patricia cornwell

Se você gostou do seriado, também vai gostar do livro

1) Downton Abbey

  • Você vai gostar de: As sombras de Longbourn, de Jo Baker.
  • Sinopse: No ar desde 2010, Downton Abbey é um drama sobre uma família aristocrata, os Crawley, e seus criados.  Ambientada a partir do ano 1912 em uma cidade inglesa fictícia, a série passa por vários momentos históricos da época, como o naufrágio do Titanic e a I Guerra Mundial.Em As sombras de Longbourn, Jo Baker retrata a vida dos criados da família Bennet, do clássico de Jane Austen, Orgulho e preconceito. Sob o comando da governanta e cozinheira sra. Hill, trabalham Sarah e Polly, duas jovens trazidas de um orfanato quando ainda eram crianças para trabalhar na casa. O mordomo idoso, sr. Hill, serve à mesa e divide a administração da casa com a sra. Hill. Os quatro formam um pequeno exército de empregados que labuta dezoito horas por dia para que a família Bennet goze do máximo conforto possível.

2) Bones

  • Você vai gostar de: Série Scarpetta, de Patricia Cornwell.
  • Sinopse: Confirmada para sua décima temporada, Bones é protagonizada pela Dra. Temperance “Bones” Brennan. A série gira em torno das investigações de assassinato feitas pelo FBI, com foco nas análises de restos mortais das vítimas, principalmente de seus ossos.Com a série Scarpetta, Patricia Cornwell foi uma das precursoras das histórias policiais centradas nas investigações forenses. Sua protagonista, a Dra. Kay Scarpetta, é uma médica-legista que se utiliza dos últimos recursos da ciência para desvendar crimes, tendo 19 livros sobre ela publicados.

3) Arrested Development

  • Você vai gostar de: Cadê você, Bernadette?, de Maria Semple.
  • Sinopse: Com quatro temporadas, a sitcom Arrested Development conta a história da família Bluth, que teve seu patriarca, George, preso sob suspeita de fazer negócios no Iraque. Um de seus filhos, Michael, tenta recuperar os negócios da família e mantê-la unida enquanto seu pai vive tentando fugir do FBI.Maria Sample tem grande experiência com roteiros de humor e trabalhou em Arrested Development, e o que aproxima Cadê você, Bernadette? da série é o tom cômico da história sobre uma família problemática. Bernadette Fox é uma mulher notável que se torna mais maníaca a cada dia; para as demais mães da Galer Street, escola liberal frequentada pela elite de Seattle, ela só causa desgosto; os especialistas em design ainda a consideram uma gênia da arquitetura sustentável, e Bee, sua filha de quinze anos, acha que tem a melhor mãe do mundo. Mas Bernadette desaparece do mapa quando Bee reivindica uma prometida viagem de família à Antártida. Para encontrar sua mãe, Bee compila e-mails, documentos oficiais e correspondências secretas, buscando entender quem é essa mulher que ela acreditava conhecer tão bem e o motivo de seu desaparecimento.

4) Justified

  • Você vai gostar de: Raylan, de Elmore Leonard.
  • Sinopse: Justified é baseada em um personagem de Elmore Leonard, o policial Raylan Givens. Na série, ele volta à sua cidade natal depois de ser transferido de Miami por causa do seu comportamento. Trabalhando na pequena delegacia local, ele não hesita em sacar sua arma quando necessário, no melhor estilo Velho Oeste.Em Raylan, o policial persegue os irmãos Crowe, que estão migrando do tráfico de drogas para o tráfico de órgãos humanos. Com seu jeitão lacônico, chapéu de aba e dezenas de casos se empilhando sobre a mesa, Raylan é o único obstáculo entre eles e o mercado internacional de cadáveres. O problema é que, antes de dominar a situação, Raylan se vê numa banheira de gelo, com uma elegante enfermeira prestes a roubar seus rins.

5) Skins

  • Você vai gostar de: Série Garota <3 Garoto, de Ali Cronin.
  • Sinopse: Uma das séries teens mais famosas, Skins acompanha um grupo de adolescentes de Bristol, na Inglaterra, nos seus dois últimos anos na escola, enquanto lidam com problemas relacionados a religião, sexualidade, drogas e transtornos alimentares.Na série Garota <3 Garoto, Ali Cronin também explora o universo adolescente dos relacionamentos. Seus livros contam como diferentes garotas lidam com seus problemas e inseguranças que envolvem o amor, o futuro, a escola e, principalmente, os garotos.

Semana cento e setenta e um

Os lançamentos da semana são:

A causa secreta – e outros contos de horror, de vários autores
Os seis autores aqui reunidos representam o que há de mais importante na literatura dedicada ao gênero horror. Do precursor Edgar Allan Poe, que apresenta a atmosfera aristocrática das abadias do príncipe Próspero, personagem do conto “A máscara da morte rubra”, passando pela crueldade psicológica de Fortunato, de “A causa secreta”, de Machado de Assis, ou a morte surpreendente de Elias, um cientificista que sofre a vingança de um bicho no conto “A selvagem”, do irlandês Bram Stoker, autor da mais famosa história de vampiro na literatura, Drácula (1897). E ainda “A mão”, do francês Guy de Maupassant, “O rapa-carniça”, de Robert Louis Stevenson e “O cirurgião de Gaster Fell”, do também escocês Arthur Conan Doyle. Todas as histórias aproximam o leitor do obscuro e do indizível que muitas vezes só a literatura consegue traduzir.

Uma mulher chamada guitarra – crônicas escolhidas de Vinicius de Moraes
Entre os grandes nomes da nossa poesia, Vinicius de Moraes era também um cronista de primeira, tendo colaborado durante décadas com alguns dos mais prestigiados jornais e revistas do Brasil. Sua produção era vasta, e seus interesses abarcavam os mais diversos aspectos da cultura e da realidade do nosso país. Esta seleção de crônicas cobre assuntos que vão da infância do menino criado num Rio de Janeiro bucólico ao lirismo sobre o amor e os relacionamentos, da observação — sempre bem-humorada e aguda — do cotidiano à reflexão sobre a passagem do tempo. Uma reunião deliciosa de textos que, escritos com delicadeza e sabedoria, se mantêm ainda muito atuais.

Reprodução, de Bernardo Carvalho
Em Reprodução, Bernardo Carvalho parece fazer picadinho — com um humor convulsivo — de um típico personagem da nossa era: o comentarista de blogs e portais da internet. Reacionário e racista (embora não se assuma como tal), o “estudante de chinês” que é protagonista deste romance vive entre a realidade e a paranoia, dividido entre sua visão distorcida do mundo e a espera pelo dia em que a China dominará o planeta e então ele, iniciado no estudo do intricado idioma, poderá integrar as fileiras de uma nova classe dominante. Vítima de uma comédia de erros na hora em que pretendia embarcar para Pequim, ao ser detido pela Polícia Federal, desanda a falar venenosamente sobre tudo e todos. E é graças a esse monólogo a um só tempo trágico e patético que o autor pinta um retrato irresistível e cruel dos dias que correm.

Albert Einstein e as fronteiras da física, de Jeremy Bernstein
Albert Einstein não impressionou seus primeiros professores. Eles o achavam uma criança sonhadora e com um futuro inexpressivo. Mas em algum momento de sua juventude ele desenvolveu um deslumbramento pelo mundo. Adulto, Einstein lembrou de dois momentos de sua infância — a fascinação, aos cincos anos, pelo compasso e o momento que conheceu a precisão da geometria —, esses talvez tenham sido os primeiros sinais do que ele viria a ser anos depois. De um começo de vida típico de um jovem comum, Einstein se tornou um dos maiores pensadores e cientistas de todos os tempos. Nesta apaixonada biografia, escrita por um professor de física e adorador confesso do cientista, Jeremy Bernstein descreve para os leigos os experimentos de Einstein e as suas teorias revolucionárias, que  vão da sua mais famosa descoberta — a teoria da relatividade —, que mudou a nossa concepção de universo e o entendimento de nosso lugar no mundo, à sua pesquisa da teoria do campo unificado que explica as forças do universo.

Vidas dos grandes artistas, de Charlie Ayres
Giotto acaba de terminar a Capela Arena. Gian Lorenzo Bernini admira a melhor escultura que já concebeu na vida. Francisco de Goya aguarda a chegada da família real espanhola para um novo retrato. Eugène Delacroix enfrenta a folha em branco. Claude Monet visita seus jardins. E Leonardo da Vinci tenta controlar a impaciência de sua nova modelo, uma moça chamada Lisa. Inspirado em Vida dos Artistas, de Giorgio Vasari, primeiro clássico da História da Arte, Charlie Ayres conduz o leitor nas revoluções da arte do século XIII ao XIX. O autor visitou ateliês, capelas, galerias particulares e retiros no campo até encontrar um momento marcante que ajudou a definir a personalidade de Manet, Rembrandt, Van Gogh, Dürer entre outros. Dirigido ao público infantojuvenil, o livro é uma apresentação sucinta, envolvente e rica dos grandes nomes da arte. Além disso, traz propostas de atividades baseadas nas obras de cada artista, e também links para galerias online, nos quais é possível conhecer a produção dos artistas.

Editora Paralela

Desumano e degradante, de Patricia Cornwell
Ronnie Jod Waddel é um criminoso perigoso sentenciado à cadeira elétrica pelo assassinato brutal de uma jovem apresentadora de televisão. Depois de executado, seu corpo passa a ser tratado como o que seria uma autópsia rotineira para a médica-legista Kay Scarpetta. Porém, mais uma vez ela é desafiada por evidências confusas, e as impressões digitais encontradas em um novo crime conduzem a uma conclusão absurda. Entre tantos fatos contraditórios, novos assassinatos e comentários histéricos da imprensa questionando sua competência, Scarpetta pode ser indiciada pelos mesmos crimes que está tentando resolver. Perdida em seus relatórios e sem poder confiar em seus amigos mais próximos, ela parece ser alvo de uma intriga que vai muito além de seu território.

Semana cento e cinquenta e nove

Os lançamentos desta semana são:

Campo em branco, de Emilio Fraia e DW Ribatski
Dois irmãos separados pelo tempo e pelo espaço, se reencontram numa cidade estrangeira. Não sabemos ao certo onde estão, tampouco conhecemos os caminhos que os fizeram chegar ali. Lucio, o mais novo, tenta entender o que o mais velho, Mirko, quer com ele. A ideia é refazer uma viagem da infância de ambos, quando visitaram com um tio uma cidade nas montanhas. Narrado por Lucio, o episódio se mescla a lembranças e, principalmente, a tudo aquilo que ele não consegue lembrar ou compreender — as imagens evocadas parecem escapar, como a dor fantasma de um braço amputado. Numa trama sobre família e memória, o escritor Emilio Fraia e o quadrinista DW Ribatski criam uma narrativa de estranhamento, cujo centro parece nunca se revelar. A arte vibrante de Ribatski e os temas enigmáticos de Fraia combinam-se num road movie às avessas, em que a viagem só começa quando podemos reconstruí-la, desmontá-la, inventá-la.

A mão invisível, de Adam Smith (Trad. Paulo Geiger)
Originalmente publicado em 1776, mesmo ano da Declaração da Independência dos Estados Unidos, A riqueza das nações é o texto mais influente do filósofo e economista escocês Adam Smith (1723-1790), autor central do liberalismo e um dos fundadores da economia política. Nesta seleção extraída de seu opus magnum, Smith investiga a natureza das trocas financeiras e comerciais responsáveis pelo enriquecimento dos indivíduos e dos Estados, bem como os ganhos revolucionários proporcionados pela divisão do trabalho na produção de manufaturas. Escrito na aurora da era industrial, o livro aponta para a existência de uma “mão invisível” — espécie de força autorreguladora intrínseca aos agentes do sistema capitalista — que garantiria o funcionamento equilibrado dos mercados de dinheiro, bens e serviços.

Boa-noite, girafa, de David Grossman (Trad. George Schlesinger)
Às vezes ficamos tanto tempo no banho que saímos meio transformados. O pai da Ruth, por exemplo, certa noite tira uma grande girafa japonesa da banheira. Mas ela está rindo e aquela voz não parece de girafa. Para se certificar, ele vai checando parte por parte do corpinho escondido embaixo da toalha… Nesta narrativa despretensiosa e acolhedora sobre uma brincadeira que todos os pequenos gostam de fazer, o premiado autor David Grossman diverte adultos e crianças. Certa vez, sobre suas histórias infantis, ele disse que seu objetivo era “escrever textos em que as crianças se sentissem em casa” — e foi exatamente isso que fez em Boa-noite, girafa.

Editora Paralela

O fator Scarpetta, de Patricia Cornwell (Trad. Renata Guerra)
Falta uma semana para o Natal. A economia americana do pós­-crise custa a se recuperar. Diante de um cenário tão desalentador, a dra. Kay Scarpetta resolve oferecer seus serviços pro bono ao Instituto Médico Legal de Nova York. Mas sua crescente exposição na mídia parece antecipar uma série de eventos inesperados e perturbadores. Ao vivo na CNN, ela é questionada sobre o estranho caso de Hannah Starr, uma bela milionária desaparecida desde a véspera do Dia de Ação de Graças. Durante a mesma transmissão, Scarpetta recebe uma ligação de uma antiga paciente psiquiátrica de Benton Wesley, que parece estar obcecada pelo casal. No mesmo dia, ao voltar para casa depois do programa, um pacote suspeito — possivelmente contendo uma bomba — é deixado aos cuidados seus. Rapidamente, a suposta ameaça à vida de Scarpetta a envolve numa rede surreal de acontecimentos em que se encontram um famoso ator acusado de um crime sexual inacreditável e o desaparecimento de uma ricaça que parece partilhar um passado secreto com Lucy, a sobrinha preferida de Kay. Complicando ainda mais a trama, o produtor de Scarpetta na CNN tenta persuadi-la a estrear um programa de TV chamado “O fator Scarpetta”. Diante de tantos acontecimentos bizarros, ela teme que sua fama resulte na ilusão de que ela realmente tem um “fator especial”, uma habilidade mística que a auxilia na resolução dos casos.

Editora Seguinte

Laços de sangue, de Richelle Mead (Trad. Ana Ban)
O trabalho de Sidney Sage não é nada fácil: ela e seus colegas alquimistas são os únicos a saber que vampiros existem para além das telas de cinema — e são uma ameaça real à humanidade. Para manter a ordem, eles devem impedir que esse segredo vaze e que os mortais se aproximem desses seres perigosíssimos. Agora a paz que os alquimistas vêm garantindo há tempos está prestes a desabar, e Sydney terá de proteger a princesa vampira Jill Dragomir, ou uma guerra pelo trono eclodirá no mundo dos vampiros e trará consequências avassaladoras para os homens. No entanto, defender alguém que até então era alvo de seu desprezo será mais difícil do que Sydney imaginava…
Na série Bloodlines há personagens antigos da Academia de Vampiros e outras caras novas. Desta vez, o cenário é o mundo dos humanos, onde os riscos são ainda maiores e todos estão em busca de sangue.

Semana cento e cinquenta e um

Os lançamentos desta semana são:

Memória da pedra, de Mauricio Lyrio
Desde a juventude, Eduardo investiga a fenda que partiu sua vida ao meio” — um acidente no Rio de Janeiro, no fim dos anos 1960, que envolveu seus pais. Suicídio ou fatalidade? A resposta pode estar nos conhecimentos de um médico, ou nas lembranças escondidas da família numa casa em Teresópolis. Ou talvez o caminho seja outro, o da redenção, na possibilidade de reconstituir uma vida fraturada — o amor por Laura, a relação paternal com o menino Romário, o fascínio pela personalidade de Marina, uma mulher no limite. Tudo o que for preciso — e possível — para deixar de ouvir apenas “a mudez na face escura da montanha”. (Leia o post de Luiz Schwarcz sobre o livro)

Tipos de perturbação, de Lydia Davis (Trad. Branca Vianna)
Lydia Davis, uma das ficionistas mais importantes da literatura americana contemporânea, surpreende o leitor com a originalidade vertiginosa das 57 narrativas breves deste volume. Apagando as fronteiras entre ficção, ensaio e poesia, ela se vale das mais variadas formas, abordagens e estilos — do falso diário pessoal à paródia de análise sintática, do inventário ao epigrama — para flagrar seus personagens em momentos de solidão e insegurança. A sociedade norte-americana, com suas insuficiências e contradições, revela-se como que à revelia, nas frestas destes textos muitas vezes serenos na superfície. Aqui, o cotidiano mais convencional deixa à mostra seu substrato absurdo, assim como a linguagem sóbria esconde um humor irônico e matreiro. Não por acaso Franz Kafka é o protagonista de um dos contos. Assim como o escritor tcheco, Lydia Davis expressa com maestria literária o trágico e cômico descompasso entre o homem moderno e o mundo a sua volta.

A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves, de Joca Reiners Terron
O misterioso crime do Nocturama ocupa os noticiários. Em torno dele, giram as vidas de um entregador coreano, uma enfermeira especializada em pacientes terminais, um taxista com pendor para música clássica, um escrivão insone às voltas com a doença do pai e uma bióloga com pretensões televisivas. E, ao centro dessa trama cada vez mais macabra, está a criatura. Vestindo galochas e uma capa de chuva vermelha, ela passa os dias num casarão do Bom Retiro, sem jamais sair à rua. Embora pareça uma criança, sua idade é indeterminada, bem como suas intenções. Em A tristeza extraordinádiria do leopardo-das-neves, Joca Reiners Terron traz ao nosso tempo uma história que poderia pertencer à Inglaterra vitoriana. No lugar da neblina e dos lampiões a gás, um efervescente bairro de imigrantes no coração de São Paulo, onde convivem sucessivas gerações de judeus, coreanos e bolivianos. Um ambiente ideal para o embate entre seitas secretas, assassinos em série e antigos mistérios de família.

A mente assombrada, de Oliver Sacks (Trad. Laura Teixeira Motta)
Quem nunca fechou os olhos antes de dormir e se deparou com uma série de luzes e manchas? Ou pensou ter ouvido ruídos e vozes que não estavam lá? Quem nunca, em suma, duvidou da própria mente em alguma situação? Para o neurologista Oliver Sacks, um dos grandes cientistas de nosso tempo, as alucinações são parte fundamental da consciência humana. Elas oferecem um vislumbre da arquitetura do cérebro e uma chave para muitos de seus mistérios. Praticamente todas as culturas buscaram experiências alucinógenas nas drogas, o que nos faz questionar até que ponto elas podem ter inspirado nossa arte, folclore e religião. Combinando erudição médica com relatos pessoais, Sacks investiga as causas e consequências das alucinações, seguindo a trilha de autoanálise e compaixão que marca sua obra.

Crônicas escolhidas, de Machado de Assis (Org. John Gledson)
Um Machado de Assis quase desconhecido se revela em suas centenas de crônicas, publicadas na imprensa do Rio de Janeiro entre 1859 e 1900. Nesta seleção, que abrange o principal período criativo de Machado, “a pena da galhofa e a tinta da melancolia” estão a serviço da atenta observação do cotidiano brasileiro e carioca, bem como do noticiário internacional. Quase sempre sob pseudônimo, Machado se vale do “grande veículo do espírito moderno” — o jornal — para refletir sobre os acontecimentos de sua época. Testemunha privilegiada de marcos históricos como a Abolição, a Proclamação da República, a crise do Encilhamento e a Revolta da Armada, o autor também se debruça sobre questões como o comportamento no interior dos bondes, o casamento sem paixão e a naturalidade dos estrangeirismos na língua portuguesa. Com organização, introdução e notas elucidativas de John Gledson, este livro oferece uma amostra generosa da produção jornalística de nosso grande escritor, que como cronista fez escola, assim como Rubem Braga, Nelson Rodrigues e Paulo Mendes Campos. (Leia o post de John Gledson, organizador do livro)

Editora Seguinte

A elite, de Kiera Cass (Trad. Cristian Clemente)
A Seleção começou com 35 garotas. Agora, restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do prícipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher.

Editora Paralela

Restos mortais, de Patricia Cornwell (Trad. Celso Nogueira)
Fred e Deborah, jovens, lindos e saudáveis, estão desaparecidos. O pânico toma conta da cidade de Richmond, na Virgínia. Será que o casal de namorados teve o mesmo fim que os outros quatro jovens casais desaparecidos anteriormente? A ideia é aterrorizante,  pois nos outros casos as vítimas foram achadas, meses depois, em estado avançado de decomposição. Suspeitos multiplicam-se como cadáveres abandonados, num quebra-cabeça sinistro e labiríntico onde vamos encontrar, mais uma vez, a dra. Kay Scarpetta: a mais intrigante protagonista do gênero policial moderno.

Semana cento e trinta e oito

Os lançamentos desta semana são:

O leão e a estrela, de Mariana Zanetti
Nem sempre é fácil sair de casa de manhã e enfrentar o dia que temos pela frente. Mas, em geral, com uma ajudinha, ou apenas com a nossa confiança, conseguimos vencer o medo e seguir em frente.  Já o leão desta história preferia ficar sempre sozinho em sua caverna e sair somente à noite, quando corria até o lago para observar as estrelas nele refletidas. Seu medo era tão grande que ele nem levantava a cabeça, e assim não sabia que, na verdade, as estrelas moravam no céu. Até que um dia, uma estrela resolve descer à terra.

Adonis, de Blandina Franco
Adonis era um filhote de elefante como qualquer outro: adorava correr por aí, rolar na lama e derrubar algumas árvores pelo caminho. Acontece que, um certo dia, durante o banho de rio, Adonis percebeu uma coisinha nas costas, uma coisinha que ele nunca tinha visto ali – pois é, de repente ele tinha asas!

Editora Paralela

Corpo de delito, de Patricia Cornwell (Trad. Celso Nogueira)
Cary Harper é um escritor famoso. logo após o cruel assassinato de sua filha adotiva, ele também é assassinado. A irmã de Harper morre em circunstâncias igualmente misteriosas. Quem cometeu os crimes? Por que cometeu? Essas são as perguntas que guiam a médica-legista Kay Scarpetta. Além das provas que consegue colher nos corpos levados ao necrotério, Scarpetta sai a campo com o chefe de polícia Pete Marino e com o agente do FBI Benton Wesley na tentativa de solucionar o caso. As mais variadas hipóteses vão sendo sucessivamente abandonadas. Nada parece dar conta de todas as circunstâncias. Um dia, porém, a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que acaba fornecendo a única pista para a identidade do assassino. Envolvida demais no caso, a jovem legista começa a receber telefonemas ameaçadores. Seria ela a próxima da lista?

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