Links da semana

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Curiosidades:

  • Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra. (Educar para crescer)
  • 9 livros que mudaram o mundo (Hype Science)
  • João Paulo Cuenca e Chico Mattoso trocarão cartas durante os próximos 2 meses no Blog do IMS.
  • 10 bibliotecários que mudaram a história (Sentinela no escuro)
  • “Adoro você, adoro seus livros, mas você deveria fazer alguma coisa para melhorar seu cabelo.” Comentários curiosos que os escritores ouvem de leitores. (Beyond the Margins)
  • O museu Guggenheim disponibilizou 65 catálogos de arte em seu site gratuitamente (The Millions)
  • O Livros e Afins indica duas ferramentas de busca para citações literárias.

Entrevistas:

  • Orhan Pamuk, autor de O romancista ingênuo e o sentimental: “Eu tinha 23 anos e disse à minha família e a meus amigos que não seria arquiteto ou pintor como eles queriam, mas sim um romancista. Todos me disseram para não fazer isso, que eu não entendia nada da vida. Acho que eles pensaram que eu ia escrever um romance único. Mas eu lhes disse que há Borges e Kafka, e que eles também não entendiam nada da vida… Os romances, me parece, são uma nova maneira de viver a vida. Só agora, depois de todo este tempo, confesso que quando minha família me disse que eu não entendia nada da vida, eles tinham razão. Naquela época eu não sabia de nada.” (El País)

Resenhas:

  • Sinuca embaixo d’água, de Carol Bensimon: “Carol escreve como se lesse os pensamentos de cada um dos personagens, o que entrega ao leitor uma sensação não de acompanhar os caminhos, mas de estar dentro da personagem.” (Eduardo, Pitacos perdidos)
  • Breves entrevistas com homens hediondos, de David Foster Wallace: “É uma obra que mexe com você, que faz com que pense sobre você e  o mundo ao seu redor. É, por isso mesmo, uma daquelas leituras inesquecíveis.” (Anica, Meia Palavra)
  • As esganadas, de Jô Soares: “Escrito em terceira pessoa, com uma onisciência implacável e um poder de argumentação que faz o leitor se deliciar com rocamboles, cremes de avelã e todos os tipos de doces que o protagonista usa para atrair as mulheres, e em seguida, se divertir com os requintes de crueldade com que suas vítimas são abatidas.” (Diego, Mais 1 Livro)
  • O Rio é tão longe, de Otto Lara Resende: “As cartas de Otto Lara Resende constituem, antes de tudo, um grande painel de época. Fernando Sabino chegou a dizer que elas representam “uma parte do melhor de sua obra”. E de fato, pelo valor literário e documental, podem muito bem ser postas lado a lado à produção ficcional e jornalística do autor.” (Benicio, O Globo)
  • Ho-ba-la-lá, de Marc Fischer: “Sobre João Gilberto, é preciso dizer que ele não é um, mas muitos nesse livro, se tornando praticamente uma lenda folclórica. Cada amigo entrevistado conta sobre uma época e experiências diversas que viveram com o músico.” (Ingrid, Meia Palavra)
  • Os pecados dos pais, de Lawrence Block: “Com uma trama aparentemente simples mas de inicío peculiar (o detetive aqui não está procurando saber quem é o assassino mas sim quem era a vítima, como ela vivia) o autor nos leva a uma aventura quase intimista mas deveras envolvente. A simplicidade mencionada é apenas aparente; quando se menos se espera, estamos surpreendidos.” (Thais, Uma conversa sobre livros)
  • Claraboia, de José Saramago: “em Claraboia já é perceptível sua persona literária, sua riqueza e a profundidade características. A curiosidade gerada pelo livro e, é claro, sua qualidade não deixam dúvidas de que a publicação foi um dos grandes acertos nos últimos meses de 2011, principalmente para os fãs do escritor, pois o valor literário de Claraboia é tão alto quanto os demais livros de Saramago.” (Luana, Mais 1 Livro)
  • O livro selvagem, de Juan Villoro: “Se há um livro feito para relembrar-nos da magia da leitura, este é O livro selvagem.” (Kika, Meia Palavra)

Links da semana

Curiosidades:

  • Comemorações em 2012 marcam o centenário do nascimento de Jorge Amado: obra do escritor baiano vai ser tema de mostra no Museu da Língua Portuguesa (Estadão)
  • 9 coisas que você não sabia sobre Jane Austen (Huffington Post)
  • Awesome people reading: fotos de pessoas conhecidas lendo livros, jornais e revistas
  • 12 autores que se recusam a escrever em computadores (AOC)
  • Volta ao mundo em (mais de) 80 livros: escolha um país e receba uma dica de leitura! (Educar para crescer)
  • The joy of books: uma animação mostra o que acontece na livraria durante a noite (YouTube)
  • Capitães da areia em videogame: 7 jogos inspirados no livro de Jorge Amado, inclusive um para facebook (Vá ler um livro)

Entrevistas:

  • Rubens Figueiredo, autor de Passageiro do fim do dia: “O trabalho do escritor também pode ser encarado como uma tradução. Imagens, impressões, emoções, expectativas, idéias, na maioria das vezes, não se apresentam em forma de linguagem verbal. O escritor tenta traduzi-las em seu idioma, em palavras, frases, parágrafos. A rigor, a tradução faz parte de toda prática da língua, mesmo em nosso cotidiano mais corriqueiro.” (Saraiva Conteúdo)
  • Orhan Pamuk, autor de O romancista ingênuo e o sentimental: “Escrever um romance é se identificar com pessoas. Não apenas o seu tipo de pessoa, mas com pessoas que são muito diferentes de você.” (Época)
  • Lourenço Mutarelli, autor de Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente: “Eu queria uma coisa mais libertária, uma coisa mais experimental. Acho que a gente tem que recuperar um pouco o experimental, no bom sentido. O fato de você se profissionalizar é muito perigoso. É muito perigoso você se acostumar no que dá certo e ficar fazendo isso. Mas eu não quero isso, quero experimentar, no melhor sentido. ‘Experimentar’ fica uma coisa meio… quero ter prazer no que eu faço e ter surpresa ou sei lá. Eu não quero fazer o que sei fazer. Eu não sei fazer nada, mas não quero aprender a fazer nada também.” (RioComicon)

Adaptações:

Concursos e promoções:

  • O blog Nem um pouco épico, que organiza o Desafio Clássico, vai sortear um kit com 2 livros da Penguin-Companhia.

Resenhas:

  • Zuckerman acorrentado, de Philip Roth: “A inteligência, o humor e a ironia espetaculares de Roth por si só já me captariam a atenção para a série, mas há algo ainda mais encantatório: os temas. Os temas das narrativas envolvendo Zuckerman são irresistíveis para mim: a ambivalência familiar, as dificuldades com as mulheres, o desafio às tradições, o afã contracultural, os limites e as possibilidades da ficção autobiográfica, etc.” (Sergio Vilas-Boas, Jornal Rascunho)
  • Elogiemos os homens ilustres, de James Agee e Walker Evans: “A série memorável e pioneira de reportagens produzidas por Evans e Agee na década de 1930 retratou a vida dura das famílias de agricultores no sul e no sudeste dos Estados Unidos, levadas à miséria pelos reflexos econômicos do crash de 1929 da Bolsa de Valores de Nova York.” (José Antônio, Semióticas)
  • Noites das mil e uma noites, de Naguib Mahfouz: “Mahfouz nos presenteia com uma prosa direta, simples, coerente e bela. Acontecimentos se sucedem rapidamente em capítulos breves, mas que têm muito a nos dizer — sobre a cultura árabe e sobre nós mesmos.” (Camila, Livros abertos)
  • Madame Bovary, de Gustave Flaubert: “O que faz de Madame Bovary um clássico não é a história, mas como ela é contada. Cada frase tem um significado, e foi cuidadosamente pensada pelo autor. Flaubert faz praticamente um estudo psicológico de cada um de seus personagens, e os torna reais e realistas, sem julgá-los, ou melhor, deixando o julgamento a cargo do leitor.” (Kika, Meia Palavra)
  • Claraboia, de José Saramago: “O mosaico construído pelo narrador, que se constitui a partir da rotina dos moradores de um simplório prédio de Lisboa, no início dos anos 1950, já permite que vislumbremos muitas das ideias que José Saramago retomaria em textos futuros.” (revista Macondo)

Links da semana


(Foto por Annalena McAfee)

Notícias:

Entrevistas:

  • António Damásio, autor de E o cérebro criou o homem: “Se não chegarmos a entender tudo também não será um desastre, porque há tanta complexidade e beleza no ser humano que não faz mal se fica algum mistério, não é? (risos) O importante é que o progresso do conhecimento não cause uma perda de humanidade. Fico desapontado quando dizem que a neurociência reduz tudo ao cérebro e a circuitos nervosos. Reduzir a natureza humana a neurotransmissores, dopamina e serotonina é muito triste.” (O Globo)
  • Margaret Atwood, autora de A odisseia de Penélope: “If you’re reading something, even a one-sitting short story or article, you’re making a commitment. You’re making a lot more of a commitment because reading is in fact extremely interactive from a neurological point of view. Your brain lights up a lot. Whereas [listening to] music is more like something that happens to you, reading is something you do.” (CBC News)

Curiosidades:

  • Em 1963, um estudante de 16 anos escreveu a 150 autores perguntando se eles usavam simbolismos deliberadamente em seus livros. 75 deles responderam — inclusive Jack Kerouac, John Updike e Saul Bellow. (Paris Review)
  • Meu amigo é escritor, e agora? (National Post)
  • Em carta de 1948 a seu editor, George Orwell fala sobre o manuscrito que estava escrevendo durante uma crise de tuberculose. Será que ele deveria chamá-lo de O último homem da Europa ou 1984? (Letters of Note)
  • Veja as 100 melhores fotos de 2011, segundo a Reuters.
  • 9 motivos para dar seus livros após lê-los (Livros e Afins)

Resenhas:

  • Amor, de novo, de Doris Lessing: “A narrativa gira em torno da personagem Sarah, de 65 anos, que redescobre o sentimento de amor por outros homens em uma fase da vida em que acreditava que isso não mais seria possível. Ela vai viver as sensações da descoberta amorosa, as dores que essas relações podem causar, o jogo de status e sedução entre duas pessoas, e, além de tudo isso, a relação entre sexo e amor, que dependem uma da outra nesse romance.” (Ingrid, Meia Palavra)
  • Nada a dizer, de Elvira Vigna: “É uma escritora que sabe o que quer dizer e diz.” (Cassionei, Porém, ah, porém)
  • A casa dos náufragos, de Guillermo Rosales: “O enredo é como um pesadelo, e pesadelo do pior tipo — aquele que começa sufocante e, quando a gente pensa que enfim a barra vai aliviar, ele volta a sufocar.” (Daniel, Amálgama)
  • Quando meu pai se encontrou com o ET fazia um dia quente, de Lourenço Mutarelli: “A potência de transformar uma rotina pacífica e chata em um verdadeiro acesso de insanidade e dúvidas é o que faz este livro ser mais um exemplar indispensável para quem quer conhecer a obra de Lourenço Mutarelli — um autor que transforma linhas sucintas em verdadeiros tornados de emoções.” (Felippe, Meia Palavra)
  • 68 contos e Iniciantes, de Raymond Carver: “Enquanto Hemingway é o modelo perseguido por Lish, Carver dialoga com o ‘coração generoso’ que Tchécov dizia ser uma qualidade imprescindível para uma narrativa.” (Charlles Campos)
  • 14 contos de Kenzaburo Oe: “Kenzaburo confere às suas personagens certa dificuldade para falarem de seus problemas — e, por isso, o talento da narrativa se faz indispensável para que o leitor veja o que elas não dizem.” (Taize, Meia Palavra)
  • A consciência das palavras, de Elias Canetti: “Canetti discorre — com erudição e sensibilidade extraordinárias — sobre como a escrita (e não somente a literatura) modifica a vida daquele que a realiza, tanto durante o curso dos fatos, quanto posteriormente.” (Luciano, Meia Palavra)
  • Escuta só, de Alex Ross: “Escuta só apresenta um ponto de vista apaixonado que proporciona uma experiência musical apaixonante.” (Arthur, O leitor comum)
  • As esganadas, de Jô Soares: “Esse primeiro contato com o tipo de escrita do Jô fez com que eu buscasse rever meus conceitos sobre romances policiais.” (Breno, Artilharia Cultural)

Links da semana

A geladeira vintage com os livros da Penguin-Companhia das Letras chegou à sede da Penguin americana na rua Hudson, em Nova York. Ela está no hall de recepção, expondo os clássicos que foram editados em língua portuguesa. A geladeira, usada como peça promocional do lançamento da parceria entre a maior editora do mundo e a Companhia das Letras em 2010, foi enviada a Nova York a pedido do CEO da Penguin, John Makinson.

Adaptações:

  • Érico Borgo, do Omelete, já viu o filme de Tintim, e elogiou a adaptação.
  • Um novo trailer de Os homens que não amavam as mulheres foi divulgado, com 8 minutos.

Entrevistas:

  • Orhan Pamuk, autor de O romancista ingênuo e o sentimental: “Todo grande romance guarda algo além da superfície. A arte da ficção, que se aperfeiçoou ao longo dos séculos, consiste em erigir uma estrutura em torno de um centro, de um sentido mais profundo. Ler um romance é uma busca por sentido.” (O Globo)
  • Cyril Pedrosa, autor de Três sombras: “quando você trabalha com animação, você sempre tenta colocar mais vida possível nos corpos, a maneira como os personagens se movimentam, eles têm que ser muito expressivos. Cada desenho deve dizer muito, tanto quanto for possível. Creio que eu mantenho algo daquela experiência.” (RioComicon)
  • Stephen Greenblatt, autor da biografia Como Shakespeare se tornou Shakespeare: “Eu tive um professor brilhante, John Harris, que passou quase um ano inteiro nos ensinando uma única peça, Rei Lear. Eu me lembro de ele nos dizer, em algum momento do texto: ‘Tenho lido isso por anos, e ainda não entendo’. Não sei se ele estava se referindo à linguagem, ao conceito, mas o fato é que pela primeira vez na minha vida escutava um professor dizer que não entendia algo. Um extraordinário professor — que parecia saber de tudo — admitir que um texto lhe impunha problemas de compreensão, aquilo para mim foi uma confissão poderosa.” (O Globo)

Curiosidades:

Concursos e promoções:

Resenhas:

  • Vício inerente, de Thomas Pynchon: “foi com surpresa extremamente positiva que descobri que Pynchon não é elogiadíssimo por ser obscuro ou para poucos, mas simplesmente por ser bom, dono de uma prosa envolvente e, acredite, divertida.” (Anica, Meia Palavra)
  • Coração de tinta, de Cornelia Funke: “um presente para todos aqueles que já dormiram com um livro debaixo do travesseiro, sonharam com suas histórias, cheiraram suas páginas e passaram noites em claro com o rosto enfiado no papel, acompanhando as letras em tinta preta que levavam o leitor para um mundo que, muitas vezes, era mais colorido que o mundo real.” (Iris, Literalmente Faland0)
  • Monsieur Pain, de Roberto Bolaño: “Com Bolaño tudo flui. Sua prosa corre como riacho. Rápida, leve, fresca. Esperta.” (Luiz Zanin Oricchio, Estadão)
  • Na pior em Paris e Londres, de George Orwell: “Apesar do humor sarcástico presente em boa parte das passagens, o escritor relata com crueza todos os agouros de não enxergar uma perspectiva de amparo e ter de lidar diariamente com as incertezas. Ele passa, por exemplo, muitos dias sem se alimentar – ou sobrevivendo apenas com pão seco e chá.” (Lydianne, Meia Palavra)
  • 1984, de George Orwell: “muito mais do que uma simples história, é um tapa na cara da sociedade e de como o ser humano é frágil e dependente de um sistema que diga a ele o que deve ser feito.” (Alonso, iCult Generation)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “O foco não é, na verdade, Hana e seu relacionamento com Asterios, mas sim o que ela trouxe para a vida dele, e que faltas ela fez ao deixar de compartilhar seus dias com ele.” (Taize, Meia Palavra)
  • Jimmy Corrigan, de Chris Ware: “Chris Ware realizou o feito de misturar confissões e ficção de uma maneira brilhante que pode parecer difícil à primeira vista, mas que se mostra genial quando o leitor mergulha na obra.” (André, Pipoca e Nanquim)
  • Istambul, de Orhan Pamuk: “Intercalando memórias de sua infância e lembranças alheias de poetas e jornalistas turcos e mesmo de autores estrangeiros que por ali passaram, Orhan Pamuk traça um retrato em preto e branco de sua cidade natal, esta cidade que ainda busca uma harmonia entre passado e futuro, entre o Oriente e o Ocidente.” (Kika, Meia Palavra)

Links da semana

Curiosidades:

  • Túmulo de Oscar Wilde em Paris será protegido contra beijos (Folha)
  • Você nasceu para escrever. E agora? (Todoprosa)
  • E se escritores como Virginia Woolf, Geoffrey Chaucer e Raymond Chandler tivessem escrito livros de culinária? (The Independent)
  • Cases de iPhone para fãs dos clássicos (Almir de Freitas)
  • 37 bibliotecas incríveis (Livros e afins)
  • Os computadores podem ajudar você a achar o livro que deseja ler? (PublishNews)
  • O site Daily Routines juntou respostas de vários escritores e artistas sobre suas rotinas diárias.

Entrevistas:

  • Misha Glenny, autor de Mercado sombrio: “Nós nem sempre nos damos conta de como nossa vida ficou dependente da tecnologia de computadores. É uma coisa que temos que começar a entender. Proteger-se é reduzir risco.” (Estadão)

Resenhas:

  • O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald: “São poucos autores que conseguem captar o espírito da sua própria época com tanta destreza e de uma forma tão interessante.” (Bell, Nem um pouco épico)
  • Teatro, de Bernardo Carvalho: “As falsidades bem ensaiadas, os estudados simulacros, as melhores atuações de atores sobre o palco (como diz um bolero antigo) deleitam do começo ao fim. Fazia tempo que não lia algo tão instigante e provocador.” (Aguinaldo, Livros que eu li)
  • Não há nada lá, de Joca Reiners Terron: “O Apocalipse seria um mundo sem livros? Sem a literatura e toda a carga de pensamentos e reflexões e influências que ela traz? Para as personagens de Joca Reiners Terron e, concordo, para mim, um mundo sem a literatura é inimaginável.” (Taizze, Meia Palavra)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “é uma daquelas histórias grandes que não precisam de infinitos plot twists e enredos complicadíssimos para se garantir. É simples, como a infância. Exatamente por isso que é tão tocante. (Cherry, Nem um pouco épico)
  • Nêmesis, de Philip Roth: “o novo livro de Roth mostra justamente o ponto onde a literatura jamais poderá ser superada por qualquer outra mídia ou suporte narrativo.” (Noah, Mais 1 livro)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Tudo em Asterios Polyp foi cuidadosamente planejado: o layout das páginas, o estilo e técnicas de ilustração empregadas, a escolha e utilização da paleta de cores, o desenho da tipografia e balões específicos de cada personagem, a capa, o papel em que foi impresso.” (Liber, Universo HQ)
  • 28 contos e A crônica dos Wapshot, de John Cheever: “Apenas quando um homem doma a intransigência profunda das palavras, ele se torna de fato um escritor. John Cheever é um desses homens que sabe dobrar, torcer, aplainar palavras” (Paula Cajaty, Rascunho)