antoine de saint-exupéry

Semana duzentos e sessenta e quatro

blog

A queda do céu, Davi Kopenawa e Bruce Albert (Tradução de Beatriz Perrone-Moisés)
A queda do céu foi escrito a partir de suas palavras contadas a um etnólogo com quem nutre uma longa amizade – foram mais de trinta anos de convivência entre os signatários e quarenta anos de contato entre Bruce Albert, o etnólogo-escritor, e o povo de Davi Kopenawa, o xamã-narrador. A vocação de xamã desde a primeira infância, fruto de um saber cosmológico adquirido graças ao uso de potentes alucinógenos, é o primeiro dos três pilares que estruturam este livro. O segundo é o relato do avanço dos brancos pela floresta e seu cortejo de epidemias, violência e destruição. Por fim, os autores trazem a odisseia do líder indígena para denunciar a destruição de seu povo. Recheada de visões xamânicas e meditações etnográficas sobre os brancos, esta obra não é apenas uma porta de entrada para um universo complexo e revelador. É uma ferramenta crítica poderosa para questionar a noção de progresso e desenvolvimento defendida por aqueles que os Yanomami – com intuição profética e precisão sociológica – chamam de “povo da mercadoria”.

A garota na teia de aranha – Millennium vol.4, David Lagercrantz (Tradução de Guilherme Braga e Fernanda Sarmatz Åkesson)
A genial e atormentada justiceira Lisbeth Salander está de volta. Mas por que Lisbeth, uma hacker fria e calculista que nunca dá um passo sem pesar as consequências, teria cometido um crime gravíssimo e ainda provocado de forma quase infantil um dos maiores especialistas em segurança dos Estados Unidos? Depois de finalmente se livrar da polícia sueca e de todas as acusações que pesavam sobre si, que motivo ela teria para se atirar em outro lamaceiro político? É o que se pergunta Mikael Blomkvist, principal repórter da explosiva revista Millennium, além de amigo e eventual amante de Lisbeth. Mas Blomkvist precisa lidar com seus próprios demônios: afundada numa crise sem precedentes, a revista foi comprada por um grupo que pretende modernizá-la. Nada mais repulsivo ao jornalista que prefere apurar e pesquisar suas histórias a ceder às demandas e ao ruído das redes sociais. Ainda assim, há tempos o repórter não emplaca um de seus furos, e por isso não hesita em sair no meio da madrugada para atender a um chamado que promete ser a grande história de sua carreira. Presos a uma teia de aranha mortífera, Lisbeth e Blomkvist terão mais uma vez que unir forças, agora contra uma perigosa conspiração internacional. Uma volta em grande estilo da dupla que mudou para sempre os romances de mistério e aventura.

Devagar e simples, André Lara Resende 
André Lara Resende herdou do pai, Otto, o dom da palavra, o prazer do convívio, a clareza de raciocínio e o foco no que importa. E aprimorou essas qualidades ao longo da vida. Este livro é um exemplo dessas virtudes. Os treze artigos aqui reunidos têm alguns eixos comuns, que não derivam apenas de um passageiro interesse do autor no momento em que os escreveu. Alguns são imprescindíveis para o debate público do momento no Brasil. Outros são muito relevantes para entender o atual debate no mundo e seu significado para o Brasil.

O caso de Saint-Fiacre, Georges Simenon (Tradução de Eduardo Brandão)
O caso Saint-Fiacre é o décimo terceiro livro protagonizado por Jules Maigret, em que, finalmente, conhecemos seu passado. Ele é filho do administrador de um castelo ao sul de Paris, para onde volta pela primeira vez desde o enterro do pai. O motivo? Um bilhete anônimo: um crime seria cometido no local durante a missa de finados. Antes do fim do sermão, a condessa de Saint-Fiacre morre subitamente. Sua família está falindo. O filho é um aproveitador. O secretário, seu amante e possível herdeiro. Os atuais administradores do castelo, oportunistas em potencial. O padre, um omisso.

Seguinte

Capitolina – O poder das garotas, Vários autores
A revista on-line Capitolina surgiu em 2014 como uma alternativa à mídia tradicional voltada para meninas adolescentes. Sua proposta é criar um conteúdo colaborativo, inclusivo e livre de preconceitos, abordando temas como relacionamentos, feminismo, cinema, moda, games, viagens e muito mais. Esta edição reúne os melhores textos publicados em um ano de revista, além de vários artigos inéditos, todos eles ilustrados. No total, são 41 jovens escritoras e 23 artistas talentosas. Para completar, há atividades interativas para que cada leitora ajude a construir o livro e dê a ele seu toque pessoal. As leitoras vão encontrar conselhos, dicas, reflexões, muito apoio e, principalmente, a sensação de que não estão sozinhas.

Os bons segredos, Sarah Dessen (Tradução de Cristian Clemente)
Sydney sempre se sentiu invisível, já que Peyton, seu irmão mais velho, era o foco da atenção da família. Até que ele causa um acidente por dirigir bêbado, deixando um garoto paralítico, e vai para a prisão. Sydney parece ser a única a responsabilizá-lo, ao contrário de seus pais, que enxergam o filho como vítima. Para fugir do clima insuportável em casa, certa tarde Sydney entra numa pizzaria ao acaso. Lá conhece Layla, filha do dono do restaurante, e a amizade entre as duas é instantânea. Logo Sydney se vê contando à garota segredos que ninguém mais sabe, e encontra entre a família dela um espaço onde todos a enxergam e a aceitam como é.

Penguin-Companhia

Hamlet, William Shakespeare (Tradução de Lawrence Flores Pereira)
Um jovem príncipe se reúne com o fantasma de seu pai, que alega que seu próprio irmão, agora casado com sua viúva, o assassinou. O príncipe cria um plano para testar a veracidade de tal acusação, forjando uma brutal loucura para traçar sua vingança. Mas sua aparente insanidade logo começa a causar estragos – para culpados e inocentes.

Piloto de guerra, Antoine de Saint-Exupéry (Tradução de Mônica Cristina Corrêa)
Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry serviu como piloto nas forças armadas francesas. Em 1940, foi designado para um sobrevoo da região de Arras, ao norte da França, numa missão de alto risco. Em parte relato dessa expedição, em parte indagação sobre o sentido da guerra – o conflito não é uma aventura, mas uma doença, afirma o narrador -, Piloto de guerra é um clássico a ser redescoberto por todas as gerações de leitores.

Companhia das Letrinhas

O pequeno príncipe, Antoine de Saint-Exupéry (Tradução de Mônica Cristina Corrêa)
Nesta edição, depois de ler a história do piloto que encontra um menino de cachos dourados no deserto do Saara, o leitor é convidado a fazer um mergulho na vida do autor e nos detalhes e curiosidades que envolvem a obra, em um posfácio recheado de fotos inéditas e informações imprescindíveis.

Mônica é daltônica?, Mauricio de Souza
Nesta história, a primeira publicada na revista Mônica, em 1970, o Zé Luís – e não o Cebolinha, acredite se quiser -, inaugura a tradição dos planos mirabolantes para tentar acabar com as temidas coelhadas da dona da rua. E o Titi, o Cascão, o Cebolinha, junto com o líder do grupo, executam passo a passo o combinado, até que… Além de descobrir o fim da aventura, o leitor vai conhecer curiosidades sobre a turma e as ilustrações surpreendentes de Odilon Moraes, que reinterpreta um clássico de Mauricio de Sousa.

Piloto de guerra escreve O pequeno príncipe

Por Mônica Cristina Corrêa

3326100653_052070ae67

Aparentemente contraditório, mas verdadeiro.

Em 1940, partindo num navio de Lisboa, o piloto e autor francês Antoine de Saint-Exupéry, então com quarenta anos, deixa a Europa em direção aos Estados Unidos, aonde chega na virada do ano. Deveria passar ali pouco tempo — alguns meses — a fim de receber o prêmio por seu livro Terra dos homens, de 1939. Sua bagagem àquelas alturas já era a de um piloto experiente, pois havia trabalhado anos na lendária companhia de correio Aéropostale. E a de um escritor fecundo, pois havia escrito livros reconhecidos dentro e fora da França.

Mas o momento era, tanto para ele como para muitos, transformador: vivia-se a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), e o piloto-escritor vinha da Europa profundamente afetado pelos acontecimentos, sobretudo a invasão alemã em seu país. Havia engajado em sua defesa a própria pele — como membro do grupo de reconhecimento aéreo 2/33 sobre cidades devastadas —, cumprido missões de altíssima periculosidade. Com a assinatura do Armistício em junho, Saint-Exupéry fora desmobilizado e, ao partir para os EUA, tinha mais que a motivação de um prêmio literário; queria ajudar a convencer os americanos a entrar na Guerra em defesa dos Aliados.

Os poucos meses “americanos” de Saint-Exupéry se transformariam em mais de dois anos; dali o piloto saiu, em 1943, para novamente engajar-se na guerra (“Quem sou se não participo?”, escrevera). E, como para fazer valer sua profunda crença na ação (“Creio nos atos e não nas grandes palavras”), não poupou esforços para voltar à luta, o que não era previsto, pois já tinha 43 anos (a idade máxima para aqueles voos era de 35) e diversas sequelas de acidentes aéreos que lhe impediam a plena forma física.

Em 31 de julho de 1944, Saint-Exupéry partiu da base de Borgo, na Sardenha, para uma missão a fim de fotografar a região de Grenoble-Annecy. Pilotando um Lightening P-38, ele deveria retornar em quatro horas. Seus superiores haviam decidido revelar-lhe o iminente desembarque dos aliados na Provença, a fim de que, portador desse segredo de guerra, deixasse de voar. Temiam por sua vida, conforme disse o camarada que era oficial encarregado de operações, Jean Leleu: “Na realidade, nós todos sentíamos que sua perda como homem seria infinitamente mais grave do que sua perda como aviador e temíamos por seu destino”. Naquele fatídico dia, com efeito, Saint-Exupéry jamais retornou. Desapareceu misteriosamente com seu avião, e as circunstâncias de sua morte só puderam ser esclarecidas a partir de 1998.

A visão de seus colegas não era enganosa: mais que do aviador, todos se lembrariam do homem que foi Saint-Exupéry, sobretudo por conta de sua última obra, publicada em abril de 1943, nos Estados Unidos, hoje a mais traduzida no mundo: O pequeno príncipe. O que poucos sabem é que esse texto tão conhecido está indelevelmente ligado ao seu livro anterior, Piloto de guerra, de 1942, no qual o escritor narra sua experiência durante arriscada missão do dia 10 de maio de 1940 sobre a cidade francesa de Arras, que estava em chamas. Contundente, o texto foi publicado nos Estados Unidos sob o título Flight to Arras; ao sair na França, foi proibido pela censura alemã. Várias foram as edições clandestinas.

Piloto de guerra é obra de um piloto militar — diferente do idílico piloto do deserto e da Aéropostale —, é obra de um homem abalado pela situação de seu país, mas que reflete sobre sua derrota e o avanço do Nazismo; um homem engajado, que entende a necessidade de fazer cessar o esmagamento das civilizações sob o jugo dos regimes totalitários. Decerto, não se subtrai à tristeza, mas é uma exortação à participação dos americanos, cheia da convicção de que é preciso buscar o fim do conflito em vez de se defenderem ideologias ou posições políticas. É esse autor, amargurado, ansioso e muitas vezes incompreendido que escreverá O pequeno príncipe.

O desconhecimento de Piloto de guerra e a superabundante divulgação de O pequeno príncipe fizeram desvanecer a ligação entre os dois textos. Mas, assim como o principezinho é melancólico e procura amigos, o piloto, em seu exílio, tem de incitar uma nação à guerra e é incompreendido por seus compatriotas. Vê seu país sendo esmagado pelos alemães — “Nas mãos do inimigo, há só um ninho de ratos. Tudo muda de sentido” —, e se sente como o piloto-narrador de O pequeno príncipe, que, no deserto, desenha um planeta sufocado por baobás gigantes…

O pequeno príncipe está à deriva em busca de um sentido para a vida e saberá que o “essencial é invisível para os olhos”. Porém aprenderá que não é possível atingi-lo sem fazer sacrifícios, sobretudo o de abandonar a “casca”, o corpo, em prol do espírito. Por isso o personagem se despede, retorna à sua estrela, do modo como dizia o piloto em guerra: “O corpo, velho cavalo, nós o abandonamos”.

Tais são valores destacados por Saint-Exupéry e aos quais se apega em meio à destruição e ao horror. Ele, que havia estado tantas vezes diante da morte, deduzia em Piloto de guerra: “Estou chocado com uma evidência que ninguém confessa: a vida do Espírito é intermitente”. Mas ele é também um homem em conflito, que tenta mudar o estado de coisas. Primeiramente, era-lhe preciso convencer seus compatriotas da necessidade de união dos franceses, já que estes estavam dilacerados entre colaboracionistas e gaullistas ou vichystas. Depois, havia a necessidade ainda maior de aceitar o sacrifício, arriscando a vida pela pátria.

Dessa forma, o desenho do carneiro que o pequeno príncipe solicita ao piloto do deserto pode ser visto como esboço do animal (bíblico, por sinal) simbólico para imolação. O valor desse sacrifício não remete à morte pura e simples. “Sacrifício não significa nem amputação nem penitência. É essencialmente um ato. É um dom de si mesmo ao Ser a que se almeja pertencer”, escreveu Saint-Exupéry em Piloto de guerra.

Nessa concepção, todos são responsáveis por todos e por cada um. Uma responsabilidade solidária que justifica esse “ato”, esse “dom de si” através do engajamento apesar do alto risco da idade e das condições de Saint-Exupéry. É aceitar ser imolado por uma causa maior. O que se tornou uma espécie de fórmula de O pequeno príncipe — “você se torna para sempre responsável pelo que cativou” —, parece reflexo dessa responsabilidade pelo próximo que o piloto de guerra assume.

Saint-Exupéry ancora sua ação na fé num mundo melhor, o da memória, intocável, de sua infância. Assim, suas reminiscências são a visita a esse “território” de pureza e felicidade. Em Piloto de guerra, são as lembranças dos tempos de menino que abrem a narrativa. É o “território” ao qual ele reivindica sua pertença, o território de origem do pequeno príncipe, contrastante com o ambiente bélico em que o homem crescido se encontra.

Por fim, a leitura de Piloto de guerra pode completar a de O pequeno príncipe, e vice-versa, na medida em que o autor de um é o de outro, possivelmente em sentidos opostos; no primeiro, a infância se filtra através das bombas e da destruição; no segundo, a criança, malgrado sua capacidade de enxergar com o coração, entrevê, a todo tempo, a ameaça de destruição pelo materialismo puro.

Somente em 1998, um bracelete com o nome “Antoine de Saint-Exupéry” gravado é encontrado na rede de um pescador de Marselha e dá as pistas de onde teria caído o avião do piloto-escritor. As buscas começaram e, em 2002, o arqueólogo marinho Luc Vanrell tira do mar os destroços do P-38. Um piloto alemão, Horst Rippert, com 95 anos à época, identificou-se como autor dos disparos que abateram o avião de Saint-Exupéry. Tendo imaginado que o piloto de cujos escritos ele era fã tivesse morrido na região dos Alpes, Rippert se calara por muitos anos, até dar-se conta do que se tornou evidente para ele com o achado do avião: ele havia disparado contra o avião de Saint-Exupéry naquele 31 de julho. Desde então, a fama do escritor nunca cessou de crescer, assim como o mito acrescentou-se, pelo mistério de seu desaparecimento, à sua figura artística. Resta, pois, que se leia mais sobre o piloto de guerra que ele foi. Mais que um personagem, esse piloto foi herói da França e da Segunda Guerra Mundial em sua luta pela paz e pelo fim do Nazismo.

A proposta de leitura de Piloto de guerra e de O pequeno príncipe sob uma ótica comum pode ampliar a compreensão do pensamento de um dos autores mais celebrados do século XX. “Quando o corpo se desfaz, o essencial se mostra”, escreveu Saint-Exupéry em Piloto de guerra. Mesmo invisível, pode-se dizer que o essencial desse grande escritor para quem a literatura era profundamente ligada à sua ação, está em sua própria obra.

* * * * *

Mônica Cristina Corrêa é tradutora de O pequeno príncipe, que será lançado em agosto pela Companhia das Letrinhas, e de Piloto de guerra, que sairá pela Companhia das Letras também em agosto.

Sangue, suor e páginas

8009922211_7480468a8d

Em maio de 1945, a Alemanha nazista era derrotada pelas potências aliadas. Encerrava-se assim o capítulo europeu da Segunda Guerra. Em setembro daquele ano, depois do bombardeio atômico (no mês anterior) de Hiroshima e Nagasaki, o Japão iria assinar os termos de sua rendição. Terminava completamente um dos conflitos mais sangrentos da história, com mais de 20 milhões de mortos, cidades e países arrasados, a conformação geopolítica do mundo bastante diferente daquela de 1939, quando Hitler invadiu a Polônia, dando início à refrega.

Nos últimos 70 anos, muito se escreveu sobre a Segunda Guerra. Testemunhos, ensaios pessoais e historiográficos, ficção, biografias, poesia, quadrinhos. Compreensível: alastrando-se a partir do coração da Europa, os conflitos fizeram terra-arrasada das pretensões iluministas que, até então, moldavam o continente. A guerra de 1939-1945 significou uma crise na civilização. A barbárie, o genocídio programado de populações inteiras, a extrema violência contra civis e a tecnologia a serviço do terror desconcertam até os dias de hoje. Daí a copiosa e necessária produção — criativa e intelectual —, que sempre se renova.

Preparamos uma seleção de livros, entre lançamentos e obras fundamentais do nosso catálogo, para você se aprofundar e entender um capítulo da história humana que, ainda hoje, 70 anos depois, reverbera na política, na cultura e na sociedade.

Lançamentos

Ano zero, Ian Buruma
A história do mundo que se formaria a partir dos escombros da Segunda Guerra.

Os compatriotas, Bo Lidegaard
A comovente extraordinária narrativa de como os judeus foram salvos do horror na Dinamarca.

O fim do Terceiro Reich, de Ian Kershaw
Do autor da melhor biografia de Hitler, um relato do crepúsculo do nazismo.

Seis meses em 1945, de Michael Dobbs
Como a Conferência de Ialta moldaria o futuro do Ocidente.

Central Europa, William T. Vollman (previsto para o segundo semestre)
Romance polifônico e fascinante sobre a violência e o autoritarismo da Alemanha nazista e da União Soviética.

Terra negra, Timoty Snyder (previsto para 2016)
Um palpitante ensaio sobre a insanidade que conduziu o mundo ao Holocausto.

Piloto de guerra, Antoine de Saint-Exupéry
A experiência do autor de O pequeno príncipe como aviador na Segunda Guerra.

Obras essenciais

A biblioteca esquecida de Hitler — Os livros que moldaram a vida do Führer, de Timothy W. Ryback

Alemanha, 1945, de Richard Bessel

Engenheiros da vitória — Os responsáveis pela reviravolta na Segunda Guerra Mundial, de Paul Kennedy

Eva Braun — A vida com Hitler, de Heike B. Görtemaker

Guerra aérea e literatura, de W. G. Sebald

Hitler, de Ian Kershaw

A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade

O imperialismo sedutor — A americanização do Brasil na época da Segunda Guerra, de Antonio Pedro Tota

Maus — A história de um sobrevivente, de Art Spiegelman

Stálin — A corte do czar vermelho, de Simon Sebag Montefiore

Hora da guerra — A segunda Guerra Mundial vista da Bahia, de Jorge Amado

1940 — Do abismo à esperança, de Max Gallo

1941 — O mundo em chamas, de Max Gallo

Os colegas de Anne Frank, de Theo Coster

Fim de jogo, 1945, de David Stafford

Pós-Guerra — Uma história da Europa desde 1945, de Tony Judt

22 Dias — As decisões que mudaram o rumo da Segunda Guerra Mundialde David Downing

Nazismo e guerra, de Richard Bessel

Heinrich Himmler: uma biografiade Peter Longerich

Joseph Goebbels: uma biografia, de Peter Longerich

Caçando Eichmann, de Neal Bascomb

Éramos jovens na guerra, de Sarah Wallis e Svetlana Palmer