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Semana treze

Os lançamentos desta semana foram:

Brevíssima história de quase tudo, de Bill Bryson (Tradução de Hildegard Feist)
O que aconteceu com os dinossauros? Qual o tamanho do universo? Quanto pesa a Terra? Por que o mar é salgado? De maneira didática e divertida, o talentoso contador de histórias Bill Bryson desvenda os principais mistérios do tempo e do espaço e nos mostra que fazer ciência pode ser muito prazeroso.

Morte de tinta, de Cornelia Funke (Tradução de Carola Saavedra)
Onde termina a fantasia e começa a realidade? É possível ler ou transformar uma história sem ser modificado por ela? Que poder tem o autor sobre os seus personagens? Não será o próprio autor apenas mais um personagem? Essas são algumas das questões levantadas por Cornelia Funke em Mundo de Tinta, trilogia de sucesso que chega agora ao fim.

O Palácio de Inverno, de John Boyne (Tradução de Denise Bottmann)
Geórgui Jachmenev é um garoto russo de origem simples que, aos dezesseis anos, impede um atentado contra o irmão do czar Nicolau II, que então o nomeia guarda-costas de seu filho Alexei. Vindo de uma origem simples, ele se vê catapultado para um mundo de luxo e intrigas palacianas, às vésperas da Revolução Bolchevique. Em 1981, agora cidadão britânico e funcionário aposentado da biblioteca do Museu Britânico, o octogenário Jachmenev, enquanto vela pela saúde da esposa Zoia, deixa a memória flutuar, recordando aleatoriamente os fatos de sua vida, grande parte deles ligados diretmente a eventos históricos que transformaram o século XX. O autor, que também escreveu O menino do pijama listrado, está em São Paulo para a Bienal do Livro e para uma noite de autógrafos dia 16 na Livraria Saraiva do Shopping Higienópolis. Leia o início do livro aqui.

Cinzas do Norte, de Milton Hatoum
Na Manaus dos anos 1950 e 60, dois meninos travam uma amizade que atravessará toda a vida. De um lado, Olavo (Lavo), o narrador, menino órfão, criado pelos tios, cresce à sombra da família do melhor amigo, Raimundo Mattoso (Mundo), de berço aristocrático. A fim de realizar suas inclinações artísticas, ou quem sabe para investigar suas angústias mais profundas, Mundo engalfinha-se numa luta contra o pai, a província, a moral dominante e, para culminar, os militares que tomam o poder em 1964. Por versões e revelações que se cruzam ou desencontram, sem jamais chegar a esgotar o enigma da vida de seus protagonistas, Hatoum escreve, neste aclamado romance, uma “história moral” de sua geração.