Links da semana

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Está chegando nas livrarias o lançamento do nosso colunista de sexta-feira, Tony Bellotto. Haverá eventos de lançamento para No buraco em São PauloRio de Janeiro.

O novo livro de Jonathan FranzenFreedom, que ganhou visibilidade, entre outros motivos, porque Barack Obama foi visto com um exemplar, foi escolhido como o próximo livro do clube de leitura da Oprah. O título será lançado pela Companhia no ano que vem.

A Juliana, do blog O Espanador, escreveu sobre o debate que aconteceu semana passada na Livraria da Vila, sobre Roberto Bolaño e Philip Roth. O Gabriel falou, no Guia de Leitura, sobre O crime do restaurante chinês, de Boris Fausto.

Petê Rissatti entrevistou, para sua série “Conversas entre tradutores”, Jorio Dauster, que já traduziu obras de Vladimir Nabokov e Philip Roth, entre outros.

O Leandro, do Ensaios de um ababelado, resenhou Não me abandone jamais, de Kazuo Ishiguro. O Danilo, da Revista Speculum, falou de O perdido, de Hans-Ulrich Treichel.

Apesar de muitos escritores acreditarem que resenhas negativas são causadas por críticos invejosos ou em busca de vingança, um artigo do The Guardian explica que esse raramente é o caso.

O Jornal O Globo pediu para os candidatos à presidência comentarem sobre seus livros favoritos, e o site Saraiva Conteúdo tem uma entrevista em vídeo com Lourenço Mutarelli.

A Ada falou em seu blog sobre o new journalism de Gay Talese. O Carlos André, do Mundo Livro, falou de Eu vos abraço, milhões, de Moacyr Scliar. O autor estará na Livraria de Cultura de Porto Alegre na próxima segunda-feira para o lançamento do livro.

No Meia Palavra, o Felipe resenhou A trégua, de Primo Levi, o Luciano leu Cenas da vida na aldeia, de Amós Oz, e a Liv falou do infantil Uma história de pinguim, de Antoinette Portis. O portal também está com um concurso cultural do Scott Pilgrim.

O verbo tuitar entrou para o dicionário, e um autor explica por que se envolver com um escritor não é uma boa ideia.

O Sérgio Rodrigues, do Todoprosa, recomendou 68 contos de Raymond Carver.  A Mari, do blog Todos os livros do mundo, leu Todos os nomes, de José Saramago. O Oscar falou, em seu blog, de A grande história da evolução, de Richard Dawkins.

O quadrinista Gabriel Bá escreveu em blog sobre a importância do contato entre autor e público, especialmente em eventos de HQ.

O site Work in progress fez combinações entre livros e discos: O arco-íris da gravidade, de Thomas Pynchon, estaria para Amnesiac, do Radiohead, assim como Os detetives selvagens, de Roberto Bolaño, estaria para In/Casino/Out, do At the drive-in.

O blog Casmurros finalizou sua série de entrevistas com 20 escritores brasileiros com menos de 40 anos. A série inclui, entre outros, Carlos de Brito e MelloDaniel Galera.

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Acima você vê Luiz Schwarcz autografando um exemplar de Linguagem de sinais para Lygia Fagundes Telles, ontem na Livraria Cultura. Obrigado a todos que compareceram, aos poucos acrescentaremos mais fotos do evento no nosso álbum do Picasa.

No site do New York Times, você pode assistir uma cena da adaptação cinematográfica de Não me abandone jamais, de Kazuo Ishiguro, com comentário do diretor. A adaptação de Ciências morais, de Martín Kohan, estreou em Cannes, e você pode ver o trailer aqui.

Os organizadores do Rio Comicon divulgaram a data do evento de quadrinhos — 9 a 14 de novembro — e confirmaram duas participações internacionais. O site da MTV americana reproduziu uma entrevista feita em 2001 com o quadrinista Will Eisner após o ataque ao World Trade Center.

O Fernando, do Amálgama, resenhou A vitória de Orwell, de Christopher Hitchens. No Meia Palavra, o Tiago conta que descobriram que Dom Pedro II tentou traduzir as Mil e uma noites — direto do árabe!

O Leandro, do Ensaios de um Ababelado, falou sobre O menino que odiava mentira, de M.J. Hyland, e a Michelle, do Interrogação, leu Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luiz Ruffato.

blog Listas Literárias dá 10 dicas de coisas para fazer com livros — algumas menos recomendadas que outras —, e o site The Word Made Flesh coleciona imagens de tatuagens com temas literários.

No blog O Espanador, você pode ler resenhas de Do fundo do poço se vê a lua, de Joca Terron, e de O Palácio de Inverno, de John Boyne. Lima Neto, do blog Lugar das Palavras, também leu O Palácio de Inverno.

Um revista de 2006 reproduz os conselhos de Roberto Bolaño àqueles que pretendem escrever contos. E em seu blog, o escritor espanhol Antonio Muñoz Molina fala sobre seu respeito pelo húngaro Sandor Marái.

O site americano Whichbook promete ajudar você a escolher sua próxima leitura a partir de características da narrativa, dos personagens e até mesmo pelo local onde a história se passa.

A Andréia, do Guia de Leitura, resenhou A mulher de Jerusalém, de A.B. Yehoshua. A Sheila, do Potterish, leu Persépolis, da iraniana Marjane Satrapi, e a Marina falou em seu blog do livro Mau começo, de Lemony Snicket.

O site The Millions comenta que, numa época em que se fala tanto no suposto vício em textos curtos que a internet pode gerar, os livros grandes parecem estar na moda.

O Wall Street Journal anunciou que passará a produzir um caderno literário semanal, e tanto a Raquel Cozer, do Sabático, quanto o Sérgio Rodrigues, do Todoprosa, comentaram essa boa notícia.

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Acima você vê o teaser animado feito pelo Estúdio Birdo para a graphic novel Cachalote, de Rafael Coutinho e Daniel Galera. A curiosidade é que quem está tocando piano é ninguém menos que Laerte.

Christopher Hitchens escreveu na Vanity Fair mais um capítulo de sua batalha contra o câncer, e Ricardo Piglia falou ao El País sobre seu novo romance, Blanco nocturno.

O Gabriel, da revista Bula, resenhou 2666, de Roberto Bolaño. Se você gosta de Bolaño, compareça na disputa entre ele e Philip Roth na Livraria da Vila, dia 16.

Surgiram na internet as primeiras imagens de Rooney Mara como Lisbeth Salander, da trilogia Millennium. A escritora Carola Saavedra foi entrevistada para o Cultura News, e o André, do Lendo.org, indica 22 bibliotecas com conteúdo online.

Duas pessoas resenharam O Palácio de Inverno, de John Boyne: a Taize, do Meia Palavra, e a Fanny, do O restaurante do fim do universo.

Os colaboradores do Meia Palavra também deram suas opiniões sobre 1984, de George Orwell. No mesmo site, o Felipe escreveu sobre Paraíso perdido, de Cees Nooteboom, a Dinddi falou de O colecionador de mundos, de Ilija Trojanow, e o Luciano leu Mãos de cavalo, de Daniel Galera.

A NASA criou um Flickr com várias fotos históricas ligadas à agência de exploração espacial, e um grupo de designers tenta imaginar um mundo sem Photoshop.

O Eduardo, do blog Arte faz parte, resenhou Afluentes do rio silencioso, de John Wray. O Jorge, do I’m learning to fly, leu Infância, de J.M. Coetzee, e o Tuca resenhou em seu blog O único final feliz para uma história de amor é um acidente, de João Paulo Cuenca.

A Kelly, no blog da Livraria Cultura, escreveu sobre a dor que emprestar um livro pode trazer. A Livia, do Beco das palavras, falou sobre Retalhos, de Craig Thompson, e o blog da Raquel Cozer, que trabalha no caderno Sabático do Estadão, mudou de endereço.

Para terminar: um vídeo mostra que o escritor de ficção científica Arthur C. Clarke acertou algumas de suas previsões sobre o futuro, e três garotas criaram o Lady’s Comics, um site sobre mulheres nos quadrinhos — seja como personagens, autoras ou desenhistas.

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O homem da foto acima, Steve Hare, é o dono da maior coleção de livros da editora Penguin. Ele tem mais de 15 mil títulos, e pretende conseguir todos os que lhe faltam que foram publicados antes da década de 1970.

Neste sábado haverá a inauguração da exposição de Rafael Coutinho na galeria Choque Cultural. O artista vai mostrar as ilustrações que deram origem à graphic novel Cachalote. Além disso, haverá a exibição de uma animação-teaser da hq, feita pelo Estúdio Birdo, e a venda de pôsteres e do boneco que mostramos na semana passada.

O editor André Conti tem uma coluna quinzenal no Brasil Econômico, e começou um site que manterá atualizado com todas as suas contribuições. Milton Hatoum também inaugurou um novo site, onde ele mostra as capas de seus títulos publicados ao redor do mundo.

Neste final de semana foram anunciados os vencedores do Harvey Awards, e o vencedor da categoria melhor graphic novel foi Asterios Polyp, de David Mazucchelli, que será publicado pela Quadrinhos na Cia. no ano que vem. A hq já havia ganhado o Eisner Award da mesma categoria.

O Wellington, do Digestivo Cultural, resenhou A ilusão da alma, de Eduardo Giannetti, cujo trailer você pode ver no YouTube. No mesmo site, Jardel fala de Rimbaud e examina a biografia do poeta escrita por Edmund White.

A conversa entre Robert Darnton e Lilia Moritz Schwarcz sobre racismo e a identidade nacional no Brasil, que saiu na New York Review of Books, já pode ser lida em português aqui no blog.

O blog Casmurros, depois de listar os 20 melhores escritores brasileiros com menos de 40 anos, está entrevistando cada um.

Vladimir resenhou em seu blog Humilhação, de Philip Roth. A Companhia está promovendo um concurso cultural que premiará três pessoas com exemplares autografados do livro. A Amanda, do The Sun Sets, resenhou Homem comum, do mesmo autor.

Um artigo do jornal The Boston Globe mostra que muitas das dúvidas que temos hoje em dia, devido à popularização dos e-books, também apareceram na época de Gutenberg. A Slate calculou e conclui que e-readers realmente são mais ecológicos que livros impressos — contato que você leia títulos o suficiente para compensar o impacto da produção dos aparelhos.

O Google lançou uma ferramenta, ainda em fase de testes, que destaca as mensagens mais importantes no seu Gmail, e o Prêmio Jabuti anunciou seus finalistas.

A Luani, do blog O Espanador, resenhou o livro infantil O rei e o mar, de Heinz Janisch. A Anna, do blog Terapia Zero, falou sobre os livros da trilogia Millennium, de Stieg Larsson, e a Marlúcia, do blog Evoé, falou de O fio das missangas, de Mia Couto. O autor moçambicano deu uma entrevista à revista Nova Escola.

O Rodrigo, da revista Cult, resenhou Ideologia e contraideologia, de Alfredo Bosi. A Taize, do Meia Palavra, fala sobre Luka e o fogo da vida, de Salman Rushdie, e o Cly, do Clyblog, leu Leite derramado, de Chico Buarque.

A Saraiva lançou um aplicativo para leitura em iPad e iPhone. Com isso, os títulos adquiridos em sua loja de e-books também podem ser lidos no aparelho da Apple.

Dorina Nowill, criadora da Fundação para o Livro do Cego no Brasil, faleceu neste domingo. Veja um vídeo que mostra como é feito um livro em braille.

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Acima você vê, em primeira mão, uma foto do boneco de Xu, personagem de Cachalote, que está sendo produzido pelo estúdio Factotum para a exposição de originais da graphic novel que ocorrerá em setembro em São Paulo. A Aline, do blog Godot não virá, resenhou a hq de Daniel Galera e Rafael Coutinho.

O Rafael, do blog O Espanador, resenhou O castelo nos Pirineus, de Jostein Gaarder. Ele também falou sobre o encontro que aconteceu segunda-feira entre Mia Couto e Agualusa na Livraria da Vila.

Apesar das constantes manchetes sobre a morte do livro, a Veja on-line fala sobre as tecnologias que estão ajudando a melhorar o livro impresso.

O José Maurício, do blog Kínesis, leu Nove noites, de Bernardo Carvalho. No blog O Café, a Amanda fala de Bordados, de Marjane Satrapi, enquanto Jonas resenhou Uma solidão ruidosa, de Bohumil Hrabal, para o Scream & Yell.

Duas pessoas resenharam A vitória de Orwell, de Christopher Hitchens: o Thiago, do blog Os que cheiraram Cocteau, e a Anica, do Meia Palavra.

Não me abandone jamais, de Kazuo Ishiguro, ganhou adaptação para o cinema com participação de Keira Knightley e Carey Mulligan, e um novo pôster do filme foi divulgado.

jornal argentino Página 12 fala sobre Blanco noturno, primeiro romance de Ricardo Piglia em treze anos, e o site Geekologie mostra o que aconteceria se eventos históricos fossem usuários do Facebook.

No Meia Palavra, a Taize resenhou O único final feliz para uma história de amor é um acidente, de J.P. Cuenca. O lançamento em São Paulo do livro foi marcado para 2 de setembro.

Em entrevista a Mario Gioia, o crítico Lorenzo Mammì analisa os ensaios de Giulio Carlo Argan reunidos no livro A Arte Moderna na Europa.

No portal InfoEscola, a Ana Lucia resenha Invisível, de Paul Auster. A Marina resenhou em seu blog o clássico infantil Píppi Meialonga, de Astrig Lindgren, e Wellington fala sobre a obra de José Saramago no Digestivo Cultural.

Para terminar, o Alessandro, do blog Livros e afins, dá doze dicas para facilitar o hábito de leitura, e o Portal Exame mostra os detalhes de catorze leitores de e-books, para que você possa compará-los.