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12 livros para o Dia do Orgulho Nerd

Hoje comemoramos o Dia do Orgulho Nerd! A data foi escolhida para o homenagear o dia da première de Star Wars IV e o famoso Dia da Toalha (uma homenagem a Douglas Adams, autor da série O guia do mochileiro das galáxias). Para celebrar o dia dos fãs da cultura nerd/geek, selecionamos algumas leituras que todo nerd vai amar. Confira!

1. Star Wars — Estrelas perdidas, de Claudia Grey

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Claro que a nossa primeira indicação só podia ser Star Wars! Ciena Ree e Thane Kyrell se conheceram na infância e cresceram com o mesmo sonho: pilotar as naves do Império, cujo poder sobre a galáxia aumentava a cada dia. Durante a adolescência, sua amizade aos poucos se transforma em algo mais, porém suas diferenças políticas afastam seus caminhos: Thane se junta à Aliança Rebelde e Ciena permanece leal ao imperador. Agora em lados opostos da guerra, será que eles vão conseguir ficar juntos? Star Wars — Estrelas perdidas acompanha  os principais acontecimentos da série desde o surgimento da Rebelião até a queda do Império sob o ponto de vista dessas duas personagens, trazendo, ainda, eventos inéditos que se passam depois do episódio VI, O retorno de Jedi, e pistas sobre o episódio VII, O despertar da Força, que estreou nos cinemas no ano passado. Se você acha pouco, também indicamos os demais livros de Star Wars publicados pela Seguinte.

2. Doctor Who — Cidade da morte, de Douglas Adams e James Goss

douglas

Além de ter criado todo o universo da série O guia do mochileiro das galáxias, Douglas Adams também escreveu o roteiro de alguns episódios da série Doctor Who, no ar há mais de 50 anos. Um deles foi transformado em livro por James Goss em Doctor Who — Cidade da morte, publicado no Brasil pela Suma de Letras. O episódio mais assistido de toda a série narra um dia de folga do Doutor em Paris. Mas, enquanto ele e Romana almoçam em um dos charmosos cafés da cidade, o tempo parece saltar, deslizando alguns segundos para trás. Intrigado, o Doutor não demora a identificar uma rachadura no espaço-tempo. Em outro canto da capital francesa, o conde Scarlioni patrocina perigosas — e caríssimas — experiências com o tempo. Para isso, decide roubar a Mona Lisa e revendê-la. Um plano ousado, ainda mais quando os Senhores do Tempo descobrem que ele tem não apenas uma, mas sete Mona Lisas escondidas no porão: e todas são verdadeiras.Com a ajuda do detetive Duggan, especialista em esmurrar pessoas, o Doutor e sua companion precisam deter os planos do elegante e misterioso conde Scarlioni — e das onze versões dele! —, para que a humanidade tenha chance de sobreviver. A Suma de Letras também publicou a adaptação de outro roteiro de Douglas Adams que nunca chegou a ir para a TV, Doctor Who – Shada

3. Scott Pilgrim contra o mundo, de Bryan Lee O’Malley

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Cultuada série em quadrinhos do canadense Bryan Lee O’Malley, Scott Pilgrim contra o mundo utiliza muitas referências a games, mangás, filmes de kung fu e música para contar a saga do jovem Scott Pilgrim na luta contra os ex-namorados malvados de sua nova namorada, Ramona Flowers. Aos vinte e poucos anos, esse canadense levemente excêntrico divide os dias entre o ócio do desemprego voluntário e os ensaios de sua banda de rock, a improvável Sex Bob-Omb. O namoro casto com uma garota mais nova acaba quando ele conhece a americana Ramona, por quem se apaixona perdidamente. Mas junto com ela vem o seu passado, e para viver esse amor, Scott vai ter que derrotar a Liga dos Ex-Namorados do Mal. Cada um dos sete ex-namorados desafiará o herói para uma luta, enquanto ele ainda tenta contornar relacionamentos passados, o vibrante mundo do rock’n’roll canadense e a falta de mobília em sua casa. Scott Pilgrim contra o mundo foi publicado no Brasil pela Quadrinhos na Cia. em três volumes.

4. E se?de Randall Munroe

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O que aconteceria se você rebatesse uma bola de beisebol a 90% da velocidade da luz? Qual a velocidade máxima permitida para passar de carro por uma lombada sem morrer? Se os robôs causassem o apocalipse, quanto tempo a humanidade duraria? Essas são algumas das perguntas que Randall Munroe, responde em E se?. Unindo ciência, lógica e muito humor, o autor procura responder as pergunta hipotéticas e absurdas enviadas pelos seus leitores. Randall é o criador das famosas tirinhas do xkcd, quadrinhos que filosofam sobre a vida com muitas referências à ciência.

5. Sete breves lições de físicade Carlo Rovelli

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Não só de cultura pop vive o nerd, claro. E se você tem alguma dúvida sobre aquela teoria da física ou quer entender melhor como funciona nosso universo, Sete breves lições de física é a escolha certo. Neste pequeno livro, o físico italiano Carlo Rovelli explica em sete breves lições as principais teorias da física moderna, como a teoria geral da relatividade de Einstein, a mecânica quântica, as partículas elementares e os buracos negros. O livro foi best-seller na Itália, com mais de 300 mil exemplares vendidos.

6. Bom de briga, de Paul Pope

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Esse é para a turma dos super-heróis. Os monstros tomaram a cidade de Arcopolis, sequestrando as crianças para seu submundo nefasto e instaurando um reinado de terror. Apenas um homem pode salvar Arcopolis: o vigilante Haggard West, um misto de cientista e super-herói que patrulha as ruas da cidade. Infelizmente, Haggard West está morto. A cidade está desesperada, mas os deuses reagem à altura, enviando o garoto Bom de Briga para salvar o dia e derrotar os monstros. O semideus, que tem apenas doze anos e está tão surpreso quanto a população de Arcopolis, precisará se aliar à filha de Haggard West enquanto descobre seus próprios poderes e se prepara para a batalha final. Bom de Briga, de Paul Pope, apresenta ao fã dos quadrinhos um novo e eletrizante herói.

7. O cerne da matéria, de Rogério Rosenfeld

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Em O cerne da matéria, o físico brasileiro Rogério Rosenfeld retraça todo o caminho que levou à construção do Large Hadron Collider. Do ponto de vista privilegiado de quem trabalhou como pesquisador no próprio CERN, na Suíça, utilizando dados do LHC para seus estudos, Rosenfeld desvenda a longa batalha política que culminou no maior acelerador de partículas do mundo. Mais que isso, oferece um rico panorama histórico dos avanços científicos atrelados ao LHC, inserindo a descoberta do bóson de Higgs numa narrativa esclarecedora e empolgante sobre as fronteiras da ciência e sobre os homens que ousaram desafiá-las.

8. Jonathan Strange & Mr. Norrell, de Susanna Clarke

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Jonathan Strange & Mr. Norrell é uma mistura de ficção com fatos históricos que levou dez anos para ser escrito, baseado em uma extensa pesquisa da autora sobre a história da magia inglesa. Em 1806, a maioria da população britânica acreditava que a magia estava perdida há muito tempo — até que o sábio Mr. Norrell revela seus poderes, tornando-se célebre e influente. Ele abandona a reclusão e parte para Londres, onde colabora com o governo no combate a Napoleão Bonaparte e coloca em prática seu plano de controlar todo o conhecimento mágico do país. Tudo corre bem até que Jonathan Strange, um jovem nobre e impetuoso, descobre que também possui talentos mágicos. Ele é recebido por Norrell como seu discípulo, mas logo os dois começam a se desentender… e essa rixa pode colocar em risco toda a Inglaterra. Jonathan Strange & Mr. Norrell ganhou o Hugo Award, um dos prêmios mais importantes no gênero fantástico, foi indicado ao Man Booker Prize e ganhou uma adaptação para a TV pela BBC.

9. As sete maiores descobertas científicas da história, de David Eliot Brody e Arnold R. Brody

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Este livro é a aula de ciências que todos gostariam de ter na escola. As revolucionárias leis de Newton, a estrutura do átomo, os princípios da relatividade, a evolução das espécies, os mistérios do Big Bang e da formação do universo, a molécula do DNA e a linguagem da genética: transformando o saber especializado em informação para leigos, os irmãos Brody explicam aqui as mais extraordinárias descobertas científicas e suas relações com o avanço tecnológico vertiginoso dos tempos.

10. Próxima parada: Marte, de Mary Roach

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Próxima parada: Marte é um livro para quem ainda sonha em ser astronauta. A exploração do espaço é, de certa forma, uma exploração dos limites humanos e do que, de fato, significa ser humano. De que luxos podemos abrir mão? Por quanto tempo? O que acontece com nosso corpo se ficarmos sem andar por um ano? Nem ter relações sexuais? Para responder a essas perguntas, as agências espaciais criam todo tipo de testes e simulações surpreendentemente bizarras. Com seu humor irônico e sua curiosidade insaciável, Mary Roach nos guia em uma viagem investigativa, provando — sem margem para dúvidas — que é possível ir ao espaço sem sair da Terra.

11. Cósmico, de Frank Cottrell Boyce

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Liam sempre sentiu como se estivesse dividido entre dois mundos. Principalmente porque ele é um garoto de doze anos que parece ter mais ou menos trinta. Às vezes isso não é tão ruim, como quando o diretor da escola nova acha que ele é um professor ou quando ele consegue convencer um vendedor a deixá-lo fazer um test drive num Porsche sem apresentar a carteira de motorista. Mas na maior parte do tempo é muito frustrante ser uma criança presa num mundo adulto. Então Liam decide agitar um pouco a situação e participar do concurso que vai eleger o melhor pai de todos os tempos — concorrendo como pai, claro. O prêmio é o direito de estar no primeiro foguete que vai levar pessoas comuns para o espaço, em um voo especial para um grupo de crianças e um adulto responsável — no caso, Liam. Não demora muito para que ele e seus novos amigos fiquem presos entre dois mundos novamente — só que dessa vez a 380 mil quilômetros de casa.

12. A guerra dos mundos, de H. G. Wells

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A nova edição com tradução revisada, extras e ilustrações de A guerra dos mundos, de H. G. Wells, ainda não chegou às lojas, mas não podemos deixar de indicar este clássico da ficção científica! Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores. Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica. Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles — responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 —, que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells. O livro será lançado no dia 3 de junho, mas você já pode reservar o seu na pré-venda.

Vários livros nerds e geeks publicados pelo grupo Companhia das Letras estão em promoção. Consulte a lista e conheça novos títulos! :)

 

Semana cento e vinte e cinco

Os lançamentos desta semana são:

A máquina de Goldberg, de Vanessa Barbara e Fido Nesti
Com a ajuda de polias, roldanas, gatos buliçosos, botas e parafusos, as máquinas de Goldberg cumprem uma função neste mundo: dificultar as tarefas mais simples. Pra que acionar uma descarga apertando o botão quando se pode arquitetar uma engenhoca complexa com sete fases em que uma corda liga um abajur que ofusca um jabuti que bate num flamingo de plástico, acionando uma mola de metal que desce uma escada em caracol, caindo sobre  o pedal da latrina? Nesta história de revanche e invenções mirabolantes, o garoto Getúlio, um adolescente punk e asmático, cumpre pena num acampamento de férias por ser antissocial na escola. Em meio à perversidade dos colegas à temida hora da ginástica, ele conhece o zelador Leopoldo, um velho melancólico com uma obsessão: construir geringonças. Juntos, arquitetam uma ambiciosa vingança que une as fugas de Bach às variações de Rube Goldberg, numa engenharia absurda que vai se expandindo até instaurar o terror no coração da Montanha Feliz.

O que resta, de Lorenzo Mammì
Lorenzo Mammì reúne pela primeira vez uma amostra representativa de sua produção, forjada ao longo dos últimos trinta anos. Os ensaios apresentam as linhas de força de seu pensamento, tais como a questão da autonomia da obra de arte, e as põem à prova em poéticas individuais – de Nuno Ramos a Paulo Pasta até a obra do crítico italiano Giulio Carlo Argan. Com clareza, densidade e erudição, Mammì mostra neste livro por que pertence à linha de frente do ensaísmo cultural brasileiro.

A verdadeira história do alfabeto, de Noemi Jaffe
Tendo como ponto de partida uma releitura ficcional da origem das letras do alfabeto e de algumas palavras da língua portuguesa, A verdadeira história do alfabeto é um apaixonante itinerário que vai de A a Z, de AArdvark a Zearalenona. Entre as numerosas alusões que transparecem dos verbetes que compõem este volume, Jorge Luis Borges e as narrativas bíblicas são pontos de referência inescapáveis. Do mesmo modo, autores como Guimarães Rosa e Vladimir Nabokov são postos em diálogo com a mitologia indígena e os sonetos de Luís de Camões. Inserindo-se numa tradição que inclui Giovanni Battista Piranesi, Italo Calvino, Alberto Manguel e outros inventores de lugares imaginários, a autora de Quando nada está acontecendo constrói em seu novo livro um antológico mosaico de ficções. Indiferente às limitações de enciclopédias, dicionários e manuais de retórica e amparada por numerosos idiomas, sejam eles reais ou inventados, Noemi Jaffe revela as metamorfoses de que a língua portuguesa, liberta das fórmulas do cotidiano, ainda é capaz.

Mário de Andrade e Sérgio Buarque de Holanda: Correspondência, de Pedro Meira Monteiro (org.)
Não se sabe ao certo, mas é provável que Mário de Andrade e Sérgio Buarque de Holanda tenham se conhecido em 1921, em São Paulo, durante uma das reuniões que antecederam a Semana de Arte Moderna, que se realizaria em fevereiro de 1922. Quase dez anos mais velho e já considerado um dos líderes do grupo, Mário designou o futuro autor de Raízes do Brasil embaixador  oficial da nova estética do Rio de Janeiro. Pouco antes da eclosão da Semana, Sérgio havia se mudado com a família para a antiga capital federal, onde também seria o responsável pela venda de assinaturas da revista Klaxon. Ainda que de modo intermitente, ao sabor dos afastamentos e reaproximações entre os dois amigos paulistanos, sua correspondência se estenderia entre o Rio e São Paulo por mais de duas décadas. Atento ao contexto intelectual do diálogo travado por Sérgio e Mário, o organizador Pedro Meira Monteiro, por meio de notas afirmativas e de um ensaio crítico que contextualizam as questões discutidas na correspondência, evidencia nestas cartas as principais linhas de força do modernismo brasileiro.

Química em questão, de Alfredo Luis Mateus
O que palavras exóticas como isômero, dipolo e epoxidação têm a ver com a nossa qualidade de vida? Segundo Alfredo Luis Mateus, simplesmente tudo. neste livro, ele nos mostra que a ciência das substâncias e suas metamorfoses está presente nos aspectos mais essenciais de nossa existência – alimentos, bebidas, remédios, roupas, combustíveis e objetos domésticos são apenas uma pequena amostra dos itens produzidos direta ou indiretamente por meio das transformações da matéria. Através desses elementos – e de assuntos como a radioatividade, o universo mágico da farmacologia e da engenharia molecular, o designs molecular e os produtos industrializados – entendemos os fundamentos da química e como ela pode proporcionar maior sustentabilidade à sociedade de consumo e nos ajudar a ter uma vida mais saudável.

A Folie Baudelaire, de Roberto Calasso (Trad. Joana Angélica d’Avila Melo)
Com a erudição e o talento narrativo que o consagraram como um dos mais importantes escritores e intelectuais contemporâneos, o italiano Roberto Calasso disseca, em A Folie Baudelaire, od efeitos da obra de Charles Baudelaire sobre as mais diversas correntes artísticas. A força do poeta – uma encruzilhada incontornável para se entender na literatura moderna – não deixou imunes nomes como Chateaubriand, Stendhal, Ingres, Delacroix, Sainte-Beuve, Nietzsche, Flaubert, Manet, Degas, Rimbaud, Lautréamont, Mallarmé, Laforgue, Proust e tantos outros, “como se tivessem sido acometidos pela onda e submergidos por alguns momentos.” Calasso mostra que essa atraente, inconsolável e perigosa “loucura” teve, depois de Baudelaire, muitos outros visitantes, uma vez que, por fim, revelou-se coincidir com o território da literatura absoluta.

João e o bicho-papão, de Sinval Medina e Renata Bueno
João quer virar um caçador conhecido e, para isso, nada melhor do que encontrar o horripilante bicho-papão! Assim, cheio de coragem, mas sem muita certeza de que o monstro existe de verdade, o garoto começa a sua jornada. Pelo caminho, cruza com índios, macacos, cegos e outros seres, que o ajudam – ou o atrapalham – a chegar mais perto do bichano misterioso. Será que ele vai conseguir? O final da história é surpreendente… Escrito em versos, o livro reproduz a estética do cordel, assim como as ilustrações de Renata Bueno, que mostram os mapas que o garoto desenha ao longo de sua viagem. Ao final da história, um texto explica as origens da literatura de cordel.

Editora Seguinte

Cósmico, de Frank Cottrell Boyce (Trad. Antônio Xerxenesky)
Não muito tempo atrás, em uma galáxia pertinho de Liverpool… Liam Digby era um garoto comum de doze anos. Um garoto comum de doze anos muito, muito alto. Algumas pessoas até achavam que ele era adulto. Esta é a incrível história de como Liam contou algumas mentirinhas, quase roubou um Porsche, visitou um parque de diversões e meio que acidentalmente foi parar no espaço.

Quem poderia ser a uma hora dessas?, de Lemony Snicket (Trad. André Czarnobai)
Em uma cidade decadente, onde se criam polvos para a produção de tinta, onde há uma floresta de algas marinhas e onde um dia funcionou uma redação de jornal em um farol, um jovem Lemony Snicket começa o seu aprendizado em uma organização misteriosa. Ele vai atender seu primeiro cliente e tentar solucionar o seu primeiro crime, aos comandos de uma tutora que chama carro de “esportivo” e assina bilhetes secretos. Lá, ele vai cair na árvore errada, vai entrar no portão errado, destruir a biblioteca errada, e encontrar as respostas erradas para as perguntas erradas – que nunca deveriam ter passado pela cabeça dele. Ele escreveu um relato sobre tudo o que se passou, que não deveria ser publicado, em quatro volumes que não deveriam ser lidos. Este é o primeiro deles.