Links da semana

Links da Semana

Notícias:

  • 28 livros brasileiros serão traduzidos no exterior com apoio da Fundação Biblioteca Nacional (G1)
  • The Swerve: How the World Became Modern, de Stephen Greenblatt, ganhou o National Book Award na categoria Não-fição. O livro será publicado pela Companhia ano que vem.
  • Angeli 24 horas, documentário de curta-metragem, foi lançado em DVD esta semana (RioComicon)
  • Pais (mesmo aqueles que são fãs de gadgets e ebooks) preferem que seus filhos leiam livros de papel (NY Times)

Adaptações:

  • Ewan McGregor estará na série de TV baseada em As correções! Ele interpretará Chip, o filho do meio. (Entertainment Weekly)
  • Confira o visual de Leonardo DiCaprio, Carey Mulligan e Tobey Maguire como trio de protagonistas de O grande Gatsby (Omelete)
  • A revista Wired acompanhou uma parte das filmagens de Millennium – Os homens que não amavam as mulheres.

Entrevistas:

  • Rubens Figueiredo, autor de Passageiro do fim do dia: “Prefiro encarar os prêmios como um incentivo, já que os incentivos são escassos em nossa atividade. As expectativas não estão entre as motivações para escrever, no meu caso. Parece que eu escrevo quando as experiências, as observações e os questionamentos que, com o tempo, vão se formando na minha cabeça alcançaram alguma densidade, tomaram uma espécie de forma mais delineada. Aí sinto a pressão para escrever e tentar dizer o que estou vendo e pensando.” (Blog do IMS)

Concursos e promoções:

Curiosidades:

  • Você acha que não tem mais espaço para guardar livros? A artista Marjaan Teeuwen fotografou algumas estantes e armários realmente claustrofóbicos (Flavorwire)
  • As múltiplas funções de uma biblioteca pública: emprestar livros é apenas uma das missões de um espaço que recebe de estudantes a moradores de rua todos os dias (Último Segundo)
  • Odyr Bernardi fez um ótimo post sobre o tempo nos quadrinhos e na literatura.
  • Jogo da memória literário: tente reconhecer os livros clássicos que foram escritos pelos mesmos autores (Superinteressante)
  • Bibliotecas podem ser chatas, livros não: texto do bibliotecário Rafael Ribeiro Rocha (Papo de Homem)
  • Josélia Aguiar visitou a Academia Brasileira das Letras e sua famosa reunião do chá (Painel das Letras)
  • Nothing but a movie: uma animação feita para a edição de horror da Granta, baseada no conto “The colonel’s son” de Roberto Bolaño.
  • Adultos reencenam fotos tiradas em sua infância no projeto Back to the Future, de Irina Werning (parte 1 e parte 2)
  • Veja as ilustrações que Salvador Dalí criou para Alice no País das Maravilhas no Brain Pickings.
  • 10 personagens literários famosos e as pessoas em quem eles foram inspirados (Flavorwire)
  • O que faz uma palavra ir para o dicionário? Veja a explicação do editor do dicionário Merriam Webster (Vivo de Livro)

Resenhas:

  • Capitães da areia, de Jorge Amado: “Durante a leitura é impossível não se colocar no lugar desses meninos. Afinal, apesar dos pesares são crianças comuns que foram forçadas a amadurecer muito cedo, sem nenhuma barreira familiar, sem limites, sem carinho, sem um lar. Isso fica claro em determinados momentos onde tudo o que eles esperam é um colo, alguém que cuide deles, ou simplesmente poder passar uma tarde andando de carrossel como as demais crianças.” (Junior, Coolture News)
  • Da arte das armadilhas, de Ana Martins Marques: “Na poesia de Ana Marques os objetos são traiçoeiros, não são o que aparentam ser. São mesmo, talvez, o contrário do que anunciam ser, como a vida e o amor, que se insinuam como promessa e terminam em fracasso.” (Jardel, Digestivo Cultural)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Entre muitas referências artísticas e filosóficas, uma premissa interessante do livro é a de que as pessoas são feitas de diferentes padrões e que, em alguns casos, conseguem projetar seu padrão sobre outras, influenciando-as ou, no melhor dos casos, mesclando-se a elas.” (Jota, Papo de quadrinho)
  • O monte do mau conselho, de Amós Oz: “Amós Oz em sua melhor forma, misturando doses exatas de melancolia e de humor ao explorar as raízes de um dos problemas políticos mais sérios do século XX.” (Luciano, Meia Palavra)
  • Poemas, de Wislawa Szymborska: “uma lufada de ar fresco, como uma possibilidade de se pensar e viver a poesia num estado de relaxamento maior” (Carlito Azevedo, O Globo)
  • O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald: “O livro é uma ótima opção para quem gosta de estórias que revelam o lado obscuro da sociedade, a hipocrisia, os valores, traições. Resumindo o que se esconde atrás da imagens de belos casais ricos e com filhos perfeitos.” (Lariza, Feed your head)
  • As avós, de Doris Lessing: “creio que o principal ponto dela é pensar que há coisas que ‘devemos fazer em determinadas idades’ e questionar essa afirmação, que é um preconceito mais sutil e quase impossível de cair na sociedade humana em geral.” (Rafael, Os Espanadores)
  • Desonra, de J.M. Coetzee: “À medida em que a história avança, a incapacidade em seguir as regras do mundo é a verdadeira razão da derrocada de Lurie.” (Alexandre, Meia Palavra)
  • O anexo, de Sharon Dogar: “Esse livro me encantou e emocionou imensamente, sem dúvida foi uma das melhores leituras do ano, uma história linda e comovente.” (Cláudia, Livraria Outubro)
  • Rock’n’roll e outras peças, de Tom Stoppard: “É livro para fazer os olhos dos amantes de teatro brilharem, e mais importante, é daqueles para apresentar Stoppard para um público que aprecia boa literatura.” (Anica, Meia Palavra)

Links da semana

Notícias:

  • Foi reaberta em NY a casa onde Edgar Allan Poe passou seus últimos anos (Folha)
  • Escritores estreitam relação com os leitores por meio das redes sociais (Divirta-se)
  • Um projeto de lei que propõe uma reserva de mercado para quadrinhos nacionais gerou discussão semana passada. Leia as considerações do Universo HQ e do Blog dos Quadrinhos.
  • Lourenço Mutarelli, Rafael Coutinho, DW Ribatski e Diego Gerlach darão um workshop de HQs em São Paulo, como parte da Balada Literária (Omelete)
  • Gravadoras americanas estudam abandonar os CDs em 2012 (SideLine)
  • As bibliotecas de São Paulo perdem 86,7 mil livros por ano (UOL)
  • Começou esta terça e vai até dia 18 de dezembro a exposição O espírito vivo de Will Eisner, no Centro Cultural São Paulo. Saiba mais no site da RioComicon.

Adaptações:

  • Foram divulgadas 3 novas fotos da adaptação de David Cronenberg para Cosmópolis, de Don DeLillo (Omelete)
  • Jonathan Franzen disse que está escrevendo material novo para a série de TV de As correções (Vulture)

Entrevistas:

  • Amós Oz, autor de O monte do mau conselho: “Tenho duas canetas em minha mesa. Uma é para mandar o governo para o inferno, a outra é para contar histórias. São esferas diferentes para mim, a de contar e a de afirmar. Quando eu concordo cem por cento comigo mesmo, escrevo um artigo. Quando ouço mais de uma voz dentro de mim, quando vejo mais de um ponto de vista válido, é aí que estou grávido de uma história.” (Todoprosa)

Curiosidades:

  • Artistas canadenses criaram a exposição Toronto Draws Tintin!, que reúne diversas homenagens às histórias do repórter belga. Veja algumas das imagens no site do projeto.
  • Qual 1984 é mais assustador: o real ou aquele imaginado por George Orwell? (BookRiot)
  • 20 razões para ler (O café)
  • Em vídeo, Marçal Aquino traça algumas diferenças entre escrever literatura e escrever para cinema (Mais 1 Livro)
  • Elizabeth Bishop, além de poeta, era também pintora. Veja alguns de seus quadros.
  • Por falar em Elizabeth Bishop, Raquel Cozer visitou sua casa em Ouro Preto.
  • Mitos gregos e Charles Dickens são algumas das leituras que Christopher Hitchens indicou para uma garota de 8 anos (GalleyCat)
  • Gatos que resolvem se sentar em cima de livros, ou que entram na sua frente quando você está tentando ler: um tumblr coleciona fotos de gatos que, aparentemente, odeiam ler.
  • Surgiu uma nova teoria para a morte prematura de Jane Austen: a de que ela teria sofrido envenenamento por arsênico (The Guardian)
  • The Books They Gave Me: um tumblr que conta a história por trás de livros que as pessoas ganharam de presente durante relacionamentos que não deram certo.
  • Loris Stein, editor da Paris Review, confessa que é humano e não leu alguns livros considerados fundamentais (Paris Review)
  • “Gosto de pensar que a poesia pode educar nossos olhos.” Eucanaã Ferraz fala sobre Água sim, livro infantil feito em parceria com Andrés Sandoval. (Suplemento de Pernambuco)

Resenhas:

  • A letra escarlate, de Nathaniel Hawthorne: “No desenrolar da história, Hester Pryne vai mostrando a todos suas qualidades incontestáveis, como a coragem, dignidade, força para enfrentar tudo e conseguir inverter essa situação e, sem sombra de dúvida, se tornar uma das maiores heróinas que a literatura já produziu.” (Rafael, Os Espanadores)
  • Capitães da areia, de Jorge Amado: “Como um dedo na ferida da sociedade, Jorge Amado apontava a ineficiência do Estado para lidar com o problema das crianças de rua e jogava a conta da violência pública no colo das autoridades classicistas.” (João Paulo, Mais 1 Livro)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Poucas histórias em quadrinhos apresentam uma narrativa gráfica tão bem construída e planejada nos mínimos detalhes.” (Raphael, Contraversão)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “Noah foge de casa é encantador. Para todos os tipos de leitores, de todas as idades.” (Ana, iCult Generation)
  • As esganadas, de Jô Soares: “É de um humor tão gostoso que o livro acaba fluindo muito bem, sem que você sequer perceba que está virando página após página e quase chegando ao fim. A melhor palavra para defini-lo seria divertidíssimo.” (Anica, Meia Palavra)
  • Jubiabá, de Jorge Amado: “Jorge Amado estava inspirado pelas certezas da juventude, pelo trabalho de Gilberto Freyre e por ideais que se pretendiam transformadores. Jubiabá é um livro intenso, sensual e idealista.” (Walter, Psychobooks)
  • Herzog, de Saul Bellow: “o protagonista dá uma solução simples para seu problema: se não há ninguém relevante para ouvir-nos, escreveremos para aqueles que consideramos dignos. Mesmo que seja um punhado de mortos importantes. Mesmo que seja deus! E são essas cartas que vamos lendo ao longo de todo o livro, se enredando com a narrativa, com suas memórias, com suas mulheres, com sua carreira brilhante e desvairada.” (Tiago, Meia Palavra)

Links da Semana

Notícias:

  • O New York Times publicou o discurso feito por Mona Simpson no funeral do irmão que ela só conheceu aos 25 anos, Steve Jobs.
  • O Prêmio Quem 2011 abriu suas votações para o público, e você pode escolher entre um dos 9 indicados na categoria Literatura.

Entrevistas:

  • António Damásio, autor de E o cérebro criou o homem: “No fim do século 19 e começo do 20, as pessoas tinham grande capacidade de memória, de armazenar conteúdos. Havia menos distrações. As pessoas liam, contemplavam. Hoje veem clipes e usam a internet. Não há um tempo muito grande para analisar e armazenar memórias.” (Estadão)
  • Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs: “Todas as noites, ele jantava na mesa da cozinha com sua esposa e filhos. Ele não saía para socializar ou para jantares de gala. Ele não viajava muito. Mesmo sendo focado em seu trabalho, ele estava sempre em casa para o jantar.” (Huffington Post)
  • Fernando Morais, autor de Os últimos soldados da Guerra Fria: “eu perguntei para a pessoa do degrau mais alto onde costumo chegar em Cuba, o que ele tinha achado do livro. Ele respondeu com uma frase muito curiosa: ‘As pequenas objeções que eu tenho a fazer ao livro são irrelevantes. Mas não se esqueça que eu tenho objeções também a fazer ao Capital e à Bíblia‘. Então tá bom.” (Terra Magazine)

Curiosidades:

  • 10 mitos sobre livreiros (UsedFurnitureReview)
  • No Dia Nacional do Livro, o blog da Estante Virtual selecionou vídeos sobre o prazer da leitura.
  • Bernardo Carvalho continua seu diário de Berlim: “Não há nada mais assustador do que crianças de um país cuja língua você não fala.” (Blog do IMS)
  • Você tem vontade de ler os clássicos mas fica com preguiça/receio? Veja 3 dicas que podem te ajudar.
  • Antônio Xerxenesky levanta algumas questões sobre a crítica literária em “Do que não falamos quando falamos de crítica”. (Blog do IMS)
  • Em comemoração ao Dia D, Chico Buarque, Milton Hatoum, Fernanda Torres e muitos outros nomes importantes da cultura brasileira leram poemas de Carlos Drummond de Andrade. (Blog do IMS)
  • Spike Jonze e Olympia Le-Tan se juntaram para criar To die by your side, uma animação que se passa dentro da livraria Shakespeare and Company e mostra muitas capas conhecidas ganhando vida (Open Culture)

Resenhas:

  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “Melhor lançamento do ano.” (Bruno, Pipoca e Nanquim)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “é um daqueles livros que te pegam desprevenido. Uma história delicada, sem grandes pretensões, e que se transforma em uma fábula tocante e profunda ao abordar com simplicidade temas difíceis da vida.” (Roberto, Meia Palavra)
  • Em casa, de Bill Bryson: “mais que um livro sobre curiosidades das nossas casas, é um homenagem a esse local tão importante, mas a que muitas vezes, por nos ser tão familiar, não damos o devido valor.” (Amanda, Os Espanadores)
  • Asterios Polyp, de David Mazzucchelli: “É uma obra de arte que celebra a vida e o amor, embora traga aquele travo de ironia e desencanto dos tempos modernos, cheia de referências filosóficas e existencialistas, mas que não deixa de transbordar aquela humanidade encontrada ao dobrar de uma esquina.” (Andreia, Mar de Histórias)
  • A lebre da Patagônia, de Claude Lanzmann: “Lanz­mann conta de­ta­lhes im­pres­si­o­nan­tes de suas en­tre­vis­tas e fil­ma­gens com ju­deus que es­ca­pa­ram mi­la­gro­sa­mente do ho­lo­causto. (Márcio ABC)
  • Retalhos, de Craig Thompson: “A imagem dos retalhos da colcha feita por Raina são como uma alegoria dos retalhos do passado do artista, que colocados lado a lado formavam essa linda história.” (Anica, Meia Palavra)
  • O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald: “é um romance de leitura rápida e envolvente que provoca em quem lê compaixão pelo protagonista, um retrato dos tempos de riqueza dos Estados Unidos, mas onde nem o dinheiro é capaz de salvar alguém de um final triste e solitário.” (Taize, Meia Palavra)
  • Guerra aérea e literatura, de W.G. Sebald: “o autor mergulha nos sombrios bastidores da guerra. Cria a tese de que, depois de ter se reconstruído, a Alemanha conduziu uma nova aniquilação: a de sua história.” (Martha, Opera Mundi)
  • Sinuca embaixo d’água, de Carol Bensimon: “Carol derrama firmeza nas frases curtas e bem pontuadas. Ela mostra a que veio.” (Cínthya, Campeonato Gaúcho de Literatura)
  • Os detetives selvagens, de Roberto Bolaño: “O que realmente faz desse romance um livrão (não só em tamanho), é como Bolaño torna interessante todos esses relatos a princípio sem nexo, a forma com que ele retrata esse cotidiano artístico — as idas a cafés e bares e festas —, como as personagens de tão diferentes características se movem e interagem nesse cenário. Mas o mais interessante é como o leitor tem a liberdade, através de todos os depoimentos das outras personagens, de formar a própria imagem dos protagonistas — artistas de talento real ou farsantes miseráveis? O leitor acredita em quem e no que quiser.” (Taize, Meia Palavra)

Links da semana

Notícias:

Adaptações:

  • Foi divulgado um novo pôster para o filme Os homens que não amavam as mulheres. (Mouthtapedshut)
  • O filme de Tintim acabou de ser lançado na Europa e seu produtor, Peter Jackson, já falou sobre uma continuação: o roteiro incluiria O templo do Sol e As sete bolas de cristal (Omelete)

Curiosidades:

Concursos e promoções:

Resenhas:

  • Poemas, de Wislawa Szymborska: “Esbarro, distraidamente, em versos da poeta polonesa Wislawa Szymborska. Versos que — eis o que me assombra — parecem a mim destinados. Como se eu os recebesse em uma carta lacrada de que fosse o único destinatário. E eles contivessem um segredo que não diz respeito a mais ninguém, a não ser a mim mesmo.” (José Castello, O Globo)
  • Jovens de um novo tempo, despertai!, de Kenzaburo Oe: “Oe escreve com a fluidez de quem está muito próximo e íntimo ao tema.” (Marta Barbosa, UOL)
  • Solar, de Ian McEwan: “Não tem jeito: depois que se lê Solar, é impossível resistir à tentação de dizer que Ian McEwan é o melhor escritor da atualidade.” (Sérgio Vaz, 50 anos de textos)
  • O anexo, de Sharon Dogar: “depois de ler O diário de Anne Frank tantas vezes, O anexo foi um lindo e triste conto de amor e perda e se encaixa perfeitamente no buraco que Peter era antes” (Maeva, Murphy’s Library)
  • Maus, de Art Spiegelman: “Maus é obrigatório nas estantes de quem gosta de quadrinhos, literatura, reportagens ou seja quem gosta de uma grande história.” (Rafael, O Espanador)
  • Infiel, de Ayaan Hirsi Ali: “Diante de um sistema massacrante, feito de costumes e leis rígidos, esta mulher resolveu erguer os olhos e encarar o mundo em vez de abaixar a cabeça. Em um texto ora comovente, ora chocante, Ayaan nos brinda com um retrato vívido e pungente de um mundo que fechamos os olhos para tentar não ver.” (Danilo, Literatura de Cabeça)

Links da semana

266. The Realist Novel and the Experimental Novel

Notícias:

  • Lemony Snicket expressou apoio ao movimento Occupy Wall Street enviando 13 observações sobre o tema (OccupyWriters)
  • Na semana que vem, o Omelete e a Fnac promovem um festival voltado para a cultura pop, principalmente quadrinhos. Haverá um bate-papo com Lourenço Mutarelli. (KingCon 2011)

Adaptações:

  • A adaptação de O grande Gatsby com Leonardo DiCaprio ganhou uma data de estreia: 25 de dezembro de 2012 (Omelete)
  • “Lisbeth tem que ser como ET: estranha, mas cativante.” Leia uma matéria da Vogue com David Fincher e Rooney Mara.
  • Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios está na programação da 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
  • Foi divulgado um novo trailer de As aventuras de Tintim, desta vez com ênfase na ação e na aventura (UniversoHQ)

Entrevistas:

  • Jeffrey Eugenides sobre seu novo romance, The marriage plot, que a Companhia lança no 1° semestre do ano que vem: “Quando a narrativa deixou de ser puramente uma réplica de um romance do século 19 e tornou-se um romance sobre uma jovem obcecada com romances do século 19, e sobre o que tal obsessão faz com suas expectativas amorosas, o livro avançou um século. Tornou-se contemporâneo, passou a soar contemporâneo, e me permitiu escrever sobre várias coisas que eu não tinha conseguido abordar antes, como religião e Madre Teresa, maníaco-depressivos, o sistema de classes das universidades do leste americano na década de 1980, Roland Barthes, J.D. Salinger, a Oração de Jesus, e Talking Heads.” (The Millions)
  • Lygia Fagundes Telles, autora de Passaporte para a China: “Não existe gênero menor, existem escritores menores. Rubem Braga, Carlos Drummond, Clarice Lispector foram grandes cronistas. E não é fácil ser cronista, tem de ter inspiração, uma palavra que saiu da moda, mas em que eu acredito muito.” (O Globo)

Curiosidades:

  • J.G. Ballard geograficamente decodificado: um mapa com todos os lugares citados nos livros do escritor (Casmurros)
  • Para celebrar os 450 anos do falecimento de Claude Garamont, os franceses criaram um site especial com diversas informações sobre o tipógrafo e sua criação, a fonte Garamond.
  • Conheça a bela Biblioteca Pública do Acre (Livros e Afins)
  • “Hoje ninguém mostra os livros que tem na estante para nos dizer quem é.” Isabel Coutinho entrevista Erroll McDonald, editor da Random House que levou Fernando Pessoa e Mário de Andrade aos EUA. (Ciberescritas)
  • O mundo literário codificado: escritores, editores e críticos tentam decifrar alguns dos clichês usados em textos sobre livros (Almir de Freitas)
  • Anica sugere: adote um tradutor favorito e vá atrás do que ele já traduziu (Meia Palavra)

Resenhas:

  • Dois irmãos, de Milton Hatoum: “Se é o melhor livro da década passada, não sou capacitado para responder. Mas, certamente, é dos melhores livros que li nas últimas três décadas, desde que aprendi a ler.” (Fernando, crimineliber)
  • O anexo, de Sharon Dogar: “Os medos dos personagens foram transmitidos de tal forma que se tornaram meus.” (Junior, Coolture News)
  • Alguém para correr comigo, de David Grossman: “O modo como Grossman reconstruiu a Cidade Sagrada é sutil, ele utiliza como matéria prima as camadas mais profundas da vida da conflituosa cidade, coisas que passam invisíveis não só para os turistas, como também para a maioria de seus habitantes.” (Luciano, Meia Palavra)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “Com a narrativa simples, o autor consegue conquistar o público juvenil, e com a profundidade do enredo amizade, bullying, quebra de promessas, perdas e como lidar com elas ele vai cativar os leitores um pouco mais maduros.” (Mariana, Psychobooks)
  • Noah foge de casa, de John Boyne: “A história é tão ingênua, tão simples e, ao mesmo tempo, tão profunda… Uma mistura de inocência com nonsense, que faz da leitura uma agradável viagem pela mente infantil.” (Nanie’s World)
  • Zuckerman acorrentado, de Philip Roth: “Ao ler o conjunto das primeiras narrativas de Zuckerman fica ainda mais evidente o talento de Roth: erguer um herói em tempos sombrios e fazer com que sua trajetória percorra os grandes traumas do século 20 nos EUA. Mais que um símbolo de grandeza, Zuckerman é antes de tudo um homem, abandonado pelos deuses, vivendo no deserto do presente.” (Pedro, Mundo Livro)
  • Herzog, de Saul Bellow: “Moses E. Herzog sofre porque sua mulher o traiu com seu melhor amigo. Ele decide se agarrar às boas lembranças de amantes antigas e procurar conforto em outras mulheres, enquanto dá pitaco na vida de quase todo mundo à sua volta, do seu psicólogo ao presidente, de um vendedor de roupas a suas ex-mulheres, por meio de cartas que nunca serão entregues.” (Tiago, VIP)
  • Desonra, de J.M. Coetzee: “Desonra lida com uma porção de conflitos, que dizem respeito não somente à África do Sul, mas outros países e, em alguma medida, a realidade contemporânea.” (Lucas, Meia Palavra)
  • Os últimos soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais: “os ataques eram dos mais variados tipos, desde incursões ‘inofensivas’ ao território cubano, onde aviões sobrevoavam a ilha e jogavam panfletos das organizações anticastristas, até atentados terroristas a hotéis e praias turísticas.” (Iris, Literalmente falando)