Links da semana

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Curiosidades:

  • Para os amantes de felinos e tipografia: 20 fontes e os gatos que as inspiraram (Buzzfeed)
  • Esta terça-feira David Foster Wallace teria completado 50 anos. Leia a carta que ele enviou a Don DeLillo em 1995 pedindo conselhos. O site The Awl também coletou 46 textos e vídeos sobre o autor.
  • Retalhos, de Craig Thompson, foi escolhida como uma das melhores histórias de amor de todos os tempos pela Oprah!
  • Jogo da memória: você pode saber os nomes dos autores de cada livro, mas você reconhece seus rostos? (Superinteressante)
  • 6 dos 9 filmes indicados para a categoria principal do Oscar deste ano são adaptações de livros — o que há por trás dessa tendência? (Financial Times)
  • A história literária dos processadores de texto, e as dificuldades que a era digital causa para a preservação dos arquivos de escritores (Revista Ñ)

Notícias:

  • Dia 28 de fevereiro é o aniversário de Daniel Handler (nome verdadeiro de Lemony Snicket), então o blog Nem Um Pouco Épico preparou uma semana inteira especial, com resenhas, promoções e notícias sobre os próximos livros do autor.
  • Uma pesquisa americana mostrou que 20% dos pais preferem não ler contos de fadas para os filhos, por considerá-los muito assustadores ou inapropriados (The Telegraph)

Entrevistas:

  • Daniel Clowes, autor de Wilson: “Gosto de personagens que são pessoas difíceis, que não se encaixam direito no mundo. Gente que tem dificuldade em lidar com outros é sempre melhor para levar uma história adiante. No começo, ele era irritante para mim como para todo mundo e isso era só engraçado, mas depois de trabalhar com um personagem desses por tanto tempo você encontra neles detalhes que vêm de você, e isso me causou uma enorme simpatia por ele, da melhor maneira possível.” (A biblioteca de Raquel)
  • Juan Pablo Villalobos, autor de Festa no covil: “Eu estava procurando uma voz narrativa que me ‘pegasse’ e que me desse ritmo. No processo criativo o ritmo é tudo, tem que manter o ritmo de escrita para poder manter o tom e para a própria fluência do texto. Eu comecei narrando por outras perspectivas, mas não funcionavam. De repente, diante da folha em branco, apareceu a primeira frase do livro: ‘Algunas personas dicen soy un adelantado’. Nessa frase já estava o tom, o humor e a visão do mundo de Tochtli. O mais interessante da voz era a mistura de inocência e crueldade, e a possibilidade de dizer coisas politicamente incorretas.” (Meia Palavra)
  • Robert Darnton, autor de A questão dos livros: “Já me convidaram para tantas conferências sobre a morte do livro que estou convencido de que ele está bem vivo.” (Revista Ñ)
  • Drauzio Varella, autor de A teoria das janelas quebradas: “Eu não tenho ilusão de que consiga mudar comportamentos. Mas quem fala uma bobagem dessas não percebe que milhões de pessoas que não têm informação alguma podem precisar daquele conselho para viver.” (Carta Capital)

Resenhas:

  • Livro, de José Luís Peixoto: “2012 mal começou e já temos um sério candidado a livro do ano: o mais recente romance do português José Luís Peixoto é uma obra singular!” (Marcos, Blog da Macondo)
  • Os gêmeos, de Pauline Alphen: “Em Salicanda, a tecnologia é renegada, principalmente porque, para aquele povo, fica claro que o que aconteceu com o planeta Terra se deu por causa dela. E é daí que Alphen cria uma ambientação nova, híbrida da que costumamos conhecer: ela se passa no futuro (mais precisamente no século XXIII), mas tem toda aquele tom de fantasia medieval com o qual o público já está acostumado, incluindo aí seres mágicos e poderes paranormais.” (Anica, Meia Palavra)
  • O Palácio de Inverno, de John Boyne: “Creio que um dos maiores trunfos ao se concluir a leitura de um livro seja a certeza de que você se lembrará dele por muito tempo em sua vida.” (Ana, Na parede do quarto)
  • Chamadas telefônicas, de Roberto Bolaño: “O gênio de Bolaño, imenso e assombrosamente talentoso em sua pluralidade e naquilo que o distingue, nunca esteve tão evidente como em Chamadas telefônicas” (Camila, Livros abertos)
  • Jimmy Corrigan, de Chris Ware: “Chris Ware orquestra com maestria a narrativa sem deixar de lado a complexidade das experimentações. Um dos aspectos que chama a atenção é o uso inteligente dos recursos dos quadrinhos, criando uma narrativa com poucos elementos, mas abundantes de significado, que despertam, como ele mesmo diz, a compreensão instintiva do leitor.” (Lucas, Meia Palavra)

Links da semana


Luiz Gê na Avenida Paulista

Curiosidades:

  • Por que amamos tanto Lisbeth Salander: Ela é a primeira heroína do século 21 — não por ter nascido nele, mas por ser uma síntese das mudanças e inquietações do nosso tempo (Revista Época)
  • Qual é a sua estante? (Bibliocomics)
  • Um artista grego criou uma versão interativa da tela Starry night, de Vincent Van Gogh.
  • O site The Composites usa a técnica dos retratos falados feitos pela polícia para criar os rostos de personagens da literatura.
  • Aplicativos de livros: Daniel Mendes fala sobre a produção do app de Cem dias entre o céu e o mar, de Amyr Klink. (Contafio)

Notícias:

  • O Nobel de Literatura tem 210 candidatos ao prêmio em 2012, 46 deles nunca haviam sido indicados (Folha)
  • Rafael Coutinho colocou à venda uma gravura em serigrafia da capa de Mensur, sua próxima graphic novel que será lançada pela Quadrinhos na Cia.
  • Gustavo Duarte falou ao Blog dos Quadrinhos sobre sua próxima HQ, que envolve monstros gigantes invadindo a orla de Santos.
  • Juan Pablo Villalobos, autor de Festa no covil, dará um curso gratuito no Instituto Cervantes de São Paulo sobre literatura latinoamericana.
  • Peter Jackson começará a filmar a sequência de As aventuras de Tintim no meio do ano (Omelete)
  • Art Spiegelman, autor de Maus, virá para o Brasil em maio (A biblioteca da Raquel)

Entrevistas:

  • Luiz Gê, autor de Avenida Paulista: “a Paulista nos oferece uma perspectiva histórica da cidade. Vias como a Berrini e a Faria Lima nasceram como um arremedo da Quinta Avenida em Nova York. Quer dizer, sem passado.” (Folha)

Resenhas:

  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Em tom divertido e com qualidade literária, Fischer cria uma história inteligente e ágil, com uma permanente dose de melancolia, tanto do narrador quanto de suas observações sobre João, enquanto o procura (até em casa) e se aproxima por meio de entrevistas com artistas e com os poucos amigos do mito.” (Hagamenon Brito, Correio da Bahia)
  • 1922 – A semana que não terminou, de Marcos A. Gonçalves: “Com uma abordagem menos academicista e mais jornalística, 1922 tem o mérito de reunir incontáveis informações de bastidores em uma narrativa fluente.” (Morris Kachani, Folha)
  • O livro selvagem, de Juan Villoro: “é aquele tipo de livro que mesmo quando a gente deita a cabeça no travesseiro, após lê-lo, a história continua acontecendo na nossa mente até que adormecemos.” (Tiago, O capítulo do livro)
  • As coisas, de Georges Perec: “O desastre desse casal consiste em não querer ceder a nenhuma parte de seu impulso acumulador: não estão dispostos a uma vida sem regalias, mas também não querem sacrificar suas vidas ao trabalho. Não querem ‘envelhecer’. Fica então o marasmo, o tédio, a solidão.” (Tiago, Meia Palavra)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Um amigo me disse que basicamente todas as histórias contadas pela humanidade são apenas uma variação de dois textos primordiais: a Ilíada e a Odisséia. Resumindo: estamos sempre escrevendo sobre um amor perdido, uma viagem em busca da amada, uma guerra, o regresso e suas consequências. Pois bem, esse é o grande espírito encontrado nesta graphic novel.” (Floreal, Impulso HQ)
  • A maldição da pedra, de Cornelia Funke: “Cornelia me surpreendeu. A autora criou todo um mundo cheio de elementos sobrenaturais e fantásticos, e nele colocou os nossos velhos conhecidos contos de fadas — mas não da maneira que são contados pra gente, e sim de uma forma tão singular que o leitor tem a impressão de que os ‘verdadeiros’ contos são os de Cornelia.” (Dana, Feed your head)
  • Festa no covil, de Juan Pablo Villalobos: “A crueldade infantil impregnada no discurso de Tochtli é assustadora em diversos momentos, em muitos deles parece ser mais cruel que um chefe de narcotráfico e muito mais sádico ao explicar a diferença entre morto e vivo.” (Felippe, Meia Palavra)
  • Hibisco roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie: “A realidade nigeriana, país de origem da escritora que serve como palco para a narrativa, é apresentada a partir de um olhar que mescla profundo afeto e crítica implacável. O ponto de vista do leitor é o da Nigéria contemplada de dentro para fora.” (Camila, Livros abertos)

Links da semana


Saul Bellow (Fonte: Awesome People Reading)

Curiosidades:

  • Erico Verissimo e Incidente em Antares: veja a íntegra do bate-papo entre Luis Fernando Verissimo e Sérgio Rodrigues (Blog do IMS)
  • Um atalho para quem quer ter a parede cheia de livros mas ainda não possui muitos exemplares: um papel de parede imitando estantes (Mr. Perswall)
  • Carola Saavedra fala sobre a terrível missão enfrentada por tradutores diante das inúmeras possibilidades que um texto ficcional apresenta. (Jornal Rascunho)
  • A edição de fevereiro do jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná, já encontra-se online. (BibliotecaPR)
  • Uma lista com os melhores tumblrs literários, classificados por tema (The Millions)
  • H.L. Mencken fala sobre o sentido da vida (Letters of note)

Notícias:

  • Rooney Mara diz que está ansiosa para gravar a continuação de Os homens que não amavam as mulheres (Omelete)
  • Angeli e Laerte planejam nova revista em quadrinhos (Blog dos Quadrinhos)

Entrevistas:

  • José Luís Peixoto, autor de Livro: “Nasci numa pequena vila do interior do país, com cerca de mil habitantes, onde não existiam muitos livros, mas onde esses objetos eram considerados com muito respeito. Recordo o meu padrinho, por exemplo, que morreu com 104 anos, que trabalhou na terra até aos 96 anos, e que possuía uma meia dúzia de livros, que ficavam arrumados numa estante, em lugar de destaque. Não importava saber quem os tinha escrito ou a matéria que tratavam, eram “os livros”. Por serem livros, mereciam respeito e, imaginávamos, teriam sido escritos por alguém importante, alguém de outro meio, de outra dimensão. Foi a partir dessa perspectiva que cresci até chegar a hoje, que sou escritor e que desenvolvo toda a minha vida entre livros.” (Estadão)
  • Blandina Franco e José Carlos Lollo, autores de O peixe e a passarinha: “Eu e Lollo criamos todas as histórias juntos, às vezes nem sei dizer o que é feito primeiro. A gente senta e começa a contar história um pro outro, até que uma delas ganha vida sozinha. Quando a gente vê, ela se contou pra gente.” (Folha)

Resenhas:

  • Crônica de um vendedor de sangue, de Yu Hua: “Apesar da tragédia social que se aproxima, e mesmo quando ela já está em cena, continua havendo humor em Yu Hua. Uma lembrança forte é Graciliano Ramos.” (Daniel, Amálgama)
  • O romancista ingênuo e o sentimental, de Orhan Pamuk: “Independente de qual seja o objetivo do leitor quando começa um romance — adquirir um conhecimento profundo sobre si mesmo ou apenas entreter-se — ou do autor quando começa a escrevê-lo — descobrir um sentido para a vida ou amealhar alguns trocados a mais na conta bancária —, o que Pamuk nos mostra em seu livro é que todos que recorremos à literatura procuramos basicamente uma mesma coisa: uma forma alternativa de transcendência e fruição às opções que a sociedade, de um modo geral, nos impõe no dia-a-dia.” (Ivan, O Espanador)
  • Diário da queda, de Michel Laub: “O livro é um monólogo, um diário desencadeado por velhas memórias, que traz o passado de volta à luz e expõe seus traumas não pela nostalgia, dor ou agonia, mas pelo futuro. Para que as próximas gerações conheçam sua história e a entenda, perceba a importância desse passado doloroso.” (Taize, Meia Palavra)
  • Cartas a um jovem contestador, de Christopher Hitchens: “o jornalista instiga a percepção da coragem, a autocrítica e principalmente a qualidade do que se pensa. Hitchens me faz lembrar o tamanho da pedra do meu sapato e provoca elegantemente a não tolerar o abuso de autoridade, a intimidação, o racismo, o pré-conceito, a opinião de massa inconsciente” (Acelera a causa)
  • O professor e o louco, de Simon Winchester: “Num mundo em que dicionários são fator comum, disponíveis nas mais diferentes plataformas e formatos e em todos os idiomas possíveis; é difícil conceber a monstruosidade e ambição do projeto do Oxford English Dictionary.” (Kika, Meia Palavra)

Links da semana


(Ilustração de Kate Beaton)

Curiosidades:

  • Os melhores livros de todos os tempos, segundo votação de 125 escritores famosos (The Atlantic)
  • 9 vídeos inspirados nas cosmicômicas de Italo Calvino (Almir de Freitas)
  • Uma almofada idealizada para facilitar a leitura no sofá ou na cama (Livros e afins)
  • Faça um teste e veja com qual poema de qual heterônimo pessoano você se identifica (Educar para crescer)
  • O dia em que Roberto Bolaño decidiu ser romancista: novos documentos explicam por que ele trocou os poemas pelos romances. (Revista Ñ)
  • 10 escritores listam seus livros favoritos (Flavorwire)
  • The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore: um curta-metragem sobre o poder dos livros está concorrendo ao Oscar! (Bibliophile)
  • Dois sites que reúnem fotos de tatuagens com inspirações literárias: Contrariwise e The word made flesh
  • Em uma carta de 1922, F. Scott Fitzgerald informa seu editor que quer começar a escrever uma história bela, simples e extraordinária — é a primeira menção ao romance que viraria O grande Gatsby. (Letters of Note)
  • Os 11 mandamentos que Henry Miller escreveu para si mesmo. (Lists of Note)

Notícias:

  • Notas sobre Gaza, de Joe Sacco, será adaptado para o cinema (Vá ler um livro)
  • O Alufá Rufino ganhou o Premio Casa de las Américas na categoria Literatura Brasileira.
  • Faleceu hoje Wislawa Szymborska, poetisa polonesa que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1996 (Mundo Livro)

Entrevistas:

  • Ruy Castro: “E qual a diferença da literatura para com os jornais? É que, no livro, você descobre que os personagens pensam, sentem, amam, odeiam — enfim, têm uma rica vida interior. Parecida com a sua.” (Jornal Rascunho)

Resenhas:

  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Com um humor raro e refinado, fez de sua reportagem uma saborosa história, em que mistura pesquisa bibliográfica, entrevistas e impressões sobre João Gilberto, o Rio, o Brasil e sobre si mesmo.” (Gonçalo Junior, Valor Econômico)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Um artista, seja qual for seu gênero de expressão, não pode nunca se acomodar. Nem no fracasso, nem no sucesso. E David Mazzucchelli, para nosso deleite, não se acomodou. O que encontraremos em Asterios desafia qualquer conceito pré estabelecido em quadrinhos.” (Lillo, Quadro a quadro)
  • As coisas, de Georges Perec: “O que importa não é o que acontece ao casal, mas o seu aprendizado das regras da vida moderna, das aspirações adequadas, dos índices de distinção e de pertencimento social sem os quais as pessoas não eram — não são — ninguém.” (Luciano Trigo, G1)
  • A maldição da pedra, de Cornelia Funke: “Cornelia me surpreendeu. A autora criou todo um mundo cheio de elementos sobrenaturais e fantásticos, nele colocou os nossos velhos conhecidos contos de fadas — mas não da maneira que são contados pra gente e sim de uma forma tão singular que o leitor tem a impressão de que os ‘verdadeiros’ contos são os de Cornelia.” (Dana, Feed your head)
  • A vida de Joana d’Arc, de Erico Verissimo: “Érico é muito feliz ao retratar a história de Joana d’Arc de maneira tão delicada e íntima, tanto que por vezes temos a sensação de enxergarmos os fatos pelos olhos da menina ingênua, forte e temente a Deus. Através da habilidade do escritor gaucho, até mesmo os momentos de maior angústia durante as guerras e o trágico desfecho tornam-se tocantes.” (Roberto, Meia Palavra)
  • Reparação, de Ian McEwan: “Leiam para serem levados por uma trama que vai fazê-los suspirar, chorar e aprender um pouco mais sobre o sentimento humano.” (Diego, Feed your head)

Links da semana

Curiosidades:

  • Como estão seus conhecimentos sobre literatura russa? Faça este teste do Guardian.
  • Design de livros: como são feitos os projetos gráficos de obras do mercado editorial (Contafio)
  • Quando você vai morar com outra pessoa, juntar os livros pode ser um problema. Veja algumas dicas para evitar discussões. (BookRiot)
  • Por que escrever livros? (New York Times)
  • Nail art: unhas com decorações baseadas em livros (Flavorwire)
  • Você também é uma daquelas pessoas que escreve nos livros? Talvez não tanto quanto David Foster Wallace (Harry Ransom Center)
  • Um tumblr só sobre carimbos de bibliotecas (Livros e afins)
  • Na ocasião do lançamento de Why we broke up, Daniel Handler (nome verdadeiro de Lemony Snicket) deu conselhos amorosos recheados de seu humor peculiar. Lançaremos o livro por aqui em abril.
  • Produção de livros em braille: saiba como são feitos os livros para deficientes visuais (Contafio)
  • “Não se preocupe com o fracasso, a não ser que ele seja sua culpa”. Em uma carta de 1933, F. Scott Fitzgerald deu conselhos a sua filha de 11 anos. (Lists of note)

Adaptações:

  • Foi divulgado o trailer de Xingu, filme de Cao Hamburguer sobre a jornada dos irmãos Villas-Bôas. Em março lançaremos Marcha para o Oeste, livro de Orlando e Claudio Villas Bôas.
  • Maggie Gyllenhaal e Rhys Ifans também estarão na série baseada em As correções, de Jonathan Franzen. (Omelete)
  • Rooney Mara foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação como Lisbeth Salander em Os homens que não amavam as mulheres. O filme estreia no Brasil esta semana.
  • Jayme Monjardim levará O tempo e o vento, de Erico Verissimo, aos cinemas, com Marjorie Estiano no papel de Bibiana (site oficial)

Notícias:

  • O Universo HQ escolheu os melhores quadrinhos de 2011, e Três sombras e Asterios Polyp ficaram no topo do ranking.
  • Stephen Greenblatt é confirmado na Flip 2012 (Estadão)
  • O National Book Critics Circle anunciou os finalistas de sua premiação anual, e quatro livros que serão publicados pela Companhia foram indicados:  Open city (Teju Cole), The marriage plot (Jeffrey Eugenides), The information (James Gleick) e Malcolm X (Manning Marable). (Los Angeles Times)

Resenhas:

  • As correções, de Jonathan Franzen: “é um romance dividido entre a complexidade do tema – as relações familiares ameaçadas pela sua decadência – e a facilidade da leitura, que rapidamente conquista o leitor com os dramas da família Lambert” (Taize, Meia Palavra)
  • Tóquio proibida, de Jake Adelstein: “Escrito de forma direta, sem firulas, e com uma sinceridade suicida, Tóquio Proibida trata não apenas de casos como roubos de caixas eletrônicos, assassinatos seriais, pornografia, tráfico de pessoas, extorsão e lavagem de dinheiro, mas principalmente das complexas relações entre a imprensa e a polícia, a polícia e a Yakuza (a lendária máfia nipônica), e a Yakuza e o poder público.” (Dafne Sampaio, +Soma)
  • E se Obama fosse africano?, de Mia Couto: “Se uma das funções do escritor é traduzir o espírito ou a sensibilidade de uma época ou sociedade, podemos dizer que Mia Couto cumpre a função não apenas para com sua terra natal, mas também para com todos os falantes da língua portuguesa e este livro é uma grande oportunidade de entrar em contato com este universo e suas correlações com o Brasil.” (Noah Mera, Mais 1 Livro)
  • O bom médico, de Damon Galgut: “Composto de personagens rudes e complexos, até o silêncio das cenas combina com a situação de abandono geral. Um romance cheio de conflitos pessoais em um cenário verossímil e esquecido.” (Tatiany, Vá ler um livro)
  • Todas as cosmicômicas, de Italo Calvino: “Problemas como a origem da Lua, a curvatura do espaço ou a extinção dos dinossauros ganham matizes próprios ao serem narrados por esse personagem de nome impronunciável, Qfwfq, o último sobrevivente de uma raça humana de tempos imemoriais, que presenciou tudo, desde o surgimento do universo (e mesmo antes!).” (Tiago, Meia Palavra)