Semana três

Toda sexta-feira nós colocamos no blog os livros lançados durante a semana, assim como os eventos literários e culturais que acontecerão na semana seguinte. Não se esqueçam do Concurso Bolañomania, que foi prorrogado até dia 6 de junho. Os cinco vencedores ganharão uma sacola comemorativa do lançamento de 2666 com um exemplar do livro, e a melhor resenha também será publicada aqui no blog.

Os lançamentos desta semana foram:

Visão do Paraíso, de Sérgio Buarque de Holanda
Publicado pela primeira vez em 1959, Visão do Paraíso inaugurou o ensaísmo sobre o imaginário do colonizador ao estudar os mitos edênicos que acompanharam as narrativas dos descobrimentos e da colonização da América. A Companhia das Letras agora relança este título em edição revista e com imagens do acervo pessoal do autor.

Capítulos de história do Império, de Sérgio Buarque de Holanda
Com introdução e organização do historiador Fernando Novais e posfácio do historiador Evaldo Cabral de Mello, Capítulos de história do Império traz à luz um conjunto de textos inéditos sobre a história política do Império brasileiro.  Nas quatro partes que compõem o volume, o autor analisa a crise do Império brasileiro no final do século XIX, compreendendo-a como produto da falência do mecanismo de sustentação deste regime: o poder pessoal do imperador.

Essa história está diferente ― Dez contos para canções de Chico Buarque, organização de Ronaldo Bressane
Dez autores de estilos diversos recriam em ficção o cancioneiro do compositor carioca Chico Buarque. O projeto, idealizado pela RT Features e patrocinado pela Caixa Econômica Federal, traz contos de Alan Pauls, André Sant’Anna, Cadão Volpato, Carola Saavedra, João Gilberto Noll, Luis Fernando Verissimo, Mario Bellatin, Mia Couto, Rodrigo Fresán e Xico Sá. Leia trechos de alguns dos contos aqui. Haverá evento para lançamento do livro em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, confira as datas abaixo.

Os gatos, de T. S. Eliot (Edição bilíngüe; Ilustrações de Axel Scheffler; Tradução de Ivo Barroso)
Durante toda a década de 1930, T. S. Eliot deu de presente a seus afilhados e amigos uma série de poemas. Seus poemas infantis surpreenderam seus amigos pela graça e sensibilidade para com a psicologia felina, e em 1939 ele foi convencido a publicá-los. O que era para ser uma brincadeira acabou por se tornar um de seus trabalhos mais conhecidos: após sua morte, os poemas serviriam de base para o musical Cats.

Sociedade da neve, de Pablo Vierci (Tradução de Bernardo Ajzenberg)
Em outubro de 1972, um avião fretado da Força Aérea do Uruguai que rumava para o Chile se choca contra uma montanha nos Andes. Das 45 pessoas a bordo, 29 sobrevivem ao impacto. Dez dias depois do acidente, a primeira notícia que ouvem do mundo exterior por rádio é que as buscas pelo avião foram abandonadas. Entremeando as narrativas dos sobreviventes com o relato objetivo do autor, A sociedade da neve traz a verdadeira história de como dezesseis jovens conseguiram sobreviver durante 72 dias num dos ambientes mais inóspitos do planeta.

Os belos dias de minha juventude, de Ana Novac (Tradução de Rosa Freire d’Aguiar)
Escritas em 1944, quando a autora, aos quinze anos, foi prisioneira em Auschwitz e Plaszow, essas anotações carregam, além de um relato incisivo dos seis meses em que foi prisioneira, o feito de ser o único documento autobiográfico produzido em campos de concentração que foi preservado com o fim da guerra.

Lobinho, o detetive da floresta, de Ian Whybrow (Ilustrações de Tony Ross; Tradução de Heloisa Jahn)
No quarto volume das aventuras do Lobinho, o intrépido detetive Lobinho Binho precisa descobrir onde foram parar os animais que desapareceram de seus lares, enchendo as famílias de angústia.

O guerreiro solitário, de Henning Mankell (Tradução de George Schlesinger)
Neste novo romance policial do autor sueco Henning Mankell, é verão, e o inspetor Wallander se prepara para viajar com sua nova namorada, na esperança de que seu pai idoso e sua filha rebelde não o obriguem a cancelar seus planos. Mas será uma sequência de crimes brutais que atrapalhará sua “lua de mel”, mais uma vez o obrigando a mergulhar no trabalho.

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O Blog da Companhia indica os seguintes eventos até a semana que vem:

2º Festival Internacional de Leitura de Campinas
29 de maio a 6 de junho.
Em sua segunda edição, o Festival Internacional de Leitura de Campinas contará com a presença dos autores Angela Lago, Tatiana Belinky, Fabricio Corsaletti, Ricardo Azevedo e Fabrício Carpinejar. Para mais informações, acesse: http://www.filc.com.br/filc2010/
Local: CIS Guanabara e Largo do Rosário – Campinas, SP

8º Salão do livro do Piauí
Acontece de 31 de maio a 6 de junho o 8º Salão do livro do Piauí. Fazem parte da programação do evento palestras de Antonio Cícero, autor de Finalidades sem fim, e do angolano Ondjaki, escritor de Avódezanove e o segredo do soviético. Para mais informações, acesse: http://www.fundacaoquixote.org.br/
Local: Complexo da Praça Pedro II – Teresina, PI

Feira do livro de Canoas
De 2 a 20 de junho.
Em sua 26ª edição, a Feira do livro de Canoas promoverá encontros com os autores Charles Kieffer, Luiz Ruffato, Ricardo Azevedo e Michel Laub. Para mais informações, acesse: http://www.feiradolivrocanoas.blogspot.com
Local: Praça da Bandeira – Canoas, RS

12º Salão do livro da FNLIJ
De 09 a 19 de junho.
Ana Maria Machado, Daniel Kondo, Gilles Eduar, Graça Lima, Luciana Sandroni, Odilon Moraes, Roger Mello e Rosana Rios são os autores da Companhia das Letras que participarão da 12ª edição do Salão FNLIJ do livro para crianças e jovens. No dia 11, o autor Roger Mello estará lá para autografar o livro Carvoeirinhos, às 14h. Para mais informações, acesse: http://www.fnlij.org.br/salao/
Local: Av. Barão de Tefé, 75 – Saúde – Rio de Janeiro / RJ

10ª Feira Nacional do livro de Ribeirão Preto
De 10 a 20 de junho, das 9h às 22h.
Os autores Paulo Markun, Fabrício Carpinejar, Tony Belloto, Fabrício Corsaletti, Carola Saavedra, Moacyr Scliar, Zuenir Ventura, Daniel Galera e Rafael Coutinho participarão da décima edição da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. Os encontros com os autores acontecerão nas Praças Carlos Gomes e XV de novembro e na Esplanada do Teatro Pedro II. Para mais informações, acesse: http://www.feiradolivroribeirao.com.br/

Contação de histórias do livro Por amor ao futebol!
Sábado, 05 de junho, às 15h.
Kiara Terra conta histórias de Por amor ao futebol!, de Pelé, ilustrado por Frank Morrison.
Local: Loja Companhia das Letras por Livraria Cultura – Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073 – São Paulo, SP

Contação de histórias e oficina do livro Por amor ao futebol!
Sábado, 05 de junho, às 16h.
Márcia Brito conta histórias e faz oficina baseada no livro Por amor ao futebol!, de Pelé, ilustrado por Frank Morrison.
Local: Livraria da Vila – Shopping Cidade Jardim – Av. Magalhães de Castro, 12000 – São Paulo, SP

Lançamento do livro Essa história está diferente em RJ, SP e Brasília
A Caixa Cultural, a RT Features e a Companhia das Letras convidam para o lançamento do livro Essa história está diferente, com participação de André Sant’Anna, Cadão Volpato, Carola Saavedra, João Gilberto Noll, Xico Sá e do organizador Ronaldo Bressane. Após a sessão de autógrafos, haverá um bate-papo com os autores.
Rio de Janeiro, segunda-feira, 7 de junho, às 18h.
Local: Caixa Cultural – Avenida Almirante Barroso, nº 25
São Paulo, terça-feira, 8 de junho, às 18h.
Local: Caixa Cultural São Paulo – Galeria Vitrine da Paulista – Av. Paulista, 2083 – Térreo – Conjunto Nacional
Brasília, quarta-feira, 9 de junho, às 18h.
Local: Caixa Cultural – SBS Qd. 4 Lote 3/4

Davi Arrigucci Jr. participa do curso “Cidades por escrito” no Instituto Moreira Salles
Terça-feira, 08 de junho, às 19h.
Autor do livro O guardador de segredos, Davi Arrigucci Jr. fala sobre a Buenos Aires escrita por Borges em evento promovido pelo Instituto Moreira Salles. (Não há mais vagas disponíveis para esse evento)
Local: Instituto Moreira Salles – Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea – Rio de Janeiro, RJ

Exposição Beatriz Milhazes – gravuras
Até 29 de agosto.
Dezessete gravuras da artista plástica Beatriz Milhazes, cujas obras se vê nas novas capas das obras de Lygia Fagundes Telles, estarão expostas no Museu de Arte do Espírito Santo. Veja mais informações e um depoimento da artista no site da exposição.
Local: Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (Maes) – Av. Jerônimo Monteiro, 631 – Vitória, ES

Mostra “Cineastas e Imagens do Povo”
Até 6 de junho.
A mostra reúne documentários citados no livro homônimo de Jean-Claude Bernardet, a mais abrangente antologia da história do documentário brasileiro moderno. Além de resgatar a história do nosso cinema, o evento exibe algumas cópias novas, confeccionadas especialmente para a ocasião. A programação também conta com a realização de debates com a presença de realizadores e de um curso ministrado por especialistas, organizado com o apoio da Universidade de São Paulo. O público tem a oportunidade de assistir filmes que falam das grandes questões culturais, políticas e sociais vividas no país nas últimas quatro décadas. A maioria deles se encontrava inacessível às novas gerações até esta merecida homenagem ao trabalho de um dos maiores críticos de cinema ainda em atividade no Brasil.
Veja mais informações e a programação completa aqui.
Local: CCBB – R. Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo, SP

Exposição Ostengruppe: cartazes russos contemporâneos
Até 20 de junho.
O Instituto Tomie Ohtake traz cerca de 80 cartazes do Ostengruppe, grupo de designers russos com forte influência do futurismo e do construtivismo russo. Veja mais informações no site da exposição.
Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) – Pinheiros – São Paulo, SP

O Parsifal que nunca aconteceu

Por Luiz Schwarcz

O Sítio Burle Marx, localizado no bairro Barra de Guaratiba, RJ, foi um dos lugares visitados por Susan Sontag. (Foto por thefuturistics)

Apesar do começo pouco alvissareiro ― com a fatídica pergunta sobre Camile Paglia* ―, a primeira visita de Susan Sontag ao Brasil foi um sucesso. Em alguns momentos cheguei a temer que esse sucesso me custaria caro.  Susan gostou tanto do Brasil que, no meio da estadia, disse que desejaria se mudar para São Paulo, assim como fizera com Tóquio e Berlim, e mais tarde faria com Sarajevo ― cidades pelas quais se apaixonara e nas quais decidira morar por pelo menos seis meses.

No aeroporto, a minha apresentação como o editor de Paglia no Brasil ainda vibrava silenciosamente no ar, e com ela a expressão frustrada de Susan. Abri os braços, sorrindo acanhado, com os olhos  baixos. Susan entendeu que eu pedia desculpas. Emendei com um “sorry” e continuei: “escolhi alguns dos meus cds favoritos para ouvirmos no carro, Chico, Caetano, Tom Jobim, ou, se você preferir, Beethoven e Bach?”. Nesse momento as pesadas malas de Susan chegaram. Enquanto as colocava no carrinho, ela me perguntava ansiosa sobre qual Beethoven eu trouxera para ouvir. “O concerto de piano número 3 é o que tenho no carro, com Arthuro Benedetti Michelangeli.” Bingo! Camille Paglia virou passado e Susan sorriu com franqueza. Nossos gostos musicais combinavam, o que para ela era mais que um sinal dos deuses ― Susan era uma colecionadora de discos ainda mais obsessiva do que eu. Descobrimos que ambos vivíamos atrás da gravação perfeita das mesmas peças musicais, uma prova de comportamento patologicamente perfeccionista dos dois.

No caminho para o carro fui bombardeado com perguntas sobre as minha gravações favoritas da última sonata de Schubert, ou das variações Goldberg de Bach. Satisfeita com minhas respostas, Susan pediu que a levasse, logo depois do check in no hotel, para a melhor loja de cds de São Paulo, e, no almoço, logo a seguir brindou, com algumas caipirinhas, às nossas coincidências musicais. Na loja, a Musical Box da praça Villaboim, poucas horas depois de me conhecer, Susan já me presenteava com uma versão que achava curiosa da tal sonata de Schubert e com uma caixa da ópera Vec Makropulos de Janacék, sobre uma mulher de mais de trezentos anos de idade, em busca do elixir para prolongar sua vida por outro tanto. (Não era difícil entender o fascínio que essa ópera exercia sobre nossa autora). Susan transbordava energia, estava sempre à frente de seu tempo, ouvindo óperas pouco encenadas, lendo livros que ninguém lia em seu país. Foi ela quem me apresentou às obras de Sebald e Bolaño, muito antes da Bolañomania.

Em São Paulo Lili e eu a levamos ao centro da cidade, subimos no topo do Martinelli, onde comentamos sobre a sensação de posse da cidade que se tinha do terraço do milionário paulista. Em seguida fomos ao Teatro Municipal, que logo passaria a fazer parte dos planos de vida de Susan. A autora visitou também a favela de Paraisópolis com Bernardo Carvalho, que na época trabalhava como repórter na Folha de S. Paulo. A relação dos dois, durante o passeio, parece não ter sido das melhores ― mais tarde ambos se queixaram comigo. Susan falou num auditório do MASP superlotado para uma plateia atenta e reverente. Sua mecha brilhava em São Paulo, onde passava era reconhecida. Uma festa em casa na qual estiveram presentes os principais intelectuais da cidade foi, literalmente, a cereja do bolo da sua visita.

Susan havia feito duas exigências antes de aceitar o convite de vir ao Brasil: a primeira era conhecer Roberto Schwarz. Introdutora de Machado de Assis nos Estados Unidos, ela era fã dos ensaios de Roberto traduzidos em inglês e publicados em revistas literárias e edições de pequena circulação. O pedido foi atendido em dobro. Susan debateu com Roberto e Marilena Chauí na Folha de S. Paulo, e encontrou com eles novamente na recepção em minha casa, onde estiveram também outros intelectuais e escritores de renome. Nocaute: ao sair da festa, Susan me disse que uma cidade com essa qualidade intelectual era onde ela queria morar, e incumbiu-me de tornar isso possível. Eu pedi que esperasse, no dia seguinte iríamos para o Rio, ela não conhecia ainda a beleza do Brasil.

Mas Susan era rápida no gatilho. Passeando na praia, em frente ao Copacabana Palace, na primeira meia hora de Rio de Janeiro, me disse: “aqui não é o meu lugar, não tem a energia de São Paulo”. Gostou demais, porém, do restaurante Porcão no aterro, onde comeu cupim, suspirando de prazer. Glutona, me fez levá-la ao Mário’s à noite para comer mais carne. No dia seguinte, eu cumpriria o seu segundo pedido: conhecer Burle Marx. Nessa altura, Susan já me tratava como amigo íntimo, e assustava-me com sua possessividade. Eu não tinha um segundo de sossego, só quando o dia terminava e no elevador combinávamos a hora do café da manhã.

Chegamos ao sítio do grande paisagista, na Barra de Guaratiba, após altos papos cabeça durante o trajeto. Usei todo o meu passado de quase intelectual, Walter Benjamim pra lá, Roland Barthes pra cá. Ao chegar fomos recebidos por um Burle Marx gentilíssimo. Ambos falaram logo de ópera e se confessaram grandes amantes de Wagner. Burle Marx mostrou cenários e figurinos que desenhara para uma ópera que, se não me engano, nunca foi montada. Sem delongas, como de costume, Susan emendou: “Luiz, eu vou voltar para o Brasil o quanto antes, quero dirigir uma montagem de Parsifal, com cenários de Burle Marx, no Teatro Municipal de São Paulo”. Na hora acenei positivamente com a cabeça e pensei: que sonho seria assistir a esse Parsifal, tomara que nunca venha a acontecer!

* Leia a minha última coluna, “John e Susan”.

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Luiz Schwarcz é editor da Companhia das Letras e autor de Minha vida de goleiro, entre outros. Seu novo livro, Linguagem de sinais, será lançado pela editora ainda este ano. Ele contribui para o Blog da Companhia com uma coluna semanal chamada Imprima-se, sobre suas experiências como editor.

[Devido ao feriado, a coluna Imprima-se, que normalmente é publicada às quintas-feiras, foi adiantada para quarta-feira. Ela retorna à quinta-feira na próxima semana.]

Do fundo do poço se vê a lua

Hoje, às 19h, acontece em São Paulo o lançamento de Do fundo do poço se vê a lua, na loja Companhia das Letras por Livraria Cultura do Conjunto Nacional. O autor, Joca Reiners Terron, estará lá para uma sessão de autógrafos e, para marcar o lançamento, pedimos que ele sugerisse uma playlist para aqueles que quiserem acompanhar a leitura do livro com música:

1) The Smiths – Some girls are bigger than others
2) The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
3) Mutantes – Le premier bonheur du jour
4) Abdel Halim Hafez – Kariat El Fingan
5) Eddie Fisher – Dungaree Doll
6) Dean Martin and Jerry Lewis – The money song
7) Umm Kolthum – qualquer música dela
8) Lou Reed – Walk on the wild side
9) Khaled – El arbi

O Conjunto Nacional fica na Avenida Paulista, 2073. Após as 21h30, o lançamento continua na Mercearia São Pedro (Rua Rodésia, 34 – Vila Madalena).

Você também pode ver o trailer do livro e ler entrevistas com o autor por Ronaldo Bressane para o Brasil Econômico e por Ubiratan Brasil para o Estado de São Paulo.

Penguin Decades

A Penguin britânica lançou a coleção Penguin Decades. São livros clássicos que ajudaram a definir a Grã Bretanha das décadas de 50, 60, 70 e 80, que ganharam novas edições com capas inspiradas no estilo de arte de cada época.

São cinco títulos de cada década. Veja abaixo as capas de From Russia with love (1957), de Ian Fleming, A clockwork orange (1962), de Anthony Burgess, I’m the king of the castle (1970), de Susan Hill, e An ice-cream war (1982), de William Boyd.


Concurso Bolañomania foi prorrogado

A pedidos, prorrogamos o prazo para envio de resenhas do Concurso Bolañomania até o dia 6 de junho. Resenhe um livro ou conto de Roberto Bolaño e concorra a uma sacola exclusiva e a um exemplar de 2666. A melhor resenha também será publicada aqui no Blog da Companhia. Confira o regulamento.