Links da semana

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Ontem foi um dia corrido aqui na Companhia das Letras: Ingrid Betancourt e Lourenço Mutarelli vieram à editora. Ingrid deu algumas entrevistas antes de seu evento no MASP; hoje ela vai para o Rio lançar sua autobiografia na Livraria da Travessa. Lourenço Mutarelli veio para falar sobre Nada me faltará, seu recém-lançado romance minimalista.

A entrevista de Ingrid Betancourt no Programa do Jô, que foi ao ar no dia 2, já pode ser vista online. A entrevista de Laerte no Metrópolis também já está no site do programa.

Na revista Piauí de outubro, Vanessa Barbara escreveu sobre loucos de palestra, aquelas pessoas que pedem a palavra e fazem uma longa observação sobre qualquer coisa que lhes venha à mente.

No blog O Espanador, o Rafael resenhou Eu receberia as piores notícias dos teus lindos lábios, de Marçal Aquino, e a Luani falou dos infantis Yumi Quimonos, de Annelore Parot. O Tauil, do Artilharia Cultural, leu Cine Privê, de Antonio Carlos Viana.

Foram reveladas as primeiras imagens de As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne, filme que está previsto para o final do ano que vem.

O Vencys Lao fez uma resenha em quadrinhos para Retalhos, de Craig Thompson. O Paulo, da Revista O Grito!, leu Memória de elefante, de Caeto.

A Raquel Cozer visitou a exposição em homenagem aos 200 anos da Biblioteca Nacional e colocou fotos de alguns dos livros rarosem seu blog.

O Arthur, do blog O leitor comum, resenhou 2666, de Roberto Bolaño. O Leandro, do blog Ensaios de um ababelado, resenhou o documentário José e Pilar, sobre José Saramago e Pilar Del Río.

O escritor Michel Laub fez duas perguntas sobre poesia para Fabrício Corsaletti. Edgar Murano, da revista Língua Portuguesa, entrevistou Moacyr Scliar sobre sua paixão pela escrita.

Kelvin Falcão discute em seu blog Solar, de Ian McEwan. O Caetano, do blog Nossa Maisena, leu Há quem prefira urtigas, de Junichiro Tanizaki, e Marco Antonio, do Telhado de vidro, resenhou o policial A chave de vidro, de Dashiell Hammett.

O Lorran, do blog Subtítulo, falou sobre No buraco, de Tony Bellotto. Leia uma entrevista com Tony no site da Agência Riff.

Bryan Lee O’Malley, autor de Scott Pilgrim, deu uma entrevista sobre seu processo de criação, que foi traduzida por um fã para o português.

Antônio Carlos, do Clube de Regatas de Ribeirão Preto, falou sobre Uma solidão ruidosa, de Bohumil Hrabal. O Yuri, do blog Livrada!, falou sobre Paratii – entre dois pólos, de Amyr Klink, e Jack, do blog The body electric, resenhou Solar, de Ian McEwan.

A revista Vanity Fair perguntou a um hacker o quanto havia de verdade por trás das habilidades da personagem Lisbeth Salander, da trilogia Millennium ― e recebeu respostas tanto alarmantes quanto tranquilizadoras.

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A foto acima é de Fabrício Corsaletti, que ganhou o Prêmio BRAVO! de melhor livro por Esquimó. Parabéns, Fabrício!

Jonathan Franzen listou no site da Oprah alguns de seus livros favoritos. Entre eles estão Ruído branco, de Don DeLillo, Desesperados, de Paula Fox, e Fugitiva, de Alice Munro.

Raquel Cozer entrevistou Ingrid Betancourt para o Caderno 2. A ex-senadora colombiana, que passou seis anos em cativeiro das Farc, vem ao Brasil na semana que vem, e autografará sua biografia Não há silêncio que não termine em São Paulono Rio de Janeiro.

O Jack, do blog The body electric, resenhou Memória de elefante, de Caeto. O Guilherme, do Universo HQ, entrevistou Caeto.

Carlo Carrenho, que faz parte da equipe do PublishNews, começou um blog voltado para o mercado de livros digitais.

No Meia Palavra, a Taize resenhou A teoria das janelas quebradas, de Drauzio Varella, a Anica leu A ascensão do romance, de Ian Watt, o Lucas resenhou Cacau, de Jorge Amado, e o Felipe falou de Solar, de Ian McEwan.

O professor e acadêmico Alfredo Bosi formulou para o Museu da Língua Portuguesa uma lista de 120 grandes obras da Literatura Brasileira.

A produtora Rever fez um mini-documentário em homenagem a Laerte, com a participação de Angeli, Allan Sieber e André Dahmer. O Renan, do Judão, resenhou Muchacha.

A Companhia acabou de lançar o 2º volume de Scott Pilgrim contra o mundo. A Amanda, do blog O Café, falou do 1º volume da série, e o Clube Scott Pilgrim fez um vídeoum post sobre o encontro de inauguração do fã-clube.

No blog O Espanador, o Rafael falou de Invisível, de Paul Auster, e Memória de elefante, de Caeto, enquanto o Daniel escreveu sobre Nada me faltará, de Lourenço Mutarelli.

O escritor Antônio Xerxenesky resenhou O grande, de Juan José Saer, para o Estado de S. Paulo. O Ricardo escreveu para a Revista Cult sobre Veneno, sombra e adeus, o terceiro volume da trilogia Seu rosto amanhã, de Javier Marías.

O Lorran, do blog Subtítulo, resenhou No buraco, de Tony Bellotto. O Alex, da revista Acesso Total, resenhou O menino que odiava mentira, de M.J. Hyland.

A FLIP anunciou seu novo curador: Manuel da Costa Pinto. No site da emissora espanhola RTVE você pode ver um documentário sobre o escritor Roberto Bolaño.

programa Entrelinhas fez uma matéria sobre o projeto da Companhia das Letras e da RT Features de reunir escritores e desenhistas para produzir histórias em quadrinhos nacionais.  Eles entrevistaram Emilio Fraia e DW Ribatski, que estão trabalhando em Campo em branco.

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A foto acima é do quadrinista Dash Shaw, que posou para um artigo sobre jovens sucessos da L’Uomo Vogue (veja outras imagens no site do fotógrafo, Seth Kushner).

O Arthur, do blog O leitor comum, assistiu várias palestras da Bienal do Livro do Paraná, e conta um pouco sobre o que falaram escritores como Moacyr ScliarMarçal AquinoRuy Castro.

Rafael Coutinho, desenhista de Cachaloteescreveu em seu blog sobre como conheceu Caeto, e compartilha sua alegria por ver Memória de elefante pronto. A festa de lançamento da graphic novel será esta sexta-feira.

Mauricio Stycer escreveu sobre Operação Massacre, de Rodolfo Walsh, em seu blog. Veja no YouTube trechos da carta de Walsh sobre a ditadura argentina.

A The Paris Review traz um texto de Nick Antosca sobre os efeitos que ler Lolita aos doze anos teve sobre ele.

O André, do blog O Roteiro, resenhou Ponto final, de Mikal Gilmore. O Braulio, do Mundo Fantasmo, leu Detetives selvagens, de Roberto Bolaño.

programa Pipoca e Nanquim, que toda semana traz dicas de filmes e quadrinhos, recomendou MuchachaMemória de elefante em seu último vídeo. Veja aqui os episódios anteriores do programa.

No Jornal O Globo, Miguel Conde mostra o estado precário de alguns acervos de escritores brasileiros falecidos.

No Meia Palavra, o Luciano leu Peixe dourado, de J.M.G. Le Clézio; a Taize falou de O menino que odiava mentira, de M.J. Hyland; a Anica resenhou A valsa dos adeuses, de Milan Kundera, e Putas assassinas, de Roberto Bolaño.

No New York Times, Anne Trubek comenta a moda de transformar casas de escritores falecidos em museus. O The Guardian traz uma matéria sobre um negociador de livros raros.

O Amilton, do Vortex Cultural, resenhou Retalhos, de Craig Thompson. O Paulo Ramos, do Blog de Quadrinhos, falou de Muchacha, de Laerte, e o Lucas, do blog O Holográfico, leu O resto é ruído, de Alex Ross.

A TV Cultura criou um programa para exibir documentários raros diariamente, e o portal da Livraria Cultura entrevistou J.P. Cuenca.

O Vladimir, do Princípio do Escrever, resenhou Pelos olhos de Maisie, de Henry James. Cadorno escreveu sobre O acidente, de Ismail Kadaré, no Dicas Alheias.

No UOL Entretenimento, a Marta Barbosa resenhou Noturnos, de Kazuo Ishiguro. O Guilherme, do blog Biscoitos Sortidos, falou sobre o jornalista Joseph Mitchel, autor de O segredo de Joe Gould.

A revista Piauí deste mês traz um conto inédito de Milton Hatoum, e Robert Darnton escreveu para a New York Review of Books sobre a possibilidade de uma biblioteca totalmente digital.

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A revista Esquire publicou um longo perfil de Philip Roth. Ele recentemente se disse avesso às mudanças que a tecnologia está trazendo ao mercado editorial.

Lira Neto, que ganhou o Jabuti por sua biografia do Padre Cícero, anunciou que seu próximo biografado será Getúlio Vargas, e defendeu em seu blog a necessidade de uma obra completa sobre o falecido presidente.

Rafael resenhou em seu blog Deus, um delírio, de Richard Dawkins. O Omegacast fez um episódio dedicado a Scott Pilgrim. O 2º volume da série tem lançamento previsto para 19 de outubro.

Mil livros que pertenceram a Jorge Luis Borges, com anotações suas nas margens, foram encontrados na Biblioteca Nacional da Argentina, assim como um poema seu desconhecido.

Os alunos do curso de jornalismo do Estado de S. Paulo, conhecidos como “focas”, agora têm um blog, onde falam sobre seu aprendizado e o dia-a-dia na redação.

A Arielle, do Diversão sem culpa, leu Na natureza selvagem, de Jon Krakauer. O Marcos, do Confissões do sétimo andar, falou de Felicidade demais, de Alice Munro. O Kovacs, do Mundo de K, resenhou Fantasma sai de cena, de Philip Roth.

O Pedro, do Blog de Quadrinhos do Jornal do Brasil, conseguiu uma pequena entrevista com Laerte sobre Muchacha. E como o Omelete noticiou, a Quadrinhos na Cia. lançará Little Nemo no ano que vem.

Mario Vargas Llosa ganhou o Prêmio Nobel de Literatura semana passada. Leia um artigo dele de 2001 sobre a importância da literatura.

Kelvin Falcão falou em seu blog sobre Roberto Bolaño e Juan José Saer. O Márcio, do Portal Rock Press, resenhou Memória de elefante, de Caeto.

No site Meia Palavra, a Taize resenhou Linguagem de sinais, de Luiz Schwarcz, a Kika falou de Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago, e o Felipe leu No buraco, de Tony Bellotto. Você já está participando do sorteio de dois exemplares autografados do livro de Bellotto?

O site Design Related tem uma entrevista com Coralie Bickford-Smith, capista da Penguin Books. A Deise, do Tower of reading, falou de Coração de tinta, de Cornelia Funke.

Para terminar, alguns artigos sobre tradução: um de Michael Cunningham, autor de As horas, para o New York Times; uma série de textos de Lydia Davis para a Paris Review sobre a nova tradução que ela fez de Madame Bovary; e um apanhado de respostas de tradutores de japonês, russo e outras línguas sobre seus métodos de tradução. (E hoje mesmo nós colocamos aqui no blog um texto de Eduardo Brandão, tradutor de Roberto Bolaño no Brasil.)

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Hoje foram divulgados os vencedores do Troféu HQ Mix, e a Quadrinhos na Cia. foi escolhida a editora de quadrinhos do ano. Spacca (Jubiabá), Chris Ware (Jimmy Corrigan) e Craig Thompson (Retalhos) também foram premiados. Obrigado a todos que votaram em nosso trabalho!

Falando em premiações, a casa britânica Ladbrokes está aceitando apostas sobre o próximo ganhador do Prêmio Nobel de Literatura. No momento, o poeta sueco Thomas Transtromer é o mais cotado para ganhar o prêmio.

Semana passada aconteceu a Homenagem a José Saramago, no SESC Vila Mariana. No site do programa Metrópolis você pode ver um trecho da apresentação. As fotos estão no nosso álbum do Picasa.

Uma pesquisa americana descobriu que um em cada quatro leitores de quadrinhos tem mais que 65 anos. A Raquel Cozer, do suplemento Sabático, entrevistou o quadrinista Joe Sacco, autor de Notas sobre Gaza.

A Juliana, do Portal PUC-Rio Digital, entrevistou Moacyr Scliar sobre seu novo livro, Eu vos abraço, milhões. A Kika, do Meia Palavra, escreveu uma resenha sobre o livro.

A revista Paris Review colocou em seu website todas as famosas entrevistas que realiza desde a década de 1950, com escritores como Truman CapoteJorge Luis BorgesJohn UpdikeGay Talese.

O Julio, do Digestivo Cultural, resenhou Ponto final, de Mikal Gilmore. O Mauro, do blog De vermes e outros animais rastejantes, falou sobre O único final feliz para uma história de amor é um acidente, de J.P. Cuenca.

Um longo artigo do New York Times fala dos julgamentos que decidirão o destino de documentos até então desconhecidos de Franz Kafka.

A Andréia, do Guia de Leitura, falou de AvóDezanove e o segredo do soviético, de Ondjaki. O Felipe, do Meia Palavra, leu Scott Pilgrim contra o mundo, de Bryan Lee O’Malley, e a Amanda, do blog O Café, resenhou Cachalote, de Daniel Galera e Rafael Coutinho.

O escritor Neil Gaiman disse pelo Twitter que está lendo Fábulas italianas, de Italo Calvino. A Kelly, do Blog da Cultura, falou sobre as manias que cada escritor tem.

O blog Classics Rock! se dedica exclusivamente a reunir músicas que mencionam ou foram inspiradas por livros, e o site Flavorwire critica os clichês em fotos de escritores.

O Evaldo falou em seu blog sobre Henry Louis Mencken, autor de O livro dos insultos. A Mariana, do Outra xícara por favor, resenhou O Dia do Curinga, de Jostein Gaarder, e o Alfredo falou em seu blog de O senhor vai entender, de Claudio Magris.

Os designers da IDEO divulgaram um vídeo com três idéias de inovações que a leitura digital pode trazer para os livros.

E Malcolm Gladwell, em um artigo na New Yorker, desdenha da possibilidade de as redes sociais causarem alguma mudança real no mundo. O texto causou um certo furor na internet, e respostas a ele apareceram em sites como WiredThe Atlantic Wire.