavra organizou um Especial James Joyce, com diversos textos sobre o escritor e sua obra.
  • Foram divulgadas novas imagens da adaptação de O grande Gatsby. O filme, com Leonardo DiCaprio, Carey Mulligan e Tobey Maguire tem estreia prevista para 4 de janeiro de 2013 no Brasil. (Omelete)
  • No festival literário Hay on Wye, Martin Amis disse acreditar que as mulheres escrevem melhor sobre sexo que os homens, e também que há mais sinceridade em sua escrita (BBC)
  • A Flip anunciou que os ingressos para a mesa bônus, com Angeli e Laerte, serão vendidos dia 18, às 10h (Flip.org)
  • Sopro criativo: em entrevista ao Estadão, Lygia Fagundes Telles conta que faz mudanças na própria obra para melhorá-los e torná-los mais atuais.

Resenhas:

  • A trama do casamento, de Jeffrey Eugenides: “Até pelos interesses literários de Madeleine, você passa um tempo imaginando que ela deveria ser a figura romântica da história. Uma mulher que sonha com o homem perfeito para o casamento ideal. Mas não. Uma das qualidades de A trama do casamento é, exatamente, a capacidade que os personagens têm de surpreender.” (Irinêo Baptista Netto, Gazeta do Povo)
  • Mata!, de Leonencio Nossa: “Fato marcante dos anos 70, a aventura armada no Araguaia tem sido objeto de muitos outros autores, mas o que surpreende em Mata! é o testemunho direto dos episódios — o que só as memórias de Curió tornariam possível.” (Gabriel Manzano, Estadão)
  • Amsterdam, de Ian McEwan: “Entre lances de maestria estilística e humor inusitado, o diagnóstico de McEwan é que essa geração, uma elite cosmopolita, culta e sofisticada, fundada nos valores universais dos anos 60, se deixou corromper. Mas se isso é fácil de admitir sobre os outros, difícil é dizer de si mesmo. Os dois amigos são complacentes com suas próprias ações, justificadas por ‘valores superiores’, na medida oposta em que se tornam o juiz dos atos um do outro.” (Alexandre Rodrigues, Blog do IMS)
  • Mr. Peanut, de Adam Ross: “Ao adotar uma miscelânea de histórias tão original, Adam Ross prova ser, tanto quanto Hitchcock, um mestre do suspense; ao construir uma narrativa brilhante e repleta de simbolismos, o autor reclama seu lugar entre os artistas de vanguarda que apostam e subvertem as definições mais arraigadas de determinada época. Que o público e a crítica ignorem Mr. Peanut: isto seria uma tragédia para a literatura que fervilha e abre caminho.” (Camila, Livros abertos)
  • Por isso a gente acabou, de Daniel Handler e Maira Kalman: “confesso que durante a maior parte do tempo eu torci pra que existisse alguma forma de eles não terminarem. Eu realmente torci por eles. Eu queria que tivesse dado certo. A vontade que eu tinha era de chorar e rir em cada página.” (Amanda, Lendo & comentando)

Links da semana

Curiosidades:

  • Saiba como documentos de Franz Kafka (que podem até incluir manuscritos inéditos) foram parar em um pequeno apartamento de Tel Aviv, e são alvo de uma disputa judicial. (NPR)
  • Alex Bellos, autor de Alex no País do Números, está fazendo uma nova pesquisa. Para ajudar, basta clicar aqui e escolher um número.
  • O Casmurros fez uma lista dos autores que vêm para a Flip e quanto tempo você demoraria para ler um livro de cada um deles.
  • Corações sujos, filme baseado no livro de Fernando Morais sobre a colônia japonesa no Brasil, tem estreia prevista para 17 de agosto. Assista ao trailer no site oficial.
  • Zadie Smith escreveu um ensaio sobre a importância das bibliotecas (New York Review of Books)
  • As traumáticas aventuras do filho do Freud: um site de tirinhas freudianas.

Notícias:

  • Alan Riding foi entrevistado no Programa do Jô sobre seu livro Paris, a festa continuou.
  • A Flip anunciou uma mesa-surpresa com Angeli e Laerte (Folha)
  • Péricles Cavalcanti foi ao programa Metrópolis para falar de O canto das musas, livro que pretende apresentar poemas clássicos da língua portuguesa com análises e versões musicadas.
  • Philip Roth ganhou o prêmio Príncipe de Astúrias pelo conjunto de sua obra. Os organizadores do prêmio disseram que o trabalho de Roth faz parte dos grandes romances americanos, seguindo a tradição de Scott Fitzgerald, Hemingway, Faulkner, Bellow e Malamud. (O Globo)
  • O Prêmio Portugal Telecom anunciou seus semifinalistas, e 7 livros da Companhia estão concorrendo. (Folha)
  • A Getty Images divulgou o resultado de seu concurso de capas, e a de Luciana Facchini, feita por Luciana Facchini, ganhou o 1º lugar.

Entrevistas:

  • David Grann, autor de O diabo e Sherlock Holmes: “Uma das coisas que tento mostrar em minhas histórias é que, ao contrário dos romances policiais, nós nem sempre temos todas as respostas. Muitas vezes temos de conviver com a dúvida, e por isso algumas histórias são tão assustadoras.” (Folha)
  • Christophe Charle, autor de A gênese da sociedade do espetáculo: “A sociedade teatral está em movimento perpétuo: o público muda muito rapidamente e está sempre ávido por novidades. Nesse sentido, as leis de funcionamento que nasceram com o teatro seriam reproduzidas por artes que vieram depois, como o cinema e os programas de televisão.” (Estadão)
  • Lira Neto, autor de Getúlio: “O Getúlio ainda é motivo de controvérsia porque o seu legado para a história política, econômica e social do Brasil foi tão relevante que até hoje existem os getulistas ferrenhos e os antigetulistas radicais. Isso mostra a profunda atualidade desse homem.” (Sul21)
  • Gay Talese, autor de O reino e o poder: “Nunca quis escrever sobre notícias do dia, o que os economistas ou políticos disseram hoje. Queria escrever notícias não importantes, mas escrevia tão bem que saía no jornal. Quero escrever sobre pessoas que não estão nas notícias. Elas refletem a sociedade e quero ser o cronista de suas vidas.” (Folha)

Resenhas:

  • As coisas, de Georges Perec: “No romance, os objetos não são mais que coisas; os personagens são subjetividades coisificadas; o estilo literário é deliberadamente exaurido de chicanas e firulas estéticas, coisificado que está por uma espécie de tédio, que é, no fundo, o resultado final da anestesia do humano imposta pelo reino da mercadoria.” (Alexandre, Outras palavras)
  • Homem comum, de Philip Roth: “A história do homem comum não carrega nada de excepcional. Não existe uma trama mirabolante. A beleza do livro se concentra justamente na previsibilidade de tudo o que acontece. Nada surpreende quanto ao enredo, mas tudo é ricamente descrito. São os detalhes que possibilitam enxergar com clareza os conflitos que regem a vida do personagem.” (Claudio, Muda-Cena-Muda)
  • Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios, de Marçal Aquino: “Uma história de amor avassaladora e cheia de particularidades” (Aline, Escrevendo loucamente)
  • O talentoso Ripley, de Patricia Highsmith: “um personagem denso e psicologicamente complexo. Um anti-herói amoral, frio e sem qualquer sentimento de culpa. Mas que não sente prazer nos crimes, só os comete quando algo ou alguém põe em risco os seus objetivos.” (Priscila, Mais 1 Livro)
  • A memória de nossas memórias, de Nicole Krauss: “não é à toa que seu nome está inscrito na literatura norte-americana contemporânea com louros.” (Lucas, Meia Palavra)
  • Contra o dia, de Thomas Pynchon: “A leitura de Contra o dia pode ser considerada um jogo. Um game que exige atenção e dedicação exclusiva para que se encontre todas as referências e perceba os pequenos detalhes do livro.” (Taize, Meia Palavra)
  • Por isso a gente acabou, de Daniel Handler e Maira Kalman: “fui surpreendida pela intensidade de um tema tão comum em nossas vidas: o coração partido.” (Juh, Livros e blablablá)

Links da semana

Curiosidades:

  • Por que os homens deveriam ler mais ficção? (Papo de homem)
  • “Rumo aos 40 anos de idade, o escritor gaúcho Michel Laub tornou-se um dos mais importantes valores ascendentes da literatura brasileira do século XXI.” Perfil de José Castello sobre nosso autor e colunista. (Valor Econômico)
  • Heranças em forma de livros: que livros da sua juventude você gostaria que seus filhos lessem? (Literalmente falando)
  • Cristiane Costa fala sobre as dores e delícias de ser mediadora dos debates da Flip.
  • O design de fontes na era digital (Deutsche Welle)
  • A ficção que sente vergonha: texto de José Castello sobre a crítica literária (Valor Econômico)
  • Bernard Quaritch, uma livraria de raridades digna de ficção (O Globo)
  • Chegou a hora de ler Ulysses? Talvez, mas sem estresse. (Todoprosa)
  • A Folha comparou trechos de Ulysses nas três traduções brasileiras disponíveis.
  • O editor André Conti conversou com a Rádio Batuta sobre Ulysses.
  • Lira Neto conversou com Josélia Aguiar sobre a memorabilia que acabou reunindo enquanto escrevia a biografia de Getúlio Vargas (Livros Etc)

Notícias:

  • A nova adaptação de O grande Gatsby ganhou seu primeiro trailer. Leonardo DiCaprio, Carey Mulligan e Tobey Maguire interpretam os personagens principais.
  • No blog da FlipJosé Luis Peixoto conta sobre as duas vezes em que participou do festival, e anuncia que estará presente na edição deste ano para ler na íntegra seu primeiro livro.
  • Um professor de Tocantis usa a literatura para discutir a diversidade sexual e combater a homofobia (Terra)

Entrevistas:

  • Alan Riding, autor de Paris, a festa continuou: “Minha preocupação é com a presença do Estado, que é muito forte na França e acaba limitando a liberdade criativa do artista. Nós já vimos isso na Alemanha, na União Soviética, no Brasil e em Cuba. O artista precisa ter um elemento de perigo na vida para poder criar. Não deve haver limites nem arestas para a criação artística.” (O Globo)
  • Martín Kohan, autor de Segundos fora: “Em vez do relato linear e ordenado das histórias totais, pensei em uma história desmontada, no sentido em que se desmonta um quebra-cabeças, que tem de ser reconstituído. Por isso se sobrepõem na história diversos tipos de investigação: histórica, jornalística, policial, como tentativas para remontar um enredo e um significado que tivessem sido feitos em pedaços.” (Mundo Livro)
  • Lira Neto, autor de Getúlio: “Getúlio tinha uma relação muito particular com o tempo. Nunca apressava os acontecimentos. Muitas vezes, passou por hesitante, cauteloso em demasia, não raro por medroso. Mas esse era um dos traços definidores de sua ação política. Era um observador astuto do cenário que o rodeava. Só entrava em ação quando conseguia fazer uma leitura completa da conjuntura, sopesando possibilidades e riscos.” (Zero Hora)

Resenhas:

  • O que deu para fazer em matéria de história de amor, de Elvira Vigna: “Elvira Vigna é a melhor ficcionista brasileira viva que só um reduzido número de leitores ouviu falar: há mais de uma década escreve romances sólidos e criativos, cada um deles diferente do anterior.” (Vinicius Jatobá, Estadão)
  • Em casa, de Bill Bryson: “Em cada página aprendemos duas ou três coisas interessantes, da etimologia de palavras inglesas aos fatos mais triviais. Ele parte de uma visita à sua própria casa para traçar uma ampla história da vida privada.” (Cora Rónai)
  • Coração de tinta, de Cornelia Funke: “entrou para a lista de livros mais do que favoritos! Cornelia Funke escreve de forma doce, fluída e quase poética. Estou encantada.” (Juh, Livros e blablablá)
  • Getúlio, de Lira Neto: “Lira usou o talento de repórter investigativo para recriar os passos de Getúlio, num texto que cativa o leitor — o início da revolução é narrado como um thriller.” (Mariana Timóteo, O Globo)
  • Elogiemos os homens ilustres, de James Agee e Walker Evans: “As 61 fotos em preto e branco de Evans mostram  toda a experiência vista e vivida pelos dois autores e emocionam os leitores que se dispuserem a imaginar a situação de miséria do outro.” (Carla, Blog da Parlare)
  • O Diabo e Sherlock Holmes, de David Grann: “os eventos narrados parecem ter sido escolhidos a dedo para mostrar o que o ser humano tem de mais peculiar. São 12 textos que abordam os mais variados temas, que vão desde a morte de um especialista em Sherlock Holmes até a caçada por uma lula gigante.” (Anica, Meia Palavra)
  • Por isso a gente acabou, de Daniel Handler e Maira Kalman: “Enquanto esperava por um romance meigo e sutil, deparei-me com uma paixão avassaladora, rebelde e descontrolada como é a própria adolescência, mas bem longe de ser utópica ou romântica. Realista, na verdade, em seu tom mais agudo.” (Ana, Na parede do quarto)

Links da semana

  • Alguns meses atrás mencionamos que um artista misterioso estava espalhando por Edinburgh esculturas de papel inspiradas nos livros de Ian Rankin. A história voltou à tona porque o escritor recebeu no dia de seu aniversário 17 pequenas pinturas do mesmo artista anônimo.
  • A Flip divulgou a programação completa deste ano. O ingressos começam a ser vendidos dia 4 de junho. Carlos Drummond de Andrade é o autor homenageado do evento. (O Globo)
  • Denise Bottmann está traduzindo a nova biografia de Van Gogh, que publicaremos no 2° semestre, e criou um blog para postar comentários e observações sobre o trabalho.
  • George Orwell levou um tiro no pescoço, Dostoiévski quase foi executado: 7 escritores que escaparam da morte (PWxyz)
  • A Folha consultou 9 escritores, artistas, críticos e jornalistas sobre sua relação com UlyssesVeja as respostas.
  • “Ai, minha mão”: monges copistas incluíam reclamações sobre o trabalho nas margens dos manuscritos medievais (io9)
  • O blog sobre livros da New Yorker mudou de nome, e traz um texto de Salman Rushdie sobre censura.
  • Barbara Hui criou um mapa que mostra todos os lugares visitados, mencionados ou imaginados por W.G. Sebald em Os anéis de Saturno (ArtsBeat)
  • Um estudo sugere que podemos adotar um comportamento semelhante ao dos personagens dos livros que lemos (Tecmundo)
  • 15 fotos de escritores sérios em poses bobas (Flavorwire)
  • Nosso autor e colunista Juan Pablo Villalobos publicou um perfil de Neymar na revista méxico-colombiana Gatopardo.
  • A biografia de Steve Jobs escrita por Walter Isaacson será transformada em filme com roteiro de Aaron Sorkin, que ganhou o Oscar pela adaptação de A rede social (Omelete)
  • Leia uma entrevista com nosso editor Leandro Sarmatz sobre as novas edições de Carlos Drummond de Andrade (Entretantos)
  • 10 cartuns da New Yorker sobre livros e leitura (Page-Turner)
  • Links da semana

    Curiosidades:

    • Quem é melhor: Tolstói ou Dostoiévski? Oito experts em literatura russa dão sua opinião (The Millions)
    • Precisa-se de novos críticos literários: Pedro Almeida critica a pouca atenção que os suplementos literários dão à literatura comercial (PublishNews)
    • Ilan Brenman, autor de diversos livros infantis, foi ao Programa do Jô para falar sobre literatura e o politicamente incorreto. Veja o programa aqui.
    • A ONG Worldreader deu ereaders para estudantes de Ghana, e percebeu aumentos significativos nos índices de leitura das crianças (GigaOm)
    • Madame Bovary resumido em um gráfico (PWxyz)
    • Julgue um livro pela capa: assista à conferência TED de Chip Kidd, um dos mais famosos capistas americanos.
    • 12 bibliotecas móveis impressionantes (Flavorwire)
    • 10 prédios inspirados em livros (Flavorwire)
    • John Updike sugere 6 regras para critícos literários (Bibliotecário de Babel)
    • O Instituto Moreira Salles promoveu um bate-papo sobre Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Assista a íntegra dessa conversa entre Flávio Pinheiro e Matinas Suzuki Jr.
    • 10 instalações construídas com livros (Flavorwire)
    • Já pensou como seria um reality show tipo America’s Next Top Model… com escritores? O Entertainment Weekly tentou imaginar um programa assim.
    • Thomas Pynchon completou 75 anos dia 8, e o Mais1Livro preparou um especial sobre esse autor recluso.
    • Ecologicamente incorreto: comparações feitas por Nick Moran mostram que um ereader teria que ser usado por 5 anos para causar um impacto ecológico menor que os livros impressos (The Millions)
    • Um papo sobre literatura, cinema e quadrinhos com Lourenço Mutarelli (Saraiva Conteúdo)

    Notícias:

    • O poeta Simon Armitage resolveu aproveitar as Olimpíadas para propor uma reunião de poetas de todos os países que participam da competição — e Paulo Henriques Britto foi escolhido para representar o Brasil.
    • Brooklyn, de Cólm Tóibin, virará filme com roteiro de Nick Hornby e Rooney Mara no papel principal (Hollywood Reporter)
    • Inundação na Biblioteca Nacional causou danos maiores do que os anunciados pela instituição (O Globo)
    • A HBO resolveu não produzir o seriado inspirado em As correções, que teria Ewan McGregor e Maggie Gyllenhaal no elenco (Omelete)
    • Uma parte da obra de Laerte foi perdida após um assalto à casa do cartunista (G1)
    • O lançamento do filme Cosmópolis foi adiantado para 13 de julho no Brasil, e mais dois clipes foram divulgados (Omelete)
    • Orhan Pamuk inaugurou na Turquia o Museu da Inocência, espaço que aparece no seu romance de mesmo nome, e que reúne objetos dos personagens fictícios. Veja algumas fotos.
    • Com obras atreladas a um certo estigma de exotismo, escritores brasileiros portugueses, angolanos e moçambicanos tentam conquistar igualdade no mercado editorial internacional (Gazeta do Povo)

    Entrevistas:

    • Alex Bellos, autor de Alex no País dos Números: “No colégio, eu era bom em inglês e matemática. Todos falavam que a aula de inglês é mais criativa, porque é algo que nós lemos e escrevemos histórias. Mas a matemática é ainda mais criativa. Você tem de inventar uma linguagem própria para solucionar um problema.” (Link)
    • Ali Smith, autora de A primeira pessoa e outros contos: “Ficção significa todos os possíveis eus. E se pensarmos em apenas uma pessoa, tantos eus habitam essa pessoa. Então, cada eu é nós, você, ele, ela, eles.” (Estadão)

    Resenhas:

    • Contra o dia, de Thomas Pynchon: “é o exemplo máximo da prosa descontrolada do misterioso autor, um dos principais nomes da literatura norte-americana contemporânea” (Antônio Xerxenesky, Bravo!)
    • Patrimônio, de Philip Roth: “No esforço de registrar o sofrimento do pai e também a própria tristeza de perdê-lo, Roth faz um tributo ao homem que o criou.” (Irinêo Baptista, Gazeta do Povo)
    • Segundos fora, de Martín Kohan: “É difícil imaginar um livro que tenha tratado de forma tão fidedigna os eventos de uma luta de boxe, assim como tenha sido tão respeitoso e vibrante ao abordar as minúcias da música clássica. Da mesma forma, como todo bom romance policial, um livro capaz de deixar a resolução do mistério literalmente na última folha e sem perder a tensão narrativa é um feito notável.” (Gustavo, Amálgama)
    • Festa no covil, de Juan Pablo Villalobos: “São pequenos detalhes narrados com sutileza e inocência que  vão delimitando uma vida que aparenta ser normal, mas é moldada por armas, cadáveres e vinganças.” (Clícia, Silêncio que eu tô lendo)
    • Uma morte em família, de James Agee: “seus trechos poéticos têm o dom de encantar e surpreender o leitor, especialmente quando mesclados com um tema tão doloroso e delicado quanto a morte.” (Camila, Livros abertos)
    • A magia da realidade, de Richard Dawkins: “Seu objetivo é mostrar que a realidade de cada fato natural é mais maravilhosa que a história mítica inventada para explicá-lo.” (Amanda, O espanador)
    • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “O alemão não queria uma entrevista, uma fotografia ao lado do ídolo, um autógrafo, nada disso. Queria apenas ouvi-lo tocar Ho-ba-la-lá em seu violão.” (Zema, Musa Rara)